Curitiba sedia seminário sobre mercado de crédito de carbono
Com organização do Senai-Cic/Cetsam, o evento que ocorre no dia 03 de dezembro de 2003, irá tratar das questões relacionadas à mudança climática, mercado de carbono, emissões de gases de efeito estufa (GEE) e ainda apresentar oportunidades quanto aos mecanismos de desenvolvimento limpo (MDL), a partir do aproveitamento do gás metano existente nos aterros sanitários.
Para isso, o programa terá palestras e debates voltado para os profissionais cheap pills ligados à indústria e Prefeituras Municipais.
O local do evento será na unidade do Senai – Cic/Cetsam, na Rua Nossa Senhora da Cabeça,1371 – CIC – Curitiba PR – Cep: 81.310-010. O custo da inscrição é de R$ 75,00 (inclui certificado, coffee break e coquetel de encerramento).
Para maiores informações favor entrar em contato pelo telefone: (41) 346-4500 ramal: 108/167 – Fax: 346-4898 – cialis dosage side effects E-mail: bolsafiep@bolsafiep.com.br.
Produção mais limpa permite redução nos custos de produção
“A idéia da eco-eficiência na indústria implica em maior e melhor qualidade ambiental na produção, com redução do uso de recursos naturais e das emissões”, explica a engenheira química Zeila Chittolina Piotto. A unidade reduziu o custo de sua produção de celulose em 30% entre 1992 e 2002.
Em sua tese de doutorado Eco-eficiência indústria de celulose e papel - estudo de caso, orientada pela professora Dione Morita, Zeila analisou os impactos da evolução tecnológica por intermédio do uso de tecnologias mais limpas e da implementação de outras ferramentas de gestão, no desempenho ambiental da empresa e nos custos de produção. Segundo ela, a unidade investiu cerca de US$ 900 milhões em novas tecnologias de produção. Deste valor, aproximadamente US$ 160 milhões foram destinados às estratégias com foco na eco-eficiência.
Zeila utilizou também outras ferramentas da eco-eficiência como a contabilização ambiental, a avaliação da performance ambiental e o relatório de desempenho ambiental. “Com técnicas como estas pudemos atingir resultados satisfatórios na busca de uma produção mais limpa e com ganhos econômicos”, destaca a engenheira.
Entre as medidas adotadas, a otimização do processo de cozimento, que resultou em maior rendimento na separação das fibras. “Com essa modificação, reduzimos o uso de madeira o que implicou em redução de custos”, explica. Outro processo de produção alterado, foi a utilização da deslignificação com oxigênio, ou seja, o pré-branqueamento da celulose passou a ser feito com o oxigênio, reduzindo o uso de produtos químicos, aumentando a recuperação de sódio e enxofre com ganhos energéticos associados.
Além disso, há também menor carreamento (arraste) de matéria orgânica nos efluentes. Por fim, o branqueamento com ozônio e isento de cloro permitiu maior reaproveitamento da água usada na lavagem da polpa (pasta de celulose). “Isso reduziu o consumo de água e geração de compostos orgânicos clorados”, conta Zeila.
Mais economia
Além de buy prescription drugs online without a prescription economizar milhões de dólares, a unidade da VCP reduziu seu consumo de água em quantidades equivalentes a uma cidade de cerca cialis normal dose de 160 mil habitantes. Na maioria das indústrias do setor, de toda a água captada para a produção, entre 90% e 95% – após ser utilizada nas diferentes etapas do processo produtivo – é enviada as estações de tratamento de efluentes industriais. “No caso da VCP, houve uma redução de 50% no consumo de água e, conseqüentemente, na geração de efluentes”, contabiliza Zeila.
Segundo ela, em 2003 a empresa produziu apenas 30 metros cúbicos (m3) de efluentes por tonelada de celulose produzida. “Trata-se de uma média anual, bem abaixo da média das indústrias norte-americanas, que é de 77 m3. No mês de outubro, o número ficou em apenas 23 m3 por tonelada”, conta. Em 1992, a VCP chegava a produzir cerca de 105 m3 de fluentes por tonelada.
