Chumbo já contaminou 88 crianças até agora

abril 30, 2002 by  
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Foi divulgado ontem, 29/04, pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo, o resultado de mais 22 exames para investigar a presença de chumbo em crianças que moram perto do setor de metalurgia da indústria Ajax, em Bauru. A empresa é acusada de contaminar o meio ambiente e os cialis commercial online drugs without prescription bathtubs moradores da região. Doze crianças apresentaram índice de chumbo no organismo acima do valor aceito pela Organização Mundial de Saúde. Até agora, já são 88 crianças contaminadas. A contaminação pelo metal chumbo é irreversível, podendo causar saturismo, doença crônica do sistema neurológico, entre outros problemas. A assessoria de imprensa da Ajax informou que a empresa confia no trabalho das autoridades de saúde e que vai acatar as determinações impostas.

FONTE: Jornal Hoje

Responsabilidade Compartida

abril 27, 2002 by  
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Por Carlos Adilio Maia do Nascimento


A imprensa do centro do país tem estado rica em notícias de graves acidentes ambientais.


Em Bauru, dezenas de crianças estão contaminadas com chumbo e nos alimentos produzidos na região foi constatada a presença deste metal. O leite foi considerado impróprio para o consumo e aves estão sendo sacrificadas. A poluição foi causada por fábrica de baterias que lá funciona há mais de 50 anos.

Na cidade de São Paulo,30 mil buy prescription drugs without prescription pessoas estão ameaçadas por substâncias tóxicas contaminantes do solo e da água, provenientes de uma indústria de pesticidas e do depósito de combustível de uma empresa petroquímica.

Alarme da população e intranqüilidade transmitida para todos os brasileiros. Ações do Ministério Público.

A primeira reação é de encontrar um culpado e responsabilizá-lo ao máximo pela reparação dos danos. É cobrada a mobilização contra o vilão ambiental.

Entretanto, é mister que se faça uma rápida regressão histórica sobre o gerenciamento ambiental no mundo e, em especial, no Brasil.

Até a década de 60 o Meio Ambiente era livre, ou quase livre. A ênfase era o aumento da produção. Todos os resíduos eram diluídos nas águas, no ar e no solo. Nesta época, o Brasil acelera seu rápido e gigantesco processo de industrialização. Começa também a cumprir a “revolução verde”, com a adoção dos insumos químicos na agricultura.

Nas décadas de 70 e 80, apareceram os Sistemas de Licenciamento e Avaliação do Impacto Ambiental.

Somente na década de 90 surgiram a preocupação com as Tecnologias Industriais mais Limpas, o conceito de análise do ciclo de vida dos produtos e aconteceu a integração da responsabilidade ambiental na estrutura empresarial.

É tudo muito recente e cialis 10 mg daily coincidiu em nosso país com um dos maiores crescimentos industriais e conseqüente processo de urbanização populacional que se assistiu no século XX.

A formação de grandes passivos ambientais ocorreu principalmente nas regiões de maior crescimento.

É importante, no momento, que a sociedade entenda que não é o melhor caminho procurar culpados, isolados ou individuais, para esses passivos.

A conduta adequada é cada setor de produção assumir atitude pró- ativa em relação aos passivos ambientais, que certamente são comuns à maioria das empresas, procedendo espontaneamente sua avaliação, monitoramento e solução possível.

Desta maneira, em uma atitude preventiva e com total transparência, estarão sendo encaminhadas soluções para problemas resultantes das últimas décadas, quando pensávamos ser ilimitada a capacidade da natureza em absorver resíduos da produção.

Responsabilidade Compartida

abril 27, 2002 by  
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Por Carlos Adilio Maia do Nascimento


A imprensa do centro do país tem estado rica em notícias de graves acidentes ambientais.


Em Bauru, dezenas de crianças estão contaminadas com chumbo e nos alimentos produzidos na região foi constatada a presença deste metal. O leite foi considerado impróprio para o consumo e aves estão sendo sacrificadas. A poluição foi causada por fábrica de baterias que lá funciona há mais de 50 anos.

Na cidade de São Paulo,30 mil pessoas estão ameaçadas por substâncias tóxicas contaminantes do solo e da água, provenientes de uma indústria buy drugs online de pesticidas e do depósito de combustível de uma empresa petroquímica.

Alarme da população e intranqüilidade transmitida para todos os brasileiros. Ações do Ministério Público.

