IBPS comenta Rio + 10 Brasil no RJ

junho 28, 2002 by ibps  
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O presidente do IBPS, Carlos Adilio Maia do Nascimento, participou do “Seminário Internacional sobre Desenvolvimento Sustentável: de Estocolmo a Joanesburgo, Rio + 10 Brasil”, ocorrido nos dias 26 e 27, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Parque do Flamengo/ RJ.
Com abertura feita pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, o evento contou com a participação de especialistas de diversas áreas ligadas ao Desenvolvimento Sustentável, representantes de setores industriais, Governo, Universidades e outras instituições de ensino e pesquisa, ONGs, profissionais e demais atores da área ambiental.
O objetivo foi apresentar idéias e avaliações sobre os avanços e retrocessos ocorridos nos dez anos após a Conferência Rio- 92, com reflexão enfocada para o combate à pobreza e a preservação do meio ambiente, exposição do cenário ambiental previsto para as próximas décadas, e melhoria nas articulações e parcerias entre governo e sociedade nessa área.
Segundo Carlos Nascimento, em comentário ao vivo para Rádio Rural, um dia após o término do evento, o balanço final das questões discutidas, infelizmente, não foi muito bom, porque demonstra que o modelo de crescimento mundial não tem contemplado as vantagens de um meio ambiente sadio e de uma qualidade de vida adequada. Para ele, a base dos debates foi o fato de que é fundamental considerar as necessidades e preocupação dos jovens na construção do futuro sustentável do mundo. Os problemas de desenvolvimento devem se preocupar fundamentalmente em prover capacitação e oferecer trabalho para as novas gerações, oferecendo aos jovens liderança, financiamento, crédito e, principalmente, acesso à informação, ao trabalho e a tecnologia. “O mundo tem urgência de adotar o Desenvolvimento Sustentável. De nada adianta o enriquecimento de uma nação se a qualidade de vida é baixa”, declara o presidente do IBPS.

IBPS fala sobre Tecnologias Limpas em Paulínia

junho 24, 2002 by ibps  
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Assim como as discussões mundiais sobre a necessidade de um modelo de Desenvolvimento Sustentável, cresce, simultaneamente, o mercado de tecnologias ecoeficientes, as chamadas tecnologias limpas.
As tecnologias limpas são fruto de uma pesquisa aplicada para uma nova mentalidade de produção, eficiente no sentido econômico e ambiental. Técnicas que surgiram há menos de vinte anos, e transformaram-se em alternativa para fomentar novas atividades industriais, em especial nos setores elétrico e energético, movimentando, hoje, um mercado de bilhões.

De acordo com Carlos Maia do Nascimento, presidente do IBPS- Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental, ONG(organização não governamental) sediada em Porto Alegre, os setores elétrico e energético têm, hoje, opções potenciais de crescimento com o uso de tecnologias limpas. “Há inúmeras experiências bem sucedidas para gerar energia renovável”, declarou durante sua apresentação no 1º Simpósio e Exposição Internacional sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em Municípios Industriais, realizado neste ano, em Paulínia /SP.

Segundo o presidente do IBPS, o setor produtivo nacional mostra-se cada vez mais interessado em adotar tecnologias limpas, que diminuem os impactos ao meio ambiente e os riscos decorrentes dos processos industriais, permitindo a redução de resíduos e o uso mais eficiente de matérias-primas, o que otimiza custos.
As tecnologias limpas tanto podem exigir investimentos de milhares de dólares como necessitar apenas de um remanejo do processo industrial, através da produção mais limpa.

Nascimento comentou as potencialidades de alternativas energéticas renováveis como, a solar, biomassa, eólica, hidráulica e geotérmica, entre outras. “A partir da promulgação da Lei 10.438, de 26 de abril de 2002, o País finalmente ganhou um programa de incentivo às fontes alternativas de energia”, declarou.

