Casca do ovo com cimento vira material de construção

abril 22, 2004 by  
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Desde criança César Hideo Nagumo, 21 anos, quartanista do curso de Engenharia Agrícola da Unicamp, conviveu com o pai em uma granja na cidade de Lins, interior de São Paulo. Por isso não foi difícil perceber, ao longo dos anos, os problemas acarretados pelo descarte da casca de ovo no solo. Ele estima que 3% do total da produção de ovos em granjas não são aproveitados devido a trincas e má qualidade. Nestes casos, é vendida, apenas a parte líquida do ovo e, a casca não tem qualquer aproveitamento. No incubatório de pintinhos, o problema é ainda mais grave. São geradas, em média, 25 toneladas de casca que não podem ser usadas como alimentos ou outro fim.


No encontro com o professor Antonio Beraldo, o bolsista de iniciação científica, encontrou a solução, relata a Agência Brasil. Beraldo estuda as alternativas para resíduos agro-industriais desde 1989, quando participou de um programa na França. A partir da mistura do resíduo com cimento, areia e água, são produzidos blocos vazados, telhas, floreiras, bancos e outros objetos. Na França, o pesquisador se dedicou a desenvolver compósitos de biomassa vegetal, cimento com duas madeiras européias e bambu.


Da investigação surgiram dois produtos já patenteados e com aplicações rimonabant buy nos mais diferentes lugares, inclusive, em sua própria casa. São eles o CBVC e o Biokreto. No Brasil, Beraldo abriu ainda mais o leque de utilizações de rejeitos e pesquisou os resíduos de madeiras da empresa Faber Castell, casca de arroz e folha de cana. Neste momento, as pesquisas se concentram na casca do ovo.


Por enquanto, o trabalho ainda precisa de outros testes para se verificar a durabilidade. Mas, Beraldo afirma que este tipo de experiência, ele prefere fazer com produtos prontos. Tanto é, que ao percorrer a Faculdade de Engenharia Agrícola, percebe-se floreiras, áreas de descanso, calçadas e até mesmo estacionamento de bicicletas feitas com os materiais alternativos e pelos próprios alunos. “A calçada, por exemplo, já tem perto de sete anos de uso”, esclarece.


A dificuldade no aproveitamento da casa de ovo está na película interna que não é compatível com o cimento. Por isso, Nagumo teve que realizar diversos tratamentos na casca para obter um material aproveitável. Ele fez pesquisas com o cimento comum utilizado em residências e também um cimento de alta resistência inicial, específico para confecção de placas pré-moldadas.


Num segundo momento calculou a estrutura. Recorreu à tecnologia de ultrassom, ou seja, são ensaios que não necessita destruir o material para verificar sua resistência. Faltam ainda, os testes mais sofisticados de microscopia eletrônica para se verificar a impermeabilidade e durabilidade. Mas, Beraldo, por sua experiência na área, já pode afirmar que o produto pode servir para confecção de blocos vazados e placas pré-moldadas. Por isso, eles estão saindo dos experimentos em cheap pills laboratórios para pedir a opi nião de profissionais e empresários do setor para se ter idéia das vantagens econômicas e obter informações da resistência aceitável para este tipo de material.

Possibilidade de avanços na preservação ambiental, diz Marina

abril 22, 2004 by  
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No Dia da Terra, buy prescription drugs online without a prescription a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, diz que estamos vivendo a era dos limites no uso dos recursos naturais que podem comprometer a vida dos cidadãos no futuro. Marina Silva participou do lançamento do Programa Nacional de Educação Ambiental e afirmou que o diálogo do governo com a sociedade, organizações e governos estaduais e municipais é um novo momento para o país avançar nas questões ambientais. Ela ressaltou que algumas dificuldades estão sendo vencidas, como a idéia de que meio ambiente não é assunto de interesse social, ou de desenvolvimento nacional.

Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Educação realizaram em novembro do ano passado a I Conferência Nacional do Meio Ambiente. A iniciativa envolveu um total de 4000 municípios e 16 mil escolas do ensino fundamental e médio, além de 6 milhões de pessoas. Entre elas representantes de entidades, pais, alunos, professores e comunidade, que trabalharam diretamente nos debates e propostas para a biodiversidade, o desenvolvimento sustentável, a preservação das florestas, o consumo da água e as próprias condições de vida do homem.

O Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, do Ministério da Educação, Ricardo Henriques, representou o Ministro Tarso