Incêndio na floresta amazônica está fora de controle
Manaus - Somente quanto o avião de exploração do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia) retornar a Manaus, neste sábado, é que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) terá a noção correta das conseqüências do grande incêndio que começou na última quarta-feira e já destruiu cerca de 300 quilômetros quadrados de floresta amazônica no município de Barcelos, a 396 quilômetros de Manaus. Uma coisa, porém, é certa: dificilmente o incêndio será controlado sem a ajuda do clima. Segundo o gerente-executivo do Ibama no Amazonas, José Leland, o local do fogo é de difícil acesso, tem vegetação rasteira e está, no momento, com umidade relativa do ar em torno de 45%. “Isso propicia ainda mais a proliferação das chamas. Normalmente, a umidade naquela região beira os 90%”, diz o gerente. De qualquer forma a previsão agora é um pouco mais otimista. A equipe aérea do Sivam informou por rádio que choveu durante parte da manhã, o que deve ter retardado um pouco o avanço do fogo. “Aí é que está o problema. Precisamos analisar as imagens aéreas que estão sendo feitas para saber como o fogo está se comportando e em que proporção está avançando sobre a floresta”, completa Leland. Por enquanto, o fogo está distante da sede do município de Barcelos, que já foi inclusive capital do Amazonas no auge do Ciclo da Borracha. Mas as comunidades de Floresta, Santa Rita e Canafé, onde vivem cerca de 100 famílias de ribeirinhos podem ser atingidas. Até o momento, não há notícia de vítimas fatais, mas o estrago ambiental já é considerável. Segundo o Ibama, este é o maior incêndio em floresta já registrado no Amazonas. No momento, 54 bombeiros e 36 pessoas do Ibama estão trabalhando no local, mas com poucas condições de influir decisivamente no combate ao fogo. Somente o clima pode modificar o quadro. Se chover forte, o que também é muito comum nesta época do ano, as chamas serão facilmente debeladas. As causas do incêndio ainda não foram oficialmente descobertas. Mas acredita-se que a longa estiagem – não chove na região há 75 dias – e fogueiras acesas pelos ribeirinhos tenham sido as principais causas do fogo. Paulo Roberto Pereira
Liminar suspende quarta audiência pública do Rodoanel
Uma decisão judicial suspendeu ontem, às 23 horas, a audiência pública para a discussão dos impactos ambientais nos traçados dos trechos Sul, Leste e Norte do Rodoanel Mário Covas, que estava acontecendo no município de Guarulhos. Esta foi a quarta audiência paralisada por ação de ambientalistas e da Procuradoria da República de São Paulo. Segundo Rubens Mazon, coordenador de gestão ambiental do Rodoanel, as audiências foram suspensas por razões formais, como localização e horário, e não técnicas. “Essas decisões representam um prejuízo grande para o Estado e para o contribuinte, prejudicando as pessoas que estão participando da reunião. Ontem, em Guarulhos, em cerca de 500 pessoas”, disse. As demais reuniões suspensas foram em Embu, São Paulo e Mairiporã. Para Mazon, a suspensão de uma audiência pública “é um contra-senso, um ato para intimidar. Se a Justiça acha que a reunião não foi suficiente, peça outra, mas sem paralisar a que está em curso”. O representante da Dersa, responsável pelo projeto, diz que as audiências seguem a normatização do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema). A Dersa já remarcou as audiências de Embu, para o dia 10 de março, na Câmara Municipal da cidade, e de São Paulo, para o dia 12 de março, no Círculo Militar. Está agenda também uma reunião no Centro Cultural Izaura Neves, em Caieiras, no dia 6 de março. Segundo Carlos Bocuhy, da Campanha Billings Te Quero Viva, as audiências foram suspensas por conterem irregularidades, “caso contrário a Justiça não teria dado as liminares”. O ambientalista diz que os pedidos de suspensão são resultado de um movimento articulado de mais de 60 organizações não-governametais da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Maura Campanili
Auditoria da água
A ministra do Meio-Ambiente, Marina Silva, esteve ontem no TCU a procura dos últimos trabalhos do Tribunal na área ambiental. Um deles é a auditoria que avaliou os riscos de uma crise de abastecimento de água no país. Os crimes contra o meio-ambiente estão na mira do TCU. O presidente do tribunal, ministro Valmir Campelo, prometeu ação contundente dos auditores na fiscalização dos programas de proteção ambiental.