Tecnologias limpas estimula mercado de milhões

junho 24, 2002 by ibps  
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A intensificação da problemática ambiental e a necessidade de reduzir desperdícios
levaram as empresas a pensar na preservação do meio ambiente como um apoio econômico, e não como um entrave ao desenvolvimento do setor.
Dentro desse contexto, a implantação de Programas de Produção mais Limpa e a adoção de Tecnologia Limpas nas organizações empresariais têm sido o caminho encontrado para minimizar passivos ambientais, diminuir desperdícios, reduzir custos, e aumentar a competitividade do produto.
Mais de 200 empresas já estão investindo em novos equipamentos, e o mercado brasileiro de tecnologias limpas deve movimentar cerca de US$ 260 milhões em 2002.
As empresas brasileiras investem nessa tendência sem que isto signifique um gasto de milhões de reais na mudança tecnológica, conforme mostram os dados do CEBDS- Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável.
Segundo o conselho, o gerenciamento adequado da produção devolve para a empresa 4 reais para cada real investido após o primeiro ano. “Às vezes basta trocar uma torneira que vaza, ou a fiação elétrica do prédio e a economia aparece de um mês para o outro”, diz a diretora do CEBDS, Márcia Drolshagen.
Em busca de evitar os desperdícios e conservar o meio ambiente, a Natura e a Renault do Brasil já conseguiram significativos resultados.
A Natura atingiu, em 1 ano, 50% de redução no consumo de água e 90% de reutilização dos efluentes tratados. A nova iniciativa da empresa também incentivou a redução da geração de lixo orgânico e industrial , através da conscientização e colaboração dos funcionários.
A Renault do Brasil, em 5 anos, conseguiu 90% de reaproveitamento de efluentes, diminuição de 5% no consumo de energia ao ano e 10% no consumo de água.
De acordo com Carlos Adilio Maia do Nascimento, presidente do IBPS- Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental, os resultados atingidos por muitas empresas brasileiras que optaram pela Produção mais Limpa, como é o caso da Natura e da Renault do brasil, são um desafio para as pequenas e médias empresas. “A maioria das grandes empresas tenta implementar alguma forma de Produção mais Limpa, mas elas representam apenas 5% do total”, diz Nascimento.
Índices da Cetesb mostram que mais de 26 milhões de toneladas de resíduos industriais são produzidas por ano, somente no estado de São Paulo. Segundo Carlos Nascimento, do volume de resíduo produzido e acumulado em aterros e lixões, nasceu todo um mercado de ecobusiness que fatura no mundo cerca de US$ 560 bilhões anualmente.
No Brasil, ainda não foi informado um valor oficial, mas especialistas acreditam que não ultrapassa os US$ 15 bilhões.
A cada ano, feiras de exposições mostram novas técnicas para coleta e destinação correta do lixo doméstico e industrial, e a infra- estrutura que assegura a qualidade do ar, da água, movimenta milhões de dólares no País.
Além de movimentar bilhões de reais ao ano, o mercado do econegócio brasileiro engloba diferentes áreas, desde indústrias de equipamentos de controle ambiental, até firmas de advocacia, consultoria, e bolsa de valores.

Um exemplo a ser seguido

junho 22, 2002 by ibps  
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Esta semana o Senado brasileiro ratificou, por unanimidade, o Protocolo de Quioto, que prevê a redução progressiva da emissão de gases de efeito estufa.
Com esta decisão, o Brasil se soma aos países da União Européia e ao Japão, e reforça o isolamento dos Estados Unidos, que se negam a diminuir suas emissões, alegando que isto traria aumento do desemprego.
É lamentável a postura egocêntrica e intransigente da superpotência norte americana, principalmente por ser ela a responsável pela maior parcela deste tipo de impacto ambiental. Felizmente, a sociedade organizada daquele país tem pressionado seu governo no sentido de aderir ao Protocolo. O mundo deseja que esta pressão aumente e que se obtenha uma decisão positiva como resultado.
A mobilização mundial pela ecoeficiência em todas as atividades produtivas, o movimento feminista e as crescentes manifestações pela paz, serão doravante, de forma inexorável, os grandes movimentos de massa da humanidade.
O Brasil tem demonstrado sensibilidade em relação ao problema ambiental e o Rio Grande do Sul em especial, pois tem sido pioneiro tanto em importantes ações, como em legislações nesta área. Em nível nacional, o estado gaúcho desfruta conceito referencial em ações de desenvolvimento sustentável.
As empresas brasileiras estão despertando rapidamente para os novos paradigmas, passando a entender a gestão ambiental como investimento lucrativo e não mais como gasto sem retorno. O marketing ambiental dos produtos passa a fazer parte das estratégias de venda.
A Petrobrás, maior empresa nacional na indústria de petróleo, e décima segunda no mundo, desde o ano 2000 vem investindo 3,2 bilhões de reais no Programa de Excelência em Gestão Ambiental e Segurança Operacional - PEGASO. Cada vez mais, saúde, segurança e meio ambiente são identificados como a base da sustentabilidade de uma empresa.
É a gigante brasileira investindo pesado em Responsabilidade Social Corporativa, a nova cultura empresarial que, uma vez assumida, traz para a empresa a excelência em qualidade, produtividade e competitividade e para os funcionários uma significativa melhora nos níveis da qualidade de vida. E traz para o entorno no qual se insere, a proteção ambiental necessária, e a tranqüilidade da comunidade. A Petrobrás começa a exercer, assim, o paradigma do Desenvolvimento Sustentável.