O estudo de Zeila na VCP teve início em 1999, quando ela resgatou os dados dos diversos projetos de otimização da produção por intermédio do uso de tecnologias mais limpas, que foram implementados na empresa, relacionando-os com os ganhos ambientais e financeiros. Além disso, coordenou a implementação de outras ferramentas da eco-eficiência como avaliação de desempenho ambiental e sistema de gestão ambiental. Esta estratégia, de acordo com a engenheira, ainda é incipiente na maioria dos setores industriais. “Mesmo nas universidades o conceito de eco-eficiência e da prevenção à poluição ainda é pouco estudado”, adverte.(Antonio Carlos Quinto)
ONG encontra substâncias tóxicas em todos os pacientes
Exames de sangue foram feitos em voluntários de diversas partes da Grã-Bretanha
Os testes feitos em 155 voluntários buscavam a presença de 77 substâncias diferentes. Foram encontrados um mínimo de nove e um máximo de 49 substâncias no corpo dos voluntários de várias partes da Grã-Bretanha, com uma média geral de 27 substâncias por pessoa.
As substâncias químicas encontradas incluem as que estão presentes em pesticidas como o DDT (diclorofeniltricloroetano) ou as do grupo dos PCB (bifenil policlorado), que são usados em produtos eletrônicos.
O cialis without prescription pesticida DDT, há muito tempo proibido na Grã-Bretanha, já foi associado ao desenvolvimento de câncer e de alterações no sistema nervoso e imunológico. Os PCB se acumulam no corpo humano, alterando hormônios e provocando defeitos congênitos.
Sangue contaminado
A União Européia está, no momento, debatendo uma grande legislação para testar a segurança de milhares de substâncias online pharmacy without a prescription químicas usadas em produtos de limpeza domésticos.
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Hidrovias como eixo de desenvolvimento sustentável
Sistema integrado de gestão permite indicar áreas de uso restrito, como a zona de recarga do Aqüifero Guarani, apontada por uma mancha vermelha na carta do subsolo, que, neste caso corresponde a uma profundidade entre 100 e 200 metros. Na carta da superfície, é possível visualizar o relêvo e o trecho da hidrovia Tietê-Paraná incluído no plano piloto do Sigest.
Já é possível substituir o atual controle desarticulado das condições operacionais da hidrovia Tietê – Paraná por um sistema de gestão integrada, que considera fatores de segurança, ambiente, logística, meteorologia, hidrologia e ocupação da área de influência, disponibilizando as informações em tempo real. Está em fase final de validação, um projeto piloto do Sistema Integrado de Gestão do Uso Múltiplo das Águas (Sigest), montado na região do reservatório de Bariri, no interior de São Paulo, principal entroncamento intermodal do estado, onde os produtos agrícolas transportados por via fluvial, provenientes do Centro-Oeste brasileiro, são embarcados em trens ou caminhões com destino ao porto de Santos.
Se estendido a toda a hidrovia Tietê – Paraná – e a outras hidrovias planejadas no país – o sistema permitiria minimizar eventuais impactos ambientais, não só da operação de comboios de barcaças, como do uso das terras nas margens e zonas de influência da bacia hidrográfica. Além disso reduziria, em média, 20 a 30% dos custos por tonelada transportada, se comparado a rodovias, e 10 a 15%, em relação aos trens. “De modo geral, um único comboio transporta o equivalente a 200 caminhões, com um motor que corresponde ao de 3 caminhões, portanto com um dispêndio de energia bem menor e emissões de poluentes significativamente mais baixos”, explica o engenheiro naval Carlos Padovezi, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT).
