Temperatura da Terra subiu mais que se imaginava
Satélites da Nasa, que estão sendo usados como se fossem termômetros, comprovaram que o aumento da temperatura na Terra foi maior do que se imaginava até agora. Os registros obtidos sobre a situação de 1981 a 1998 comprovaram que a temperatura média global aumentou 0,43º C por década.
Dados obtidos anteriormente, por estações terrestres, haviam mostrado um aumento inferior no período, de 0,34º C por década. A diferança é de cerca de 26%. De acordo com a revista Pesquisa Fapesp, os cientistas agora pretendem ampliar a medição até 2003.
Os satélites da Nasa fornecem imagens que mostram as temperaturas em todo o planeta, obtidas a partir de instrumentos como o espectroradiômetro, que mede a quantidade de luz ultravioleta, infravermelho e visível refletida em determinada superfície. Os registros foram feitos em áreas livres de neve. Os pesquisadores envolvidos contam que os registros obtidos pelos satélites são mais detalhados e mais abrangentes do que os anteriores.
Índia aprova nova variedade de algodão transgênico
A Índia aprovou, no mês de abril, o cultivo e comercialização da quarta variedade de algodão transgênico resistente a insetos.
O algodão BT, que protege as plantações de algodão contra o ataque das lagartas alabama (curuquerê), da maçã e rosada, foi desenvolvido pela empresa Rasi Seeds, com tecnologia licenciada da Monsanto.
Segundo dados do ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia), o algodão resistente a pragas foi a terceira planta geneticamente modificada mais cultivada no mundo em 2003, com 7,2 milhões de hectares plantados.
O algodão Bt é desenvolvido por biotecnologia e carrega em seu código genético o gene da proteína do Bacillus thuringiensis, uma bactéria encontrada naturalmente no solo, que tem ação inseticida contra insetos que atacam as lavouras.
Na Índia, o algodão transgênico é cultivado na região central e no extremo sul do país. Em 2002, pela primeira vez, o país plantou cerca de 50 mil hectares de algodão Bt, tendo dobrado essa área, em 2003, para aproximadamente 100 mil hectares, de acordo com o ISAAA.
Estudo realizado pela Universidade da Califórnia, no ano passado, concluiu que a adoção de algodão geneticamente modificado resistente a insetos deve aumentar a produção em até 80% na Índia e reduzir substancialmente a aplicação de inseticidas.
Temperatura da Terra subiu mais que se imaginava
Satélites da Nasa, que estão sendo usados como se fossem termômetros, comprovaram que o aumento da temperatura na Terra foi maior do que se imaginava até agora. Os registros obtidos sobre a situação de 1981 a 1998 comprovaram que a temperatura média global aumentou 0,43º C por década.
Dados obtidos anteriormente, por estações terrestres, haviam mostrado um aumento inferior no período, de 0,34º C por década. A diferança é de cerca de 26%. De acordo com a revista Pesquisa Fapesp, os cientistas agora pretendem ampliar a medição até 2003.
Os satélites da Nasa fornecem imagens que mostram as temperaturas em todo o planeta, obtidas a partir de instrumentos como o espectroradiômetro, que mede a quantidade de luz ultravioleta, infravermelho e visível refletida em determinada superfície. Os registros foram feitos em áreas livres de neve. Os pesquisadores envolvidos contam que os registros obtidos pelos satélites são mais detalhados e mais abrangentes do que os anteriores.
Índia aprova nova variedade de algodão transgênico
A Índia aprovou, no mês de abril, o cultivo e comercialização da quarta variedade de algodão transgênico resistente a insetos.
O algodão BT, que protege as plantações de algodão contra o ataque das lagartas alabama (curuquerê), da maçã e rosada, foi desenvolvido pela empresa Rasi Seeds, com tecnologia licenciada da Monsanto.
Segundo dados do ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações de Agrobiotecnologia), o algodão resistente a pragas foi a terceira planta geneticamente modificada mais cultivada no mundo em 2003, com 7,2 milhões de hectares plantados.
O algodão Bt é desenvolvido por biotecnologia e carrega em seu código genético o gene da proteína do Bacillus thuringiensis, uma bactéria encontrada naturalmente no solo, que tem ação inseticida contra insetos que atacam as lavouras.
Na Índia, o algodão transgênico é cultivado na região central e no extremo sul do país. Em 2002, pela primeira vez, o país plantou cerca de 50 mil hectares de algodão Bt, tendo dobrado essa área, em 2003, para aproximadamente 100 mil hectares, de acordo com o ISAAA.
Estudo realizado pela Universidade da Califórnia, no ano passado, concluiu que a adoção de algodão geneticamente modificado resistente a insetos deve aumentar a produção em até 80% na Índia e reduzir substancialmente a aplicação de inseticidas.
Recife terá R$ 11 milhões para Centro de Ciências Nucleares
O Ministério da Ciência e Tecnologia vai liberar mais R$ 11 milhões para concluir no Recife o Centro Regional de Ciências Nucleares, que produzirá radiofármacos - produtos com propriedades radioativas para aplicação médica. O centro, que começou a ser construído em 2000 e já recebeu R$ 19 milhões, deve resolver o problema da distribuição destes produtos nas regiões Nordeste e Norte.