Carlos Adilio Maia do Nascimento
Presidente - IBPS

Inauguração Web TV UFRGS

junho 17, 2002 by ibps  
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A presidência do IBPS- Instituto Brasileiro de Produção Sustentável e Direito Ambiental, a convite do Prof. Luiz Felipe do Nascimento, do programa de pós- graduação da UFRGS- Universidade Federal do Rio Grande do Sul, participou da inauguração, no dia 17 de junho, às 12h30min, do serviço de Web TV oferecido no site da universidade, com programação transmitida em rede e participação via internet.
O presidente do Instituto Dr. Carlos Nascimento e o vice- presidente Dr. Ricardo Alfonsin responderam, ao vivo, a diversos internautas questões ligadas ao Desenvolvimento Sustentável, Produção mais Limpa e Direito Ambiental. O programa teve duração de mais de 1h e as gravações foram realizadas na Rua Washington Luís, 855. O programa pode ser acessado no acervo da Web TV da UFRGS, no site www.ea.ufrgs.br .

Semana do Meio Ambiente

junho 8, 2002 by ibps  
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Dia 5 foi comemorado o Dia Internacional do Meio Ambiente. Temos datas com evidente conotação comercial, “dê um ursinho para sua namorada, e ela será uma gatinha para você!”, ou outras nas quais o significado original submergiu na voracidade consumista: Natal ainda é um momento de fervor religioso?
O Dia do Meio Ambiente escapa dos dois padrões. Nasceu para ser um alerta, uma reflexão, aquela voz da nossa consciência, tantas vezes abafada, que lembra da responsabilidade que temos como partícipes na construção da realidade. Ninguém é induzido a comprar. Todos são convidados a refletir. São distribuídas mudas de árvores, a Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembléia realiza uma audiência pública alusiva. Na mídia, há reportagens sobre ações concretas de proteção ambiental. Ocorrem manifestações de pessoas comprometidas com o conjunto de elementos que compõe o todo multifacetado do cotidiano.
Enquanto o homem caçava e a mulher mascava o couro para torná-lo mais macio, a preocupação era elementar e basal: sobreviver. A natureza era um ente grandioso, ameaçador, temido. A humanidade foi elaborando suas habilidades e a natureza passou a ser encarada como um manancial infinito de benesses que o homem detinha ao seu arbítrio. Até começar a conspurcá-la.
Agora, as inúmeras formas de agressão ao meio ambiente estão deixando o homem mais humilde, porque apavorado. Não importa. Ele verifica que há necessidade de mudanças. Das complexas relações mercadológicas, sociais, políticas nas quais hoje nos movimentamos, estão surgindo diversos questionamentos. É bastante claro que o volume de produção é regido pela demanda. Não será o consumo a mola mestra da poluição? Uma pequena guinada no enfoque, mas uma imensa modificação na importância da nossa participação na poluição.
Compreensão é o fator que poderá trazer uma efetiva modificação em nossa conduta individual. Para compreender, é preciso debater, obter informação. É ela que nos alcança os dados que permitem fazer opções. A correta divulgação ao público é chave para as tomadas de decisão.
No momento em que uma coletividade estiver consciente dos impactos ambientais de determinados processos produtivos, ela modificará seus padrões de consumo. A chave para estas tomadas de decisão é a correta divulgação ao público. E o Dia do Meio Ambiente é uma oportunidade para tal.

Carlos Adilio Maia do Nascimento
Presidente - IBPS

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo

junho 7, 2002 by ibps  
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Uma das preocupações atuais mais candentes com o meio ambiente é o efeito estufa. Assim como um ser humano fica com febre quando é atacado por um agente patogênico, o planeta está ficando com sua temperatura aumentada porque os mecanismos que regulam sua saúde estão sendo atacados .
A atmosfera, o céu que nos protege, é uma mistura de gases delicada e preciosa. Nitrogênio e oxigênio são os mais abundantes. Entre os gases que retém o calor da terra- por isso, chamados gases de efeito estufa - está, entre outros, o dióxido de carbono(CO2).
Quando em seu equilíbrio natural, esses gases permitem que o planeta mantenha uma temperatura saudável. A queima de combustíveis fósseis, as usinas termelétricas, as indústrias e os veículos em circulação são fontes de emanação de CO2 , elevando o teor desse gás na atmosfera, intensificando o efeito estufa e aumentando a temperatura da Terra. Para absorver o CO2, a Terra conta com todo o reino vegetal.
Hoje é consensual que os níveis de emissão dos gases de efeito estufa devem ser reduzidos. As negociações correm na Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, conhecida como Protocolo de Quioto, o CDM- Clean Development Mechanism( Mecanismo de Desenvolvimento Limpo)- é um instrumento econômico para reduzir esses gases através de projetos de Tecnologias Limpas, de fontes alternativas de energia e de sumidouros, que vêm a ser áreas de reflorestamento ou de plantações de vegetais. Esses assumem múltliplo papel: ao se desenvolverem, captam CO2; quando prontos, além de fornecerem seu produto primário, servem de biomassa para a substituição de combustível fóssil.
O Brasil, pelas suas condições de solo, sol, água, vento, tem uma situação absorvente privilegiada para o desenvolvimento de projetos no âmbito do CDM. A metade Sul, em particular, apresenta essas vantagens comparativas. Ela precisa olhar para o futuro com coragem e pode dar um salto para a modernidade com o apoio desses projetos.