Plano de Gestão Integrada - Entrevista Benedito Braga
Entrevista concedida ao Tribuna do Norte Mesmo com a redução no volume de recursos para as áreas de gestão e obras, a Agência Nacional de Águas (ANA) garante verba para a elaboração do Plano de Gestão Integrada da bacia do rio Pitimbu e a bacia dos rios Piranhas/Açu, no Rio Grande do Norte. A afirmação é do diretor da ANA, Benedito Braga, responsável pela implantação da política de gestão de águas, a chamada Lei das Águas. Ele esteve ontem em Natal para uma audiência com a governadora Wilma de Faria, quando conversaram sobre o assunto. Em 2003, o RN terá R$ 1,2 milhão para o plano. Tribuna do Norte- Quais os projetos previstos pela Agência Nacional de Águas este ano?
Benedito Braga- No âmbito do Rio Grande do Norte, a agência tem um programa que se chama Pró-Água/Semi-Árido, que já se desenvolve há quatro anos, visando dotar os estados nordestinos de infra-estrutura hídrica, como açudes e adutores e também o gerenciamento dessa infra-estrutura.
TN - Quais os recursos previstos para 2003?
BB - No governo passado, a proposta levada pela ANA ao Ministério de Planejamento e Orçamento para investimentos na área de gestão foi de R$ 35 milhões. Mas esse valor foi cortado para R$ 9 milhões. Para obras, eram R$ 170 milhões, que foram reduzidos para R$ 60 milhões. Até agora, só foram liberados 2% do dinheiro para gestão.
TN - A ANA terá recursos para a elaboração do Plano de Gestão Integrada da bacia do Pitimbu e a bacia dos rios Piranhas/Açu, que estão entre os projetos do governo estadual?
BB - São ações que vamos priorizar porque são estudos e não demandam tantos recursos. Viemos para garantir à governadora de que a ANA vai manter o Pró-Água como prioritário para a região. O Plano de Gestão Integrada procura analisar as demandas de água, seja para irrigação, abastecimento ou indústria. Identifica quem e quantos são os usuários, as potenciais fontes de contaminação das bacias, além das medidas que devem ser adotas para a melhor gestão dessas águas.
Guia ajuda a identificar espécies marinhas
Um Guia de Identificação de Espécies Marinhas foi lançado neste semana pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e traz peixes e outros organismos marinhos encontrados nas imediações da Ilha de Porto Belo e na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, em Santa Catarina. São duas cartelas plastificadas, com fotos coloridas, cuja finalidade é incentivar o mergulho contemplativo, viabilizando uma proposta de uso sustentável para esses ambientes. Uma das cartelas foi desenvolvida para ser utilizada em águas mais rasas e apresenta organismos marinhos com seus respectivos nomes em português e em espanhol. A outra é voltada para águas mais profundas e identifica peixes encontrados na Reserva Biológica Marinha do Arvoredo. “Trata-se de um material simples, que o mergulhador pode levar para dentro da água e que serve como fonte de consulta no momento do mergulho, tornando a atividade mais atrativa”, diz o oceanógrafo do Laboratório de Mergulho da Univali, Ewerton Wegner. O guia faz parte da campanha As 10 Regras de Ouro do Mergulho, iniciada no ano passado pelo Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar (CTTMar), da universidade. As cartelas foram feitas a partir de um acervo fotográfico do laboratório e contaram com parceiros da iniciativa privada. Trazem fotos de espécies curiosas como o peixe-morcego, o olho de cão, o xerelete de rabo amarelo e o peixe-papagaio, além de invertebrados interessantes, como o siri-vermelho, a vieira, ouriços, esponjas, algas e as interessantes colônias de baba-de-boi. “Queremos que os mergulhadores se tornem defensores do ambiente marinho no Estado, fazendo frente às atividades predatórias, como a caça submarina, e troquem as armas pela máquina fotográfica”, diz Wegner. As cartelas estão à venda nos principais pontos turísticos próximos à Ilha de Porto Belo e à Reserva Biológica do Arvoredo. Maura Campanili
Hotéis adotam sistema eficiente
O Projeto Energia Brasil começa no Rio Grande do Sul pelo Sindicato dos Hotéis, Bares e Similares de Porto Alegre, que já está recebendo orientações sobre o uso eficiente da energia elétrica. O presidente da entidade, Ricardo Ritter, revelou que a economia, em alguns casos, poderá chegar a uma redução de consumo em até 50%.
A coordenadora do Programa de Energia Brasil, do Sebrae/RS, Marta Folha, disse que a eficiência do consumo no setor de hotéis, bares e restaurantes deverá revelar alto índice de economia. ‘A simples mudança de comportamento, como não deixar portas de refrigeradores abertas ou adequar a iluminação, são atitudes que resultam em menor custo no final.’
No final do ano, o Sebrae/RS, imcumbido de apliar o treinamento do projeto, deverá realizar levantamento de economia nas empresas que adotaram o programa. ‘A avaliação do momento é de que através dos 75 cursos, as empresas já alcançaram redução média de 10%.’
Cascas de babaçu podem gerar 104 mW de energia por ano
“O estudo demonstrou que a biomassa de babaçu é uma alternativa energética altamente viável”, diz o autor da tese, Marcos Alexandre Teixeira. De acordo com ele, o aproveitamento da casca do coco como fonte energética poderia ser adotado principalmente em centros comunitários de beneficiamento da castanha do próprio babaçu. O fruto ocorre naturalmente em toda a Amazônia Legal além dos estados do Piauí e Maranhão. Todos os dias, as catadeiras de coco deixam nas matas de 5 a 7 quilos de casca.
Segundo Teixeira, a tecnologia para geração de energia a partir do babaçu é a mesma usada em relação à biomassa de cana-de-açúcar. “São necessários apenas algumas ajustes nas caldeiras”, explica. Além disso, segundo o pesquisador, o babaçu apresenta como vantagem adicional uma densidade 2,5 vezes maior e um teor de umidade menor, de 15% a 17%, enquanto o teor de umidade do bagaço de cana fica em torno de 50%.
Isso significa que as cascas de babaçu armazenadas em um metro cúbico produzem 2,5 vezes mais energia do que o bagaço de cana e queimam melhor porque estão mais secas. “Outra vantagem é que o babaçu ocorre em abundância em áreas onde normalmente a cana não vai bem”, diz Teixeira. Segundo ele, trata-se de um sistema de geração de energia ecologicamente correto em locais onde a cana não é uma boa opção.
Na tese, orientada por Luiz Fernando Milanez, o pesquisador fez um cálculo custo/benefício, concluindo que a melhor alternativa seria produzir vapor de alta pressão a 4,56 Mpa (Mega Pascal) a 420 graus centígrados. Mega Pascal é uma unidade de pressão de fluidos que pode ser genericamente traduzida por força sobre a área. O vapor de alta pressão alimentaria as turbinas para gerar energia elétrica.
Teixeira conta que a energia gerada poderia ser usada na própria cadeia produtiva do babaçu, alimentando máquinas de centrais de beneficiamento, onde se extrai o óleo das castanhas. “Ainda teríamos um vapor de média pressão, que poderia ser usado no aquecimento da pasta de babaçu, para separar o óleo, usado na indústria, e a torta, fornecida como ração animal”.
Mais informações podem ser obtidas no site www.unicamp.br
V.C.
Ministros poderão debater importação de pneu usado
Os ministros das Relações Exteriores, Celso Amorim, e do Meio Ambiente, Marina Silva, foram convidados por um grupo de parlamentares a prestarem esclarecimentos sobre um decreto, assinado recentemente pelo Governo Federal, que autoriza a importação de pneus usados do Uruguai e do Paraguai. Um dos autores do convite, o deputado Doutor Rosinha (PT-PR), está preocupado com o decreto, que é fruto de uma decisão arbitral do Mercosul. O parlamentar acredita que há a possibilidade de essa decisão ser renegociada entre os países, para que a importação de pneu usado não se concretize.
A expectativa do deputado é que, no debate, possam ser explicitados todos os problemas que a importação de pneu usado poderia acarretar para o Brasil. “Nós estamos importando lixo: é pneu usado de um outro país. Isso significa, inclusive, a redução de emprego aqui dentro. Quanto à área de saúde pública, estamos combatendo pneu justamente para combater o dengue”, acrescenta.
A data para o debate ainda não foi acertada.
Por Cláudia Lisboa/ ACS
Agência Câmara
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SMA e Prefeitura de Campinas devem assinar novo convênio para administrar Parque Ecológico
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e a Prefeitura de Campinas deverão assinar novo convênio para garantir a participação conjunta na administração do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. A minuta do novo convênio foi entregue à prefeita Izalene Tiene pelo secretário José Goldemberg, durante uma reunião realizada no último dia 26/02, em São Paulo, da qual participaram também a diretora do Parque, Carmem Elias, o chefe de gabinete da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, João Gabriel Bruno e o coordenador do gabinete da Prefeitura de Campinas, Marcos Francisco Martins. Ficou acertado que haverá nova reunião em aproximadamente 20 dias para que fiquem definidos os termos do convênio e as atribuições que serão assumidas pelo Estado e Prefeitura.
Na minuta apresentada para discussão, a Secretaria se propõe a dar continuidade à implantação do Projeto Paisagístico de Roberto Burle Marx, tombado pelo Condepacc (conselho municipal do patrimônio histórico); dar início a captação de recursos para a restauração e reforma do patrimônio arquitetônico tombado e para a reforma e recuperação da rede e dos equipamentos elétricos; manter a limpeza e conservação das obras civis do Parque e uma equipe de profissionais responsável pelas diretrizes do programa de educação ambiental. De acordo com a proposta, caberá à Prefeitura manter as áreas verdes do Parque; fornecer o serviço de vigilância interna, incluindo as edificações; manter equipe de profissionais responsável pelas diretrizes das atividades esportivas e apoiar o Estado na busca de recursos financeiros e materiais para serem aplicados no Parque.
