Brasil e Canadá podem firmar acordo de cooperação

abril 30, 2003 by  
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Um possível acordo de cooperação técnica poderá ser firmado entre o Brasil e o Canadá visando a busca de mercados para produtos florestais brasileiros, informou nesta quarta-feira a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.


Participando da 11ª reunião da Comissão para o Desenvolvimento Sustentável (CDS), na sede da ONU, em Nova York, a ministra teve reunião com seu colega canadense, prescription drugs online without prescription David Anderson, discutindo interesses comuns referentes a meio ambiente, saúde e oportunidade de mercados para os recursos florestais do Brasil.


“Oito por cento das nossas exportações vêem da base florestal, aí incluindo sobretudo florestas plantadas. O Canadá tem experiência em relação a mercados para esses produtos e, no Brasil, estamos trabalhando para criar uma política de utilização correta e sustentável dos nossos recursos florestais. Será interessante buscar uma perspectiva de mercado também adequado a esse novo processo que queremos iniciar”, disse Marina.


Os dois ministros deverão, agora, repassar a seus técnicos a incumbência de dar continuidade às discussões que iniciaram na ONU. De segunda-feira até esta quarta, Marina Silva participou do segmento ministerial da CDS, a agência responsável pela realização de objetivos traçados na Conferência do Rio (Rio-92) e na Conferência de Joanesburgo (Rio+10), realizada no ano passado.


Para ela, foi inovador o fato de os ministros terem se reunido no início do encontro, que vai até dia 9. Anteriormente, as reuniões começavam com encontros de técnicos e eram fechadas pelos ministros. A alteração, segundo a ministra, permite que os grupos técnicos possam trabalhar de acordo com a orientação política traçada pelos ministros. “Espera-se que esse intercâmbio proporcione novo impulso aos esforços de implementação da Agenda 21 e dos resultados da Cúpula Mundial de Johanesburgo”, disse a ministra.


Em sua primeira viagem ao exterior à frente do ministério, Marina Silva terá compromissos também cialis rebate em Washington, para onde segue nesta quinta-feira. Ela terá encontros com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Enrique Iglesias, o presidente do Banco Mundial, James Wolfensohn, e o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), César Gaviria. Terá ainda reuniões com representantes de ongs e fará palestra no Woodrow Wilson Center. (Tonica Chagas)

CTNBio libera venda de milho transgênico de empresa

abril 30, 2003 by  
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A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) decidiu que não há motivo que impeça a comercialização do milho transgênico importado pela empresa Grabes Guariba, desde que sejam cumpridas as exigências estabelecidas pelo Comunicado nº 113, emitido pelo órgão.


A decisão foi tomada em reunião realizada nesta quarta-feira, após cinco horas de reunião dos integrantes da comissão. A análise do assunto foi feita a pedido do Ministério da Agricultura, depois que o Ibama impediu a comercialização do milho.


A CTNBio resolveu, no entanto, que a decisão não pode ser aplicada a futuras importações de milho transgênico. E que qualquer cialis offer outra solicitação deve soma online without prescription ser avaliada pela comissão. (Lígia Formenti)

RS aprova lei que reconhece direitos dos animais

abril 30, 2003 by  
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Os animais no Rio Grande do Sul já têm seus direitos reconhecidos por lei, aprovada por unanimidade pela Assembléia Legislativa, nesta terça-feira. O Código Estadual de Proteção dos Animais, elaborado pelo deputado Manoel Maria (PTB) tem 32 artigos que regulam o tratamento, o manejo, o transporte e o abate cheap pills de todas as espécies.


O código estabelece que os animais devem viver em local asseado e com espaço para movimentação e descanso. Também proíbe trabalhos exorbitantes e prolongados e impõe regras para o abate, que não pode recorrer a métodos considerados cruéis, e para experiências, que não devem ser repetidas para comprovar resultados já conhecidos.


As entidades ambientalistas consideraram a votação na Assembléia a primeira vitória na luta pelo reconhecimento dos direitos dos animais. Mas, além da sanção do governador Germano Rigotto (PMDB), lembram que falta um importante passo para que o Código tenha where can i get cialis força impositiva, que é a definição de quem vai fiscalizar o cumprimento da lei e as penalidades para quem transgredir as normas. Essa tarefa foi deixada para o Poder Executivo. (Elder Ogliari)

Fórum discute qualidade das águas

abril 30, 2003 by  
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Os constantes alertas de cientistas e ambientalistas para a ameaça de falta d água no planeta trouxeram à tona a discussão sobre a necessidade de combinar o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente. Com esta preocupação, foi lançado ontem, no Museu Histórico Abílio Barreto, em Belo Horizonte, o Fórum Nacional das Águas, que será realizado de 4 a 7 de maio em Poços de Caldas, há 460 quilômetros de Belo Horizonte, no Sul de Minas Gerais.