Especializado na tecnologia das embarcações de carga, Padovezi hoje trabalha na adequação das barcaças aos indicadores ambientais dos rios. “Há 50 anos atrás, as barcaças para transporte fluvial eram construídas com a mentalidade da engenharia naval marítima, que não lida com margens, assoreamento, trechos estreitos ou rasos. Isso implicava na adequação dos rios, com retificação, represamento, aprofundamento de calha etc”, observa. “Atualmente já não há grandes obras – o custo socioambiental e político é muito alto – então o investimento em tecnologia se dá na adaptação do transporte às condições dos rios”.
Recarga protegida
A incorporação dessas tecnologias é apenas uma das faces do Sigest, cuja base de dados georreferenciados permite analisar, num ambiente virtual acessível via Internet, informações essenciais à navegação, como as condições de vento ou de vazão do rio para passagem sob pontes, em eclusas ou trechos difíceis. Tais informações estariam disponíveis tanto para o monitoramento de operações ou órgãos ligados à prevenção de acidentes, como para os pilotos das embarcações. “E a meta é chegar ao nível de sistemas semelhantes, em operação na Europa, por exemplo, onde um investidor privado pode acompanhar o transporte de sua carga, do outro lado do mundo, planejando suas atividades com base em informações reais e atualizadas”, afirma Antônio Camargo, da Unesp, coordenador do Sigest.
Os dados também servem de subsídio para políticas de ordenamento territorial, que incluem a definição de zonas adequadas à instalação de portos e distritos industriais ou armazéns agrícolas e a delimitação de zonas restritas, de preservação ambiental, essenciais à recarga de lençóis freáticos ou aqüiferos subterrâneos. Uma das cartas do Sigest no projeto piloto mostra, por exemplo, a zona de recarga do Aqüifero Guarani, que naquela região está entre 100 e 200 metros de profundidade. “Trata-se de uma zona rural, que deveria estar sujeita a um controle, de modo a não ser transformada em cidade, distrito industrial, mineração. Também se deveria evitar a aplicação de pesticidas e a instalação de pocilgas ou currais, todos usos incompatíveis com uma área de recarga, pela possibilidade de contaminar o aqüifero”, observa Camargo.
Navegabilidade e desenvolvimento
Iniciado em dezembro de 2001, o projeto piloto do Sigest recebeu R$300 mil do Fundo Setorial de Recursos Hídricos, gerenciados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e uma contrapartida de R$600 mil das instituições parceiras na pesquisa. Ainda deve receber mais R$ 101 mil até sua conclusão, em 2004. O trabalho envolveu uma equipe multidisciplinar de pelo menos 40 pesquisadores, engenheiros e técnicos, cheap generic cialis do IPT, da Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contando ainda com a colaboração de órgãos ambientais estaduais, como a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e o Instituto Florestal (IF).
Um dos primeiros sub-produtos do sistema, que sai do nível experimental para o operacional, é a montagem de um centro de controle para o Departamento order pills online without prescription Hidroviário da Secretaria Estadual de Transportes (DH-Sectrans), em parceria com a Poli-USP. “A gestão integrada do uso múltiplo das águas interiores é importantíssima, porque concilia as necessidades de energia, transporte, irrigação, abastecimento e ambiente. Somos os maiores interessados em preservar os rios, porque do contrário não poderíamos garantir sua navegabilidade”, afirma Oswaldo Rosseto, diretor do DH, que administra 2.400km de rotas navegáveis no estado.
“Um sistema como o Sigest permite aos tomadores de decisões atuar na região de influência de uma hidrovia de forma pró-ativa e não reativa, como atualmente”, acrescenta Camargo. “Não vemos as hidrovias apenas como estradas de água, mas como eixos de desenvolvimento sustentável, como uma maneira competente e racional de planejar a ocupação das margens, incluindo restrições de uso em áreas que devem ser protegidas”. (Liana John)
Hidrovias como eixo de desenvolvimento sustentável
Sistema integrado de gestão permite indicar áreas de uso restrito, como a zona de recarga do Aqüifero Guarani, apontada por uma mancha vermelha na carta do subsolo, que, neste caso corresponde a uma profundidade entre 100 e 200 metros. Na carta da superfície, é possível visualizar o relêvo e o trecho da hidrovia Tietê-Paraná incluído no plano piloto do Sigest.