A primeira reação é de encontrar um culpado e responsabilizá-lo ao máximo pela reparação dos danos. É cobrada a mobilização contra o vilão ambiental.

Entretanto, é mister que se faça uma rápida regressão histórica sobre o gerenciamento ambiental no mundo e, em especial, no Brasil.

Até a década de 60 o Meio Ambiente era livre, ou quase livre. A ênfase era o aumento da produção. Todos os resíduos eram diluídos nas águas, no ar e no solo. Nesta época, o Brasil acelera seu rápido e gigantesco processo de industrialização. Começa também a cumprir a “revolução verde”, com a adoção dos insumos químicos na agricultura.

Nas décadas de 70 e 80, apareceram os Sistemas de Licenciamento e Avaliação do Impacto Ambiental.

Somente na década de 90 surgiram a preocupação com as Tecnologias Industriais mais Limpas, o conceito de análise do ciclo de vida dos produtos e aconteceu a integração da responsabilidade ambiental na estrutura empresarial.

É tudo muito recente e coincidiu em nosso país com um dos maiores crescimentos industriais e conseqüente processo de urbanização populacional que se assistiu no século XX.

A formação de grandes passivos ambientais ocorreu principalmente nas regiões de maior crescimento.

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WWF e Orro & Christensen lançam móveis duplamente ecológicos

abril 24, 2002 by  
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Exposição no Museu da Casa Brasileira mostra nova linha de móveis certificados FSC com grife do panda e design da Orro & Christensen O WWF-Brasil e a Orro & Christensen inauguram hoje (24/4) no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, a exposição “A Contra-Revolução Industrial”, que marca o lançamento da linha WWF de móveis certificados FSC. Os novos móveis trazem duplo benefício à natureza: são fabricados com madeira extraída de florestas bem manejadas, conforme os mais elevados padrões ecológicos, sociais e econômicos, bem como de acordo com todas as leis vigentes, e sua comercialização reverterá, em parte, para os projetos de conservação da natureza e desenvolvimento sustentável do WWF-Brasil. É uma opção para buy prescription drugs online o consumidor consciente, interessado em preservar o meio ambiente e em combater práticas ilegais e predatórias contra a natureza e a sociedade. Modulado e em estilo contemporâneo, o mobiliário inclui cadeiras, criados-mudos, estantes, home theater, mesa de escritório, gaveteiro, racks diversos (inclusive para computador), camas de solteiro e de casal, e closet. Os móveis foram confeccionados em duas opções: natural e colorido. Para a cor natural, em quatro tons diferentes, a matéria prima é o aglomerado BP da Eucatex. Para o colorido, com opções em laranja, vermelho, amarelo, vinho, roxo, branco e verde, está sendo introduzida uma nova tinta italiana e é usado o MDF da Duratex. As florestas da Eucatex e da Duratex tiveram o seu manejo certificado pelo FSC. Para colocar o selo FSC nos móveis, a Orro & Christensen does cialis make you last longer obteve a certificação da cadeia de custódia, que faz o rastreamento da matéria prima florestal utilizada no produto desde sua extração na floresta até a comercialização. O WWF-Brasil é uma organização brasileira autônoma e sem fins lucrativos, sediada em Brasília, que tem por missão promover a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável. Integra a maior rede ambientalista mundial, presente em 91 países de todos os continentes. A marca WWF não é um selo e está registrada no INPI, podendo ser licenciada pelo WWF-Brasil (o que é feito através da Redibra Marketing & Licensing Services, de São Paulo) para uso em produtos e serviços coerentes com a missão da organização. A Orro & Christensen(ocdesign@ual.com.br ), empresa de móveis e acessórios com design exclusivo certificados pelo selo FSC, é uma das pioneiras na preservação ambiental, tem a criação como seu principal patrimônio e a busca da qualidade de acabamento são tônica de sua gestão empresarial.

Programa internacional de treinamento para o desenvolvimento sustentável selecionará apenas 15 candidatos

