Senado dos EUA rejeita corte de emissões de CO2

outubro 31, 2003 by  
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O Senado dos Estados Unidos rejeitou na online prescriptions quinta-feira uma lei que exige de indústrias e usinas de energia a redução das suas emissões de dióxido de carbono (CO2) aos níveis de 2000.


Os senadores derrotaram a lei – que estabelece também o prazo até 2010 para que esse objetivo seja atingido – por 44 a 43.


O projeto de lei é criticado pelo governo do republicano George W. Bush sob o argumento de que afetaria duramente a economia americana.


O texto, no entanto, foi co-apresentado pelos senadores republicano John McCain e democrata Joe Lieberman.


Muitos cientistas associam as emissões de dióxido de carbono como um dos principais causadores do acontecimento global.


Degelo


McCain afirmara ao Senado que a lei era “uma proposta muito mínima”, mas que seria um primeiro passo.


“Temos que começar em algum ponto”, afirmou o senador, enquanto exibia fotos do derretimento da calota de gelo ártica.


“Voltaremos, porque essas imagens vão continuar a piorar e não vamos melhorar enquanto não começarmos a lidar com isso”.


No entanto, os opositores da lei endossaram a opinião da Casa Branca de que a lei iria aumentar o preço da energia elétrica e dificultar a criação de empregos.


lowest cost cialis 10pt; FONT-FAMILY: Arial; mso-bidi-font-size: 13.0pt”>O presidente George W. Bush sofreu críticas em todo o mundo ao se recusar, em 2001, a assinar o Protocolo de Kyoto sobre o aquecimento global, que obriga os signatários a respeitarem prazos e cotas de cortes nas emissões de gases.


Como alternativa Bush propôs um plano voluntário de cortes.

Senado dos EUA rejeita corte de emissões de CO2

outubro 31, 2003 by  
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Os senadores derrotaram a lei – que estabelece também o prazo até 2010 para que esse objetivo seja atingido – por 44 a 43.


O projeto de lei é criticado pelo governo do republicano George W. Bush sob o argumento de que afetaria duramente a economia americana.


O texto, no entanto, foi co-apresentado pelos senadores republicano John McCain e democrata Joe Lieberman.


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Como alternativa Bush propôs um plano voluntário de cortes.