Carlos Adilio Maia do Nascimento
Presidente do IBPS

IBPS responde questões ambientais na TV2 Guaíba

junho 7, 2002 by ibps  
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Dia 07 de junho, às 14:00hs, o presidente do IBPS, Dr. Carlos Nascimento, participou do programa Arco- Íris, na TV2 Guaíba, respondendo perguntas sobre Produção mais Limpa e comentando sobre temas atuais ligados as questões ambientais, como o Relatório feito pelo Instituto Pnuma sobre o desempenho ambiental de 22 setores da indústria nos últimos 10 anos. Participaram também membros da Fundação Zoobotânica do estado do RS, vinculada à Secretaria da agricultura.

O Desenvolvimento Sustentável e a Pequena e Média Empresa

junho 6, 2002 by ibps  
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Desenvolvimento Sustentável é um conceito que expressa, em duas palavras, preocupação com o meio ambiente, com os atuais habitantes da Terra e com as gerações futuras. Relaciona o homem com seu planeta, o declara responsável pelo equilíbrio desta convivência e, principalmente, pelas conseqüências futuras de seus atos. Até há poucas décadas atrás, o consumismo desenfreado que a revolução industrial gerou, era exercido sem nenhuma consciência de que os recursos naturais pudessem ser finitos, ou que as fantásticas montanhas de lixo produzidas pudessem ameaçar a sobrevivência do homem. A natureza, porém, começou a emitir gritos de alerta, para proteger-se a si mesma, e ao homem, que dela depende. A sociedade, principalmente nos países denominados desenvolvidos, passou a organizar-se em torno do tema Meio Ambiente. Primeiro as ONG’s começaram a denunciar as agressões à natureza. Depois, Conferências definiram critérios de controle de poluição ambiental. O passo seguinte foi o planejamento ambiental e a reciclagem. Mais recentemente, passaram a ser adotadas as técnicas de Produção mais Limpa. A conscientização da necessidade do Desenvolvimento Sustentável, a noção de não poluir, não malbaratar os recursos naturais, respeitar fauna e flora são, hoje, conceitos não questionados. E - novamente nos países ricos - os mercados adaptaram-se rapidamente, organizaram-se com legislações oficiais ou comerciais, enfim, se protegeram. Também as grandes empresas em países em desenvolvimento têm condições de se adaptarem às exigências, sejam legais, do mercado importador, ou consumidor. Elas têm seus próprios recursos, seu porte viabiliza investimentos em auditoria ambiental, certificação em ISO 9000 e 14000 (Gestão Ambiental). Chegamos às pequenas e médias empresas. Por mais conscientes que estejam que seu processo industrial é poluidor, elas não têm, no momento, condições mínimas de investimento para modificá-lo. Em empresas onde o dono é, a um tempo, acionista majoritário, engenheiro de processo e gerente de marketing, as exigências de não poluir, de usar os recursos naturais com a maior parcimônia, de substituir matéria prima e energia por fontes renováveis, tudo é impensável. Para elas, falta capital de giro para a sobrevivência no imediato. A recessão e o desemprego têm como conseqüência uma retração no consumo, portanto, nas oportunidades de venda destas empresas. Não têm de onde tirar a capacidade de investimento. E não há linhas de crédito convencionais para investimento em melhoria de processo para preservação do meio ambiente, para atingirmos, como sociedade, o Desenvolvimento Sustentável. Precisamos retomar o pleno emprego, a melhoria salarial, a justa distribuição de renda. Se a opção brasileira não for o desenvolvimento, o futuro da nação será poluído pela tragédia da falência das pequenas e médias empresas.

Reunião almoço SINDUSCON- RS

junho 6, 2002 by ibps  
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Presidência e membros da diretoria do IBPS participaram, dia 06 de junho, às 12h30min, de reunião- almoço no SINDUSCON-RS(Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul) sobre o tema “A Indústria da Construção e o Desenvolvimento Sustentável. Na ocasião, foram especialmente convidados para uma exposição sobre o tema, o presidente do IBPS, Sr. Carlos Adilio Maia do Nascimento, e o secretário de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Raymundo Garrido.

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