abril 24, 2002 by  
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O Programa LEAD – Leadership for Environment and Development, coordenado no Brasil pela Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Lideranças (ABDL), iniciou o processo de seleção para sua 10a turma. Apoiado pela Rockefeller Foundation, o LEAD é desenvolvido em 70 países e é um dos mais importantes programas internacionais de treinamento para cialis nz profissionais que atuam no chamado Terceiro Setor. No Brasil, apenas 15 candidatos são escolhidos a cada dois anos.
O programa é aberto a profissionais de ambos os sexos, com idade entre 28 e 40 anos, ligados a mídia, setor público, setor privado, universidades e organizações não governamentais. O prazo de inscrição será encerrado em 30 de junho e a seleção será feita até setembro. Os selecionados passarão por treinamento de 18 meses no Brasil e no exterior, com início das atividades previsto para novembro de 2002.
O LEAD é um programa internacional de formação de lideranças buy drugs online no prescription para o desenvolvimento sustentável. Sua metodologia propicia aos participantes expandir habilidades e agregar conhecimentos, aliando o aprendizado teórico a experiências práticas reais e interligando seus membros a uma rede virtual internacional, com mais de 1,2 mil participantes (fellows).
Durante o treinamento serão abordadas questões ambientais, políticas, culturais, sociais e econômicas e temas como responsabilidade social, direitos humanos e cidadania. O treinamento será composto por seminários, apresentados por representantes de organizações do mundo inteiro, conferências virtuais e visitas de campo, que permitirão aos participantes testemunhar os principais desafios para o desenvolvimento sustentável. O treinamento internacional será desenvolvido no Canadá, Reino Unido ou Paquistão, de acordo com o tema escolhido.
Um grupo de participantes do LEAD pode incluir um economista da Nigéria, uma jornalista da Rússia, um ambientalista do Canadá, uma advogada da Índia, um bancário da Inglaterra e uma executiva de empresa da Indonésia – todos trazendo suas experiências e especialidades para discutir sobre temas e desafios do desenvolvimento sustentável.
Alguns dos fellows ocupam posições de destaque no meio em que atuam. É possível encontrá-los em órgãos públicos, como ministérios e secretarias, universidades de primeira linha, veículos de comunicação e também em respeitadas organizações sem fins lucrativos e empresas privadas em todo o país.
O programa completo custa US$ 16 mil. Esse custo inclui despesas de viagens nacionais e internacionais, alimentação e hospedagem durante os eventos, pagamento de facilitadores e docentes, seguros, entre outros. Os candidatos selecionados que não tiverem recursos poderão procurar uma empresa patrocinadora ou receber bolsa da ABDL. As bolsas serão concedidas com base nos critérios de mérito e necessidade.
Mais informações sobre o Programa LEAD, o processo de seleção, o perfil dos candidatos e oportunidades de bolsas podem ser obtidas no website da ABDL (www.abdl.org.br).

Protocolo de Kyoto é aprovado na Câmara

abril 24, 2002 by  
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Deputado mato-grossense presidiu votação histórica
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por unanimidade, o Projeto de Decreto Legislativo 1664/02 do governo federal, que dispõe sobre o Protocolo de Kyoto, cujo texto trata das mudanças do clima e do controle da emissão de gases na atmosfera. A sessão histórica foi presidida pelo deputado Wilson Santos (PSDB-MT). Segundo Wilson, o Protocolo estabelece, para os países desenvolvidos, metas de redução das emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa, como o dióxido de carbono. “No projeto, o Brasil ratifica o Protocolo de Kyoto, e estimula a meta geral do protocolo, aprovado em 1997, que é obter uma diminuição de 5,2% das emissões em relação aos níveis verificados em 1990. Essa meta deverá ser atingida entre 2008 e 2012″, disse o deputado.
Os Estados Unidos, responsáveis por um terço de todos os gases lançados na atmosfera, decidiram não assinar o protocolo, sob o argumento de que ele prejudicaria a economia do país e provocaria desemprego. A decisão, anunciada pelo presidente George W. Bush, foi criticada por ambientalistas cialis 50 mg e governos de diversos países. A União Européia, que deve atingir uma meta conjunta de 8% de redução na emissão de gases, já anunciou que vai ratificar o protocolo.
“É impressionante como os Estados Unidos, que são um dos maiores poluidores ambientais do mundo, simplesmente se negam a entrar num acordo de cooperação que visa justamente amenizar os efeitos nocivos que a emissão de gases acarreta, como o efeito estufa” observa Wilson Santos. O Protocolo, inclusive, permite o financiamento de projetos ambientais em países em desenvolvimento pelas nações que ultrapassarem o seu limite de emissão de gases, contudo, não estabelece limites de redução de emissões de gases para países em desenvolvimento.
O Protocolo de Kyoto é tão importante, que o próprio presidente Fernando Henrique Cardoso quer chegar à Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+10, que ocorre em setembro na cidade de Johannesburdo, África do Sul, com o Protocolo já ratificado pelo Congresso. “Para isso, é necessário que o Senado agilize o mais rápido possível a tramitação do projeto naquela Casa”, explicou o deputado Wilson.
O principal gás enfocado no acordo é o dióxido de carbono, resultante da queima de combustíveis fósseis: petróleo, carvão e gás natural. O aquecimento da atmosfera resulta da intensificação do efeito online pills no prescription estufa, processo natural e sem o qual a Terra teria temperaturas polares. A ratificação equivale a incorporar o tratado internacional às leis nacionais e é um requisito para que qualquer acordo na ONU possa vigorar internacionalmente. Contudo, o Protocolo só terá validade se contar com a adesão de 55 dos principais países poluidores e que, juntos, emitam 55% dos gases causadores do efeito estufa. “O Brasil, felizmente, e até como exemplo, não faz parte dos principais países poluidores nesse tratado. Nos tempos atuais, é um mérito tão grande que deveríamos ter certos privilégios em nível mundial mas não temos, no entanto, precisamos exigir que os países poluidores se enquadrem nessa nova política ambiental”, afirmou Wilson Santos, após o término da sessão.
Breve histórico – O acordo do Protocolo foi adotado em 1997, em Kyoto, pela maioria dos países participantes da Convenção do Clima. Desde então, houve várias reuniões para detalhar os termos do acordo, para que possa ser ratificado – transformado em lei – pelo parlamento de cada país. O protocolo teve o seu maior revés em março do ano passado, quando o presidente do Estados Unidos, George W. Bush, retirou o país das negociações, dizendo que o acordo tinha “falhas inerentes” e concluindo prepotentemente que, sem sua participação, “o protocolo está morto”. Bush temia a desaceleração de sua economia, movida à base de combustíveis fósseis, e o fato de grandes economias, como China e Índia, não terem de cumprir metas de redução, por estarem em desenvolvimento.
Os Estados Unidos, apesar de terem rejeitado o protocolo, continuam membros da convenção da ONU sobre mudança climática e poderão aderir posteriormente.