Já é possível substituir o atual controle desarticulado das condições operacionais da hidrovia Tietê – Paraná por um sistema de gestão integrada, que considera fatores de segurança, ambiente, logística, meteorologia, hidrologia e ocupação da área de influência, disponibilizando as informações em tempo real. Está em fase final de validação, um projeto piloto do Sistema Integrado de Gestão do Uso Múltiplo das Águas (Sigest), montado na região do reservatório de Bariri, no interior de São Paulo, principal entroncamento intermodal do estado, onde os produtos agrícolas transportados por via fluvial, provenientes do Centro-Oeste brasileiro, são embarcados em trens ou caminhões com destino ao porto de Santos.
Se estendido a toda a hidrovia Tietê – Paraná – e a outras hidrovias planejadas no país – o sistema permitiria minimizar eventuais impactos ambientais, não só da operação de comboios de barcaças, como do uso das terras nas margens e zonas de influência da bacia hidrográfica. Além disso reduziria, em média, 20 a 30% dos custos por tonelada transportada, se comparado a rodovias, e 10 a 15%, em relação aos trens. “De modo geral, um único comboio transporta o equivalente a 200 caminhões, com um motor que corresponde ao de 3 caminhões, portanto com um dispêndio de energia bem menor e emissões de poluentes significativamente mais baixos”, explica o engenheiro naval Carlos Padovezi, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT).
Especializado na tecnologia das embarcações buy medicine online without prescription de carga, Padovezi hoje trabalha na adequação das barcaças aos indicadores ambientais dos rios. “Há 50 anos atrás, as barcaças para transporte fluvial eram construídas com a mentalidade da engenharia naval marítima, que não lida com margens, assoreamento, trechos estreitos ou rasos. Isso implicava na adequação dos rios, com retificação, represamento, aprofundamento de calha etc”, observa. “Atualmente já não há grandes obras – o custo socioambiental e político é muito alto – então o investimento em tecnologia se dá na adaptação do transporte às condições dos rios”.
Recarga protegida
A incorporação dessas tecnologias é apenas uma das faces do Sigest, cuja base de dados georreferenciados permite analisar, num ambiente virtual acessível via Internet, informações essenciais à navegação, como as condições de vento ou de vazão do rio para passagem sob pontes, em eclusas ou trechos difíceis. Tais informações estariam disponíveis tanto para o monitoramento de operações ou órgãos ligados à prevenção de acidentes, como para os pilotos das embarcações. “E a meta é chegar ao nível de sistemas semelhantes, em operação na Europa, por exemplo, onde um investidor privado pode acompanhar o transporte de sua carga, do outro lado do mundo, planejando suas atividades com base em informações reais e atualizadas”, afirma Antônio Camargo, da Unesp, coordenador do Sigest.
Os dados também servem de subsídio para políticas de ordenamento territorial, que incluem a definição de zonas adequadas à instalação de portos e distritos industriais ou armazéns agrícolas e a delimitação de zonas restritas, de preservação ambiental, essenciais à recarga de lençóis freáticos ou aqüiferos subterrâneos. Uma das cartas do Sigest no projeto piloto mostra, por exemplo, a zona de recarga do Aqüifero Guarani, que naquela região está entre 100 e 200 metros de profundidade. “Trata-se de uma zona rural, que deveria estar sujeita a um controle, de modo a não ser transformada em cidade, distrito industrial, mineração. Também se deveria evitar a aplicação de pesticidas e a instalação de pocilgas ou currais, todos usos incompatíveis com uma área de recarga, pela possibilidade de contaminar o aqüifero”, observa Camargo.