Os radiofármacos podem perder suas propriedades radioativas em poucas horas, o que torna importante a proximidade entre a unidade de produção e o local de sua aplicação. Segundo a Agência Fapesp, o centro regional no Recife deve estar concluído até o final do ano. Terá 11.000m² com cinco laboratórios e um ciclotron - equipamento acelerador de partículas que serve para tratar materiais nucleares.
A liberação dos recursos foi anunciada pelo ministro Eduardo Campos, que também revelou estar em estudos no ministério a criação de um centro de irradiação de alimentos por raios gama, para eliminar fungos e bactérias de frutas produzidas no Vale do São Francisco.
Recife terá R$ 11 milhões para Centro de Ciências Nucleares
O Ministério da Ciência e Tecnologia vai liberar mais R$ 11 milhões para concluir no Recife o Centro Regional de Ciências Nucleares, que produzirá radiofármacos - produtos com propriedades radioativas para aplicação médica. O centro, que começou a ser construído em 2000 e já recebeu R$ 19 milhões, deve resolver o problema da distribuição destes produtos nas regiões Nordeste e Norte.
Os radiofármacos podem perder suas propriedades radioativas em poucas horas, o que torna importante a proximidade entre a unidade de produção e o local de sua aplicação. Segundo a Agência Fapesp, o centro regional no Recife deve estar concluído até o final do ano. Terá 11.000m² com cinco laboratórios e um ciclotron - equipamento acelerador de partículas que serve para tratar materiais nucleares.
A liberação dos recursos foi anunciada pelo ministro Eduardo Campos, que também revelou estar em estudos no ministério a criação de um centro de irradiação de alimentos por raios gama, para eliminar fungos e bactérias de frutas produzidas no Vale do São Francisco.
Anvisa diz que é difícil fiscalizar transgênicos
A rotulagem de produtos com mais de 1% de transgênicos em sua composição não tem utilidade sob o aspecto da saúde e é de difícil fiscalização, afirmou nesta segunda-feira o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Claudio Maierovich. Ele disse que nos EUA pelo menos 200 milhões de pessoas consomem, há dez anos, produtos à base de soja geneticamente modificada sem registro de “qualquer dor de barriga”. “A sombra é muito maior do que o monstro”, aposta o diretor que esta semana comemora o quinto aniversário da Anvisa.
Maierovich advertiu que não há menor condição de identificar produtos com ingredientes transgênicos, sem informação espontânea da cadeia produtiva e sem análise laboratorial. Se colocar lado a lado um produto transgênico de um convencional é impossível estabelecer visualmente a diferença. “Não esperem que a vigilância colete produtos nos supermercados para fazer tais análises. Não é nossa prioridade”, afirmou o diretor. Segundo ele, somente em casos excepcionais serão pedidos testes para o laboratório Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (ICQS), da Fiocruz. O exame para constatar presença ou não de transgênico custa entre R$ 250 e R$ 300 por amostra. Normalmente, a análise exige três amostras.
O papel da vigilância sanitária será limitado a checar documentos que permitam rastrear a origem de cada componente do produto ao longo da cadeia produtiva, informou o diretor-presidente da Anvisa. Ele comentou ainda que o rótulo só deveria ser exigido para produtos com mais de 5% de componentes transgênicos. Com o porcentual de 1% se atinge também produtos que sofreram contaminação de transgênico, por exemplo, por problemas no transporte de uma carga.
Maierovich contou que o governo decidiu exigir a rotulagem porque prevaleceu a tese de que o consumidor tem direito de saber o que está ingerindo. Também se considerou que a introdução de culturas transgênicas possa gerar impacto no meio ambiente e até permitir que uma praga incomum torne-se freqüente e provoque uma quebra de safra.
Anvisa diz que é difícil fiscalizar transgênicos
A rotulagem de produtos com mais de 1% de transgênicos em sua composição não tem utilidade sob o aspecto da saúde e é de difícil fiscalização, afirmou nesta segunda-feira o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Claudio Maierovich. Ele disse que nos EUA pelo menos 200 milhões de pessoas consomem, há dez anos, produtos à base de soja geneticamente modificada sem registro de “qualquer dor de barriga”. “A sombra é muito maior do que o monstro”, aposta o diretor que esta semana comemora o quinto aniversário da Anvisa.
Maierovich advertiu que não há menor condição de identificar produtos com ingredientes transgênicos, sem informação espontânea da cadeia produtiva e sem análise laboratorial. Se colocar lado a lado um produto transgênico de um convencional é impossível estabelecer visualmente a diferença. “Não esperem que a vigilância colete produtos nos supermercados para fazer tais análises. Não é nossa prioridade”, afirmou o diretor. Segundo ele, somente em casos excepcionais serão pedidos testes para o laboratório Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (ICQS), da Fiocruz. O exame para constatar presença ou não de transgênico custa entre R$ 250 e R$ 300 por amostra. Normalmente, a análise exige três amostras.