Secretário quer parceria com os estados no monitoramento dos sistemas da qualidade do ar

abril 24, 2002 by  
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O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Marcus Pestana, destacou hoje a importância da articulação entre os governos federal e estaduais nos trabalhos relacionados ao monitoramento da qualidade do ar. Pestana abriu o Seminário Nacional sobre Monitoramento da Qualidade do Ar, em Brasília, cujo objetivo é identificar as principais demandas dos estados em relação à gestão cialis nl do monitoramento e da qualidade do ar, e definir uma proposta de programa de treinamento. Marcus Pestana lembrou que, em decorrência do processo de industrialização e urbanização vivido pelo Brasil nos últimos anos, os grandes centros urbanos enfrentam hoje problemas de sobrecarga de poluentes no ar, resultado do excesso de veículos no trânsito e das atividades industriais. Para o secretário executivo do MMA, o sistema de monitoramento da qualidade do ar nos estados, feito em parceria com o Ministério, reforça a idéia de que a questão ambiental, em função de sua abrangência, deve envolver todos os segmentos da sociedade. “A realização desse seminário é uma tentativa de convergência dos drugs online pharmacy diversos sistemas de monitoramento, compatibilizando metodologias e criando, dessa forma, um banco de dados que permitirá o compartilhamento de experiências e informações em geral”, ressaltou Marcus Pestana.
Promovido pelo MMA, o seminário reúne, até a próxima sexta-feira, representantes dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, entre outros, no salão 10 do Hotel Nacional.

MMA promove Seminário sobre Monitoramento da Qualidade do Ar

abril 24, 2002 by  
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O secretário executivo do Ministério brand buy prescription drugs cialis online do Meio Ambiente, Marcus Pestana, abriu hoje, quarta-feira, às 09h00, no Hotel Nacional, o Seminário Nacional sobre Monitoramento da Qualidade do Ar.

Mais informações: (0xx61)317-1227

Funcionários do Ibama fazem assembléia

abril 24, 2002 by  
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Amanhã, dia 25 de Abril, a ASIBAMA-RJ estará realizando uma Assembléia Extraordinária com o objetivo de homologar o resultado da enquete realizada entre os servidores do Órgão, does generic cialis work a fim de saber se o IBAMA do Rio terá suas atividades paralisadas em dias e horas diversos em protesto à não inclusaõ dos servidores ao novo online prescription drugs Plano de Carreira e ao depaparelhamento do Órgão. Serão distribuídos informes à população, ao Ministério Público, à imprensa e demais instituições que tenham alguma relação direta ou indireta com o desempenho do IBAMA.