O fórum tem como objetivo debater temas que representam desafios nacionais e mundiais na exploração, distribuição e conservação dos recursos hídricos. Entre os eles, estão a qualidade das águas, o desafio do saneamento e o controle de resíduos industriais, além das diretrizes para a constituição de um pacto ambiental brasileiro, iniciativa que faz parte do que foi fixado para o Brasil pela ONU para 2003, o Ano Internacional de Água Doce.

O Fórum Nacional das Águas é uma preparação da I Conferência Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento, a ser realizada pelo Ministério do Meio Ambiente ainda este ano. O prefeito de Poços de Caldas, Paulo Tadeu Silva D Arcadia, destaca a importância do investimento em saneamento básico e despoluição de córregos e represas, além da preocupação com a oferta de água potável para a população.

O município tem uma concessionária de energia elétrica própria, gerenciada pelo Departamento Municipal de Energia (DME). Ela é responsável pela geração de quase a totalidade da energia necessária para o consumo. As águas não podem ser vistas apenas como um recurso mineral. Elas são um recurso econômico que precisa ser explorado de forma consciente, dentro do contexto das preocupações ambientais , reflete. O coordenador da Promotoria Especial do São Francisco, Luciano Badini, pretende levar à discussão medidas para a recuperação do rio.

Audiência pública avalia exploração em São Lourenço

A Comissão de Meio Ambiente e Recursos Naturais da Assembléia Legislativa se reúne, hoje, em São Lourenço, Sul de Minas, a 380 quilômetros de Belo Horizonte, para apurar as denúncias de exploração irregular de água na região. Moradores da cidade considerada uma das principais estâncias hidrominerais do País afirmam que as fontes do Parque das Águas estão secando. O encontro será na Câmara Municipal, a partir das 13h. Outro objetivo da audiência é discutir a privatização dos recursos hídricos do chamado Circuito das Águas . A Secretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável estuda mudanças na forma de concessão das outorgas de água, para que elas funcionem como instrumentos de gestão dos buy cialis no prescription recursos hídricos. Participam da reunião representantes do Ministério Público, Secretaria de Recursos Hídricos do Ministério do Meio Ambiente, Departamento Nacional de Pesquisa Mineral, Companhia Mineradora de Minas Gerais, vereadores, organizações buy prescription drugs online without a prescription não-governamentais e empresas.

Agricultura, desertificação e queimada ameaçam nascentes

abril 30, 2003 by  
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Ainda sem data prevista para criação, de fato, do Parque Nacional online pharmacy without a prescription das Nascentes do Parnaíba na Serra do Jalapão, região sul do Estado, a ação do homem no local preocupa ambientalistas. O diretor da Unidade de Parques e Florestas da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Judson Barros, denuncia que plantações de soja no vizinho estado do Tocantins, o processo de desertificação que avança em Gilbués e as queimadas nos Estados do Piauí e Maranhão estão pondo em risco as nascentes do Velho Monge.

Segundo Judson Barros, não existe ainda nenhum tipo de fiscalização no acesso as nascentes do Parnaíba. Ele falou também que durante expedição recente, organizada pelo Centro de Defesa das Nascentes do Parnaíba(CDPAR) revelou que o riacho que dá origem ao rio what is cialis professional é o Águas Quentes e não o Pintado, como se pensava.

“A falta de fiscalização nas nascentes do Parnaíba pode provocar a morte do rio. Em alguns pontos próximos às nascentes, os incêndios chegam a durar 3 ou 4 meses. O problema poderia ser praticamente resolvido se o parque nacional já tivesse sido criado”, frisa.

Judson Barros disse que um decreto para criação do Parque Nacional das Nascentes do Parnaíba já foi assinado há um ano, mas algumas pendências, como a desapropriação de terras, atrasou o processo. O parque terá 730 hectares envolvendo territórios do Piauí, Maranhão, Bahia e Tocantins.

“A nossa maior preocupação é porque, enquanto o parque não é criado, as nascentes estão sem fiscalização e qualquer pessoa pode ter acesso às nascentes do Parnaíba, o que pode ser desastroso. É preciso criar o parque e normatizar as visitas. O ideal é que o acesso seja restrito somente a pesquisadores e em pequenos grupos, pois a ação do homem no local pode causar um desequilíbrio ecológico”, alerta.