Navegabilidade e desenvolvimento
Iniciado em dezembro de 2001, o projeto piloto do Sigest recebeu R$300 mil do Fundo Setorial de Recursos Hídricos, gerenciados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e uma contrapartida de R$600 mil das instituições parceiras na pesquisa. Ainda deve receber mais R$ 101 mil até sua conclusão, em 2004. O trabalho envolveu uma equipe multidisciplinar de pelo menos 40 pesquisadores, engenheiros e técnicos, do IPT, da Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), contando ainda com a colaboração de órgãos ambientais estaduais, como a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) e o Instituto Florestal (IF).
Um dos primeiros sub-produtos do sistema, que sai do nível experimental para o operacional, é a montagem de um centro de controle para o Departamento Hidroviário da Secretaria Estadual de Transportes (DH-Sectrans), em parceria com a Poli-USP. “A gestão integrada do uso múltiplo das águas interiores é importantíssima, buy cialis usa porque concilia as necessidades de energia, transporte, irrigação, abastecimento e ambiente. Somos os maiores interessados em preservar os rios, porque do contrário não poderíamos garantir sua navegabilidade”, afirma Oswaldo Rosseto, diretor do DH, que administra 2.400km de rotas navegáveis no estado.
“Um sistema como o Sigest permite aos tomadores de decisões atuar na região de influência de uma hidrovia de forma pró-ativa e não reativa, como atualmente”, acrescenta Camargo. “Não vemos as hidrovias apenas como estradas de água, mas como eixos de desenvolvimento sustentável, como uma maneira competente e racional de planejar a ocupação das margens, incluindo restrições de uso em áreas que devem ser protegidas”. (Liana John)
Agroecologia
novembro 21, 2003 by ibps
Filed under Sem categoria
Por Carlos Nascimento
É deveras importante a realização do 1° Congresso Brasileiro e 4° Seminário Internacional de Agroecologia em Porto Alegre. Órgãos da estatura da Embrapa e Emater, junto com outras 25 entidades promoveram o evento. A compatibilização da atividade agrícola com a harmonia ambiental torna-se, no momento, meta universal.
A gradual adoção de insumos orgânicos e controles biológicos em lugar das soluções através de químicos, é processo irreversível. Embora se desenvolva a médio e longo prazo, vem sendo praticada progressivamente nas principais regiões produtoras do planeta. Esta reconversão está sendo facilitada pelos significativos avanços da biotecnologia, principalmente da engenharia genética, criando seres mais eficientes, que ao serem agricultados demandam práticas menos agressivas ao ecossistema.
A identificação de mecanismos naturais de controle de pragas e invasoras proporcionada pela pesquisa especializada, traz clima de entusiasmo e convicção da necessidade de incentivar esta área da ciência. O homem não inventou a engenharia genética, mas, sim, através da pesquisa científica está desvendando a ciência da vida e possibilitando fazer mais rápido o trabalho que a natureza vem realizando há milhões de anos, tendo como resultado a evolução dos seres vivos, e como exemplo eloqüente o próprio homem.
Não inventamos os antibióticos e os hormônios. Foi o estudo continuado da biologia, da fisiologia e da bioquímica que nos tem proporcionado entender a fantástica organização do processo vital, e através da medicina levar tantos benefícios à humanidade. Nosso cérebro é a obra-prima da organização biológica e, como tal, está constantemente promovendo a Mãe Natureza ao demonstrar, com o progresso cientifico, a genialidade dos sistemas naturais. Blaise Pascal em seus “Pensamentos” diz ser o homem um frágil caniço se cialis chicago comparado com o universo. Porém, é um caniço pensante, capaz de entender este universo.
Em uma visão holística é função do ser inteligente desvendar a magnífica harmonia organizacional da natureza, entendendo perfeitamente seus mecanismos e o estágio de cada um no processo global da evolução. Funcionando como catalisador na interação dos vários campos da ciência, poderá acelerar o processo evolutivo em setores importantes para o aperfeiçoamento do processo vital. Este será, sem dúvida, o papel transcendental a ser exercido pelo homem nos próximos tempos. Para exerce-lo, é imprescindível uma mente eclética e total cheap pills online independência de preconceitos e apriorismos políticos, religiosos ou passionais.