1º Congresso Brasileiro de Legislação Ambiental, Bioética e Biodireito discutirá a questão das Patentes, Genes e Bioética

abril 23, 2002 by  
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O tema é vedete dentro do debate mundial sobre a questão da identificação, conhecimento e repartição dos recursos genéticos e será abordado por quatro especialistas das áreas do Direito, Farmácia, Medicina e Engenharia
A cidade de Ribeirão Preto (localizada a 320 km de São Paulo, na região Nordeste do Estado) será sede do 1º Congresso Brasileiro de Legislação Ambiental, Bioética e Biodireito, que acontece entre os dias 09 e 11 de maio, no auditório da Faculdades COC. Destinado a estudantes, profissionais de diversas áreas (advogados, médicos, biólogos, ecólogos, engenheiros, farmacêuticos, antropólogos, sociólogos, filósofos e outros) e público em geral, o Congresso deverá reunir um público de 600 pessoas de todo o Brasil.
Primeiro evento do gênero organizado no País, o Congresso pretende reunir especialistas para uma discussão ampla e irrestrita cialis effects de temas importantes – e caros – para a sociedade dentro da questão ambiental, em todas as suas abrangências. Organizado e realizado pelo CEA – Centro de Estudos Ambientais da Unesp (Universidade Paulista) – campus de Rio Claro/SP – e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de Ribeirão Preto, esta primeira edição do Congresso será realizado num formato inter e multidisciplinar.
“Considerando que a biotecnologia será o principal tema em destaque no século XXI, nosso objetivo é congregar em Ribeirão Preto os mais importantes especialistas brasileiros para um debate amplo e unificado sobre as mais recentes problemáticas ambientais mundiais e contribuir com o resgate da consciência ambiental em todas as áreas”, explica o professor Nivar Gobbi, do CEA.
Entre os temas que compõem a programação do 1º Congresso Brasileiro de Legislação Ambiental, Bioética e Biodireito, um dos destaques é “Patentes, Genes e Bioética”, que será abordado no dia 10/05, em uma mesa redonda com a participação de Edgar Dutra Zanatto, responsável pelo Núcleo de Patenteamento e Licenciamento de Tecnologia da Fapesp (Nuplitec); Julieta Ueta, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto; Renato de Paula Magri, presidente da Comissão Especial de Bioética e Direito da OAB; e Nelson Antunes Filho, coordenador clínico da Unidade de Reprodução do hospital israelita Albert Einstein.
O patenteamento internacional de recursos genéticos e conhecimentos tradicionais tem sido um assunto muito debatido pelos países que integram a Organização Mundial do Comércio (OMC) e que assinaram, em 1995, o Acordo Trips, uma espécie de norma mundial de patentes para proteger a propriedade intelectual. Em ordering prescription drugs online inglês, a sigla Trips significa Aspectos da Propriedade Intelectual Relativos ao Comércio.
Outros assuntos que devem atrair a atenção do público e da mídia durante o Congresso são: “Planejamento Estratégico e Cobrança pelo Uso da Água”, “Regulamentação Nacional e Internacional da Biotecnologia”, “Auditoria Ambiental e Seus Aspectos Jurídicos”, e “Pobreza e Qualidade Ambiental”, que será discutido pelo senador Eduardo Suplicy. No total, 22 palestrantes estarão responsáveis pela realização de três mesas redondas e dez conferências.
“A idéia é apresentar as novas tendências filosóficas, tecnológicas e biotecnológicas em diferentes áreas. Para isso, buscamos profissionais gabaritados, que há muito tempo vêm se antecipando às inovações e aos paradigmas atuais na área ambiental”, enfatiza Gobbi, ressaltando que a idéia é tornar o evento anual.
Além das conferências e mesas redondas, o Congresso terá ainda uma edição especial da revista Holos Environment, do Centro de Estudos Ambientais da Unesp, totalmente dedicada ao evento, com a publicação de artigos específicos e resumos das conferências. Uma agenda cultural, elaborada com exclusividade para os participantes do evento, completa o programa do 1º Congresso de Legislação Ambiental, Bioética e Biodireito.
As inscrições para o evento custam R$ 80,00 para profissionais e R$ 40,00 para estudantes. Todos os congressistas receberão certificado de participação e CD Rom com todas as conferências ministradas.

Maiores informações: www.congressoilimitada.hpg.com.br .

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