Uma nova expedição às nascentes do Parnaíba deve ser realizada no mês de setembro. De acordo com Judson Barros, o evento será organizado pela Fundação Nordeste (Suíça). Além de visitar as nascentes, a instituição vai realizar um estudo no rio Uruçuí Vermelho, para elaborar um projeto que possa amenizar o problema do assoreamento. (Edson Almeida / Da Editoria de Municípios)

Importação de transgênicos depende de liberação caso a caso

abril 30, 2003 by  
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A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNbio) liberou hoje a internalização do carregamento de milho transgênico retido no porto de Recife (PE). Atendendo a pedido do Ministério do Meio Ambiente (MMA), a CTNbio decidiu, ainda, que futuras importações de produtos transgênicos necessitarão de autorização caso a caso, com consultas também aos órgãos competentes do MMA e do Ministério da Agricultura.


O secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, João Paulo Capobianco, informou que o milho sairá do porto apenas depois de cumpridas as exigências do MMA quanto à segurança da manipulação do produto. Ele explica que é preciso garantias de que o milho, ao ser manipulado, não escape para o meio ambiente.


A carga sairá do porto em comboio de caminhões lacrados e com o acompanhamento de equipes do Ibama e do Ministério da Agricultura. As equipes acompanharão, também, o processamento da ração. A liberação depende de ajustes online pharmacy without prescription que estão sendo feitas nas processadoras de ração. Fiscais do Ibama verificaram a existência de janelas nos galpões, o que possibilitaria a entrada de pássaros e a disseminação cialis generica de sementes no meio ambiente. Segundo Capobianco, os ajustes necessários são pequenos e na sexta-feira o milho já deverá começar a ser transportado. (ASCOM)

Crianças são contaminadas na área garimpeira do Tapajós

abril 30, 2003 by  
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Crianças e adultos até os 30 anos de idade são os grupos com níveis mais altos de contaminação cialis natural por mercúrio na área garimpeira do Tapajós (PA). order pills online without prescription A informação é da chefe da seção de Meio Ambiente do Instituto Evandro Chagas, Elizabeth Oliveira Santos, no seminário sobre o Programa Mercúrio Global, que termina, hoje, em Belém.
(Lana Cristina)

Paranoá une os Três Poderes

abril 30, 2003 by  
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Os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário precisam atuar em conjunto, limitando as ações isoladas, e proteger a Bacia do Lago Paranoá. A conclusão é dos representantes de vários órgãos que atuam na área de preservação, reunidos ontem para uma vistoria no Lago. A Comissão Permanente de Parques Ecológicos (Comparques) embarcou, na mesma operação, membros da Secretaria de Governo, Caesb, Terracap, Ministério Público, Procuradoria Geral, Ibama e administrações regionais.

“A iniciativa é para que todos assumam, em conjunto, a responsabilidade para o que está acontecendo no Lago”, afirmou o diretor da Comparques, Ênio Dutra. “Se isso não for feito, daqui buy medicine online without prescription a um tempo não teremos esse espaço.” Na próxima quarta-feira, a vistoria toma forma de relatório final, preparado pelas entidades para definir estratégias efetivas de preservação do Paranoá. Uma delas é conscientizar cialis 20 mg tablets a comunidade que mora na orla sobre o que cada um pode fazer para preservá-lo.

Em um passeio que durou sete horas, foi possível diagnosticar os principais problemas do Lago, que já perdeu 2,3 quilômetros quadrados do espelho dágua original. Os motivos principais são a ocupação desordenada e inadequada da orla, além do difícil acesso da população à área projetada para ser espaço de lazer para todos. Hoje, divertir-se no Paranoá é prazer para poucos. Somente os que moram na orla ou os que são sécios de clubes têm entrada garantida. “O que ficou evidenciado é que o acesso à orla é praticamente inexistente”, disso Frederico Valle, analista ambiental do Ibama-DF.

Semarh prepara multas

A Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) começou ontem um levantamento sobre as irregularidades na orla do Lago. Marinas, pieres e outras construções que aterram o Paranoá serão identificadas e, se for o caso, autuadas.

Poucas casas respeitam a legislação ambiental, que não permite construções a 30 metros das margens de lagos, consideradas áreas de preservação permanente. Na prática, a autuação dos infratores apresenta brechas – a multa pela degradação pode ser reduzida em até 90%. 0 embargo, contestado, pode demorar um mínimo de três meses. Enquanto esse processo não é encerrado, os proprietários nem recuperam a área e nem pagam a multa. (Aline Fonseca)

Áreas contaminadas serão mapeadas

abril 30, 2003 by  
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O Ministério do Meio Ambiente está conduzindo, através de sua secretaria de qualidade ambiental, um projeto para mapear áreas contaminadas e com risco de graves acidentes ambientais. A discussão do chamado programa nacional de segurança química é feita por um grupo formado por vários ministérios, organizações não- governamentais e setor privado.