Carlos Adilio Maia do Nascimento é presidente do IBPS
Agroecologia
novembro 21, 2003 by ibps
Filed under Sem categoria
Por Carlos Nascimento
É deveras importante a realização do 1° Congresso Brasileiro e 4° Seminário Internacional de Agroecologia em Porto Alegre. Órgãos da estatura da Embrapa e Emater, junto com outras 25 entidades promoveram o evento. A compatibilização da atividade agrícola com a harmonia ambiental torna-se, no momento, meta universal.
A gradual adoção de insumos orgânicos e controles biológicos em lugar das soluções através de químicos, é processo irreversível. Embora se desenvolva a médio e longo prazo, vem sendo praticada progressivamente nas principais regiões produtoras do planeta. Esta reconversão está sendo facilitada pelos significativos avanços da biotecnologia, principalmente da engenharia genética, criando seres mais eficientes, que ao serem agricultados demandam adcirca vs cialis práticas menos agressivas ao ecossistema.
A identificação de mecanismos naturais de controle de pragas e invasoras proporcionada pela pesquisa especializada, traz clima de entusiasmo e convicção da necessidade de incentivar esta área da ciência. O homem não inventou a engenharia genética, mas, sim, através da pesquisa científica drugs online without prescription está desvendando a ciência da vida e possibilitando fazer mais rápido o trabalho que a natureza vem realizando há milhões de anos, tendo como resultado a evolução dos seres vivos, e como exemplo eloqüente o próprio homem.
Não inventamos os antibióticos e os hormônios. Foi o estudo continuado da biologia, da fisiologia e da bioquímica que nos tem proporcionado entender a fantástica organização do processo vital, e através da medicina levar tantos benefícios à humanidade. Nosso cérebro é a obra-prima da organização biológica e, como tal, está constantemente promovendo a Mãe Natureza ao demonstrar, com o progresso cientifico, a genialidade dos sistemas naturais. Blaise Pascal em seus “Pensamentos” diz ser o homem um frágil caniço se comparado com o universo. Porém, é um caniço pensante, capaz de entender este universo.
Em uma visão holística é função do ser inteligente desvendar a magnífica harmonia organizacional da natureza, entendendo perfeitamente seus mecanismos e o estágio de cada um no processo global da evolução. Funcionando como catalisador na interação dos vários campos da ciência, poderá acelerar o processo evolutivo em setores importantes para o aperfeiçoamento do processo vital. Este será, sem dúvida, o papel transcendental a ser exercido pelo homem nos próximos tempos. Para exerce-lo, é imprescindível uma mente eclética e total independência de preconceitos e apriorismos políticos, religiosos ou passionais.
Carlos Adilio Maia do Nascimento é presidente do IBPS
Garrafas recicladas são usadas para equipamentos agropecuários
Apesar da franca ascensão da indústria de reciclagem de garrafas PET no país, ainda é considerável a desproporção que há entre as quantidades produzidas e às recicladas e reutilizadas. Em 2001, o Brasil chegou a industrializar 270 mil toneladas de garrafas PET, sendo que destas, apenas 25% foram recicladas. Sabe-se também que quando recicladas, as garrafas passam por um processo que além de consumir água e energia, faz uso de agentes químicos, terminando por poluir mais uma vez a natureza ainda que em menores proporções. Por sua vez, a reutilização incorpora a matéria-prima da garrafa mantendo as mesmas propriedades, dando lugar a um outro produto sem que seja necessária uma transformação químico-industrial.
Além de diminuir o impacto das garrafas PET por meio de sua reutilização, o projeto para o emprego dessas embalagens para produção de equipamentos agropecuários visa também a geração de trabalho e renda para populações rurais de assentados e posseiros e catadores nas áreas localizadas no entorno de barragens nos municípios pernambucanos de Paudalho e São Lourenço da Mata.
O processo de beneficiamento buy drugs online without prescription desenvolvido neste trabalho consiste em utilizar garrafas PET para a confecção de tanques-rede para criação de peixes e crustáceos, construção de barcos, fabricação de lanternas para engorda de ostras, construção de apriscos, bem como de telas para aviários, telhas para estufas na produção de mudas e substituição de tubos de PVC na hidroponia.
Para cada tanque-rede de 1 m³, são usados 13 kg de embalagens ou seja, 234 garrafas. Em uma área de 1 he, a quantidade de garrafas que poderá ser destinada na construção de tanques-rede representa cerca de 130 toneladas.
A proposta já começou a ser introduzida em associações e cooperativas de pequenos agricultores e entre os catadores de resíduos sólidos. Estes últimos, e em particular aqueles que trabalham nos lixões, tendem a ser beneficiados principalmente na venda de produtos com preços melhores que os estipulados pelo mercado local. Com o aumento do preço de compra e venda do quilo de embalagens de garrafas PET, certamente haverá um maior estímulo à coleta.
Além de incentivar a coleta de garrafas PET, faz parte do projeto a capacitação dos catadores para trabalhar as embalagens de forma artesanal na confecção de tanques-rede, de telas para galinheiro, de lanternas para engorda de ostras, de barcos, de telhas para estufas. Por enquanto são beneficiadas pelo projeto três famílias localizadas às margens da Barragem do Engenho Novo do Goitá, em São Lourenço da Mata.
Os tanques-rede estão em teste pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), na cidade de Ibimirim, a 350 km cialis pill cutter de Foirtaleza. A intenção é divulgar os tanques-rede e mostrar sua viabilidade e o a relação custo/beneficio dos mesmos.
Cetesb promove evento para discutir organização dos catadores
Catadores de cerca de 30 municípios estarão reunidos, no dia 22 deste mês, das 8 às 16 horas, em Piracicaba, para discutir questões como comecialização conjunta de material reciclável, segurança no trabalho, gestão partilhada, relaçãoes internas, questões sociais e autonomia.
Com essa finalidade, o Projeto Reciclar 2000 Regional – Nosso Futuro Sustentável vai promover o II Encontro de Cooperativas e Grupos Cooperativos, no Parque Engenho Central, na Avenida Maurice Allain, 454, em Piracicaba. A reunião, que tem o apoio da prefeitura local, está sendo organizada pela Secretaria do Meio Ambiente cialis cheapest do Estado, por intermédio da Cetesb – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, e pela Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social.
Os catadores já organizados em cooperativas ou em processo de organização, são dos municípios de Águas de São Pedro, Americana, Analândia, Araras, Capivari, Charqueada, Cordeirópolis, Corumbataí, Elias Fausto, Hortolândia, Ipeúna, Iracemápolis, Itirapina, Leme, Limeira, Mombuca, Monte Mór, Nova Odessa, Piracicaba, Pirassununga, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d’Oeste, Santa Cruz da Conceição, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra, São Pedro e Sumaré.
Confira a Programação
- 8 às 9 horas – Credenciamento
- 9 às 9h30 – Lanche
- 9h30 às buy pills online without prescription 10 horas – Sessão de abertura
- 10 às 10h30 – Participação do Projeto Reciclar 2000 Regional no Movimento Nacional dos Catadores – Jailza de Souza Silva, representante de o Projeto Reciclar 2000 Regional no Movimento Nacional dos Catadores
- 10h30 às 11h30 – Estrutura do Conselho de Gerenciamento do Projeto Reciclar 2000 Regional e apresentação dos representantes dos cooperados e catadores eleitos nas microrregiões
- 11 às 11h30 – O catador como agente ambiental
- 11h30 às 12h30 – Almoço
- 12h30 às 14h15 – Grupos temáticos
- 14h15 às 15h15 – Plenária
- 15h15 às 16 horas – Encerramento
- 16 horas – Lanche
(Informações da Assessoria de Imprensa da Secretaria do Meio Ambiente)