O papel da vigilância sanitária será limitado a checar documentos que permitam rastrear a origem de cada componente do produto ao longo da cadeia produtiva, informou o diretor-presidente da Anvisa. Ele comentou ainda que o rótulo só deveria ser exigido para produtos com mais de 5% de componentes transgênicos. Com o porcentual de 1% se atinge também produtos que sofreram contaminação de transgênico, por exemplo, por problemas no transporte de uma carga.
Maierovich contou que o governo decidiu exigir a rotulagem porque prevaleceu a tese de que o consumidor tem direito de saber o que está ingerindo. Também se considerou que a introdução de culturas transgênicas possa gerar impacto no meio ambiente e até permitir que uma praga incomum torne-se freqüente e provoque uma quebra de safra.
Embrapa vai ajudar Rondônia a produzir hortaliças
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai ajudar Rondônia a produzir verduras e legumes. Nesta segunda-feira (26), uma equipe de pesquisadores da Embrapa Hortaliças (Brasília/DF) desembarca em Porto Velho (RO) e segue direto para Vilhena, sul do Estado, para fazer um diagnóstico das condições para a produção em Rondônia.
A visita foi acertada após uma reunião entre o secretário de Agricultura de Rondônia, Luiz Cláudio Pereira Alves, como chefe-geral da Unidade, José Amauri Buso, no início do mês, em Brasília. O governo estadual propôs uma parceria com a Embrapa para viabilizar a olericultura na região. O secretário de agricultura disse que o estado importa 80% das hortaliças que consome e a maior parte da produção é de folhosas, como alface.
Por isso, o governo iniciou um programa para introduzir novas espécies. Luiz Cláudio Pereira Alves informou que 85% das propriedades do estado são de pequenos produtores, que seriam beneficiados com a iniciativa. “Somos grandes produtores de café, mas temos interesse em diversificar a produção. Temos um convênio de cooperação técnica com a Embrapa, que tem a tecnologia para nos ajudar. Por isso buscamos a Empresa.”
De acordo com o chefe-geral da Unidade, José Amauri Buso, durante a visita, os pesquisadores da Embrapa Hortaliças vão avaliar as condições climáticas, a estrutura da extensão rural, a capacitação dos produtores e a demanda do mercado local, entre outros. Com as informações colhidas será possível elaborar, em conjunto com o governo estadual, um plano de trabalho para iniciar a produção de variedades de hortaliças economicamente viáveis no estado.
Além de introduzir novas cultivares e tecnologias, a Embrapa Hortaliças irá atuar na formação de técnicos da Emater de Rondônia e na divulgação de informações a assentados e produtores do estado. O pesquisador da Embrapa Rondônia, José Orestes Merola de Carvalho, da Área de Mandioca e Hortaliças, irá acompanhar os trabalhos em municípios do Estado onde serão desenvolvidas ações em conjunto com a Emater-RO. (Embrapa Rondônia)
Embrapa vai ajudar Rondônia a produzir hortaliças
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai ajudar Rondônia a produzir verduras e legumes. Nesta segunda-feira (26), uma equipe de pesquisadores da Embrapa Hortaliças (Brasília/DF) desembarca em Porto Velho (RO) e segue direto para Vilhena, sul do Estado, para fazer um diagnóstico das condições para a produção em Rondônia.
A visita foi acertada após uma reunião entre o secretário de Agricultura de Rondônia, Luiz Cláudio Pereira Alves, como chefe-geral da Unidade, José Amauri Buso, no início do mês, em Brasília. O governo estadual propôs uma parceria com a Embrapa para viabilizar a olericultura na região. O secretário de agricultura disse que o estado importa 80% das hortaliças que consome e a maior parte da produção é de folhosas, como alface.
Por isso, o governo iniciou um programa para introduzir novas espécies. Luiz Cláudio Pereira Alves informou que 85% das propriedades do estado são de pequenos produtores, que seriam beneficiados com a iniciativa. “Somos grandes produtores de café, mas temos interesse em diversificar a produção. Temos um convênio de cooperação técnica com a Embrapa, que tem a tecnologia para nos ajudar. Por isso buscamos a Empresa.”
De acordo com o chefe-geral da Unidade, José Amauri Buso, durante a visita, os pesquisadores da Embrapa Hortaliças vão avaliar as condições climáticas, a estrutura da extensão rural, a capacitação dos produtores e a demanda do mercado local, entre outros. Com as informações colhidas será possível elaborar, em conjunto com o governo estadual, um plano de trabalho para iniciar a produção de variedades de hortaliças economicamente viáveis no estado.
Além de introduzir novas cultivares e tecnologias, a Embrapa Hortaliças irá atuar na formação de técnicos da Emater de Rondônia e na divulgação de informações a assentados e produtores do estado. O pesquisador da Embrapa Rondônia, José Orestes Merola de Carvalho, da Área de Mandioca e Hortaliças, irá acompanhar os trabalhos em municípios do Estado onde serão desenvolvidas ações em conjunto com a Emater-RO. (Embrapa Rondônia)