Em carta entregue a Goldemberg, a prefeita reconhece que a cidade de Campinas é carente de áreas verdes e de lazer e que o Parque Ecológico, que ocupa espaço maior que a do Parque Ibirapuera de São Paulo, tem potencialidade para atender a população do município e daquela região metropolitana. Ela também concorda com a necessidade de se estabelecer parceria entre o Município, o Estado e a sociedade civil para reestruturar os equipamentos de lazer e de educação ambiental, conforme defende o Secretário do Meio Ambiente.
Parque de Campinas não é Unidade de Conservação
O parque ecológico de Campinas não é uma unidade de conservação pois não se enquadra nas definições do SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Ele foi construído em uma área que serviu para cultivo de café, cana e posteriormente para a pecuária, resultando em um solo pobre e sem remanescente de mata natural. Para formar o parque foi encomendado um projeto ao paisagista Burle Marx e sua implantação ficou a cargo da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Por tratar-se de uma estrutura urbana optou-se pela gestão partilhada com a administração municipal, através de convênio que vigorou até o início de 2001.
No período em que a prefeitura ficou fora da administração do parque, a Secretaria do Meio Ambiente investiu 100 mil reais na recuperação das quadras esportivas, sanitários e na construção de um playgroud e de uma pista de skate. Parte destes equipamentos, no entanto, foram destruídos enquanto o parque ficou sem vigilância. Desde de agosto último, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente contratou uma empresa de vigilância, que mantém uma viatura para ronda e sete postos de policiamento que atuam 24 horas na área interna do Parque.
Com estas providências, a população voltou a freqüentar o local e o número de visitantes passou de 10 mil para 50 mil no último ano. A direção do parque vem buscando implementar parcerias com diversas entidades interessadas em projetos culturais e de educação ambiental. Segundo a diretora do parque e funcionária da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Carmem Elias, o mesmo vem sendo feito com outras secretarias estaduais para ocupar adequadamente os 110 hectares do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. O parque abriga várias construções tombadas, como é o caso da Tulha e do prédio ocupado pelo Museu Histórico Ambiental, conhecido como “Casarão”.
Texto: Eli Serenza
Situações climáticas extremas acentuam-se e tendem a piorar
Londres - O mundo vem enfrentando nas últimas décadas incomuns situações climáticas extremas e as perdas econômicas em virtude de tempestades e outras catástrofes naturais multiplicam-se acentuadamente, revelou nesta quinta-feira um grupo independente de pesquisas científicas. O Conselho Mundial da Água informou que temporadas de chuvas mais intensas, de secas mais extensas, tempestades mais fortes e elevação do nível do mar ajudaram a causar um número crescente de desastrosas secas e enchentes. O aquecimento global está causando mudanças drásticas nos padrões climáticos na medida em que o crescimento da população e a migração para áreas vulneráveis aumentam os custos de cada desastre, disse William Cosgrove, vice-presidente do Conselho Mundial da Água. “A previsão é de que a situação continuará piorando a não ser que comecemos a adotar ações para combater o aquecimento global”, disse ele. Entre 1971 e 1995, informa o grupo, enchentes afetaram mais de 1,5 bilhão de pessoas em todo o mundo, ou 100 milhões de pessoas por ano. Mais de 310.000 pessoas morreram devido a enchentes e mais de 81 milhões ficaram desabrigadas, prossegue. Os números foram extraídos de pesquisas feitas por cientistas do grupo Diálogo sobre Água e Clima, assim como de documentos de pesquisadores e de outros grupos. Os dados completos serão apresentados em detalhes no Fórum Mundial da Água, previsto para o mês que vem em Kyoto, Japão, onde foi discutido o protocolo de combate às mudanças climáticas rejeitado pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. O grupo citou especialistas em clima para prever que as mudanças neste século causarão temporadas de chuva mais curtas e mais intensas em algumas áreas e secas mais longas em outras, o que deve ameaçar as plantações e as espécies animais e causar redução na produção mundial de alimentos. O aumento do nível do mar é uma séria ameaça a pequenas nações insulares, a países baixos como Bangladesh e Holanda e a grandes cidades como Nova York, Tóquio, Buenos Aires e Lagos. Os cientistas calculam que o nível do mar deverá subir quase meio metro entre 1990 e 2100. Beth Gardiner, AP