Há dois dias, a secretária nacional de Qualidade Ambiental, Marijane Lisboa, esteve reunida, em São Paulo, com o secretário de Meio Ambiente do Estado, José Goldemberg, para avaliar quais seriam medidas para sanear sítios contaminados. Em São Paulo, há pelo menos 98 zonas de risco.

Um dos pontos levantados foi a necessidade de financiamento para o tratamento de passivos ambientais de empresas já fechadas. Cogita-se a possibilidade da formação de um fundo; recursos poderiam ser obtidos com uma cobrança de empresas em atuação. É apenas uma das idéias iniciais, segundo Marijane.

Após o acidente com o reservatório de rejeitos da empresa Cataguases de Papel, no mês passado nos rios Pombas (MG) e Paraíba do Sul, a Agência Nacional de Águas (ANA) assinou um pacto com o órgão ambiental do Rio de Janeiro (Feema) para mapear possíveis “bombas cheap pills online relógios”, ou seja, locais sujeitos a acidentes ecológicos.

De acordo com o presidente da ANA, Jerson Kelman, no momento a agência trabalha junto com o Ibama para evitar que o segundo reservatório da Cataguases rompa. Além 1,2 bilhão de metros cúbicos despejados na bacia do Paraíba do Sul pelo vazamento do primeiro reservatório, cialis average age detectou-se o risco de outro tanque, de 600 milhões de m3, se romper.

Kelman afirmou, durante o Fórum SócioAmbiental, realizado ontem em São Paulo, que a previsão de arrecadação com o primeiro ano de cobrança pelo uso da água no rio Paraíba é de R$ 10 milhões a R$ 12 bilhões. Ele disse que a ANA está negociando com o governo para que o orçamento do próximo ano proíba o contingenciamento destes recursos, que serão destinados à despoluição da bacia. O ministério da Fazenda, segundo Kelman, se comprometeu a repassar a arrecadação deste ano para o comitê gestor da bacia. (Gustavo Faleiros / De São Paulo)

Lenha ecológica

abril 30, 2003 by  
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Uma alternativa mais ecológica para a lenha ou o carvão vegetal para churrascos foi apresentada, nesta terça-feira, em Brasília, por técnicos do Laboratório de Produtos Vegetais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (LPF-Ibama).


A lenha ecológica de briquete é produzida com restos de madeira e pó de serragem, normalmente descartados por serrarias e indústrias de móveis, portas e janelas ou outros artefatos de madeira, somando cerca de 30 milhões de toneladas de resíduos/ano, em todo o País. Em muitos casos, os resíduos são amontoados em pátios, onde eventualmente pegam fogo, ou são jogados nos rios.


Em usinas de briquetagem, tais resíduos são prensados a quente, em equipamentos que produzem uma pressão de 1000 kg/cm2 e chegam a 140º C, transformando o pó de serragem em pequenos blocos de madeira seca, de alta densidade.


“Para usar os briquetes em churrasqueiras, o usuário precisa permitir a entrada de bastante oxigênio e iniciar o fogo com gravetos ou restos de madeira, depois disso, o fogo pega fácil e a eficiência é maior do que a do carvão, além de produzir muito menos fumaça”, comenta Waldir Quirino, do LPF-Ibama, responsável pelo desenvolvimento de mais opções de uso para a serragem prensada.


Segundo Quirino, entre 30 e 40 usinas de briquetagem já funcionam no País, produzindo briquetes dos mais variados restos vegetais. “No Nordeste, queremos incentivar a produção de lenha ecológica a partir de bagaço de cana para substituir a lenha, que está sendo tirada de unidades de conservação e reservas legais”, comenta. “No Centro-Sul, acreditamos que a substituição do carvão em churrasqueiras ou da lenha em padarias, olarias, pizzarias e restaurantes será interessante”.


Os briquetes produzem três vezes mais energia do que a lenha e duas vezes mais do que o carvão, que é bem menos denso. Um metro cúbico de carvão pesa low dose cialis cost drugs online without prescription cerca de 250 quilos, enquanto o mesmo metro cúbico de briquetes pesa de 700 a 800 quilos.


A lenha ecológica já interessou até compradores do exterior. Representantes da União Européia entraram em contato com o Ibama para negociar a importação de 200 mil toneladas de briquetes/ano, inicialmente destinados à França e Espanha. Waldir Quirino parte para a França nesta sexta-feira, dia 2 de maio, para discutir as possibilidades técnicas e econômicas de fornecer o produto. (Liana John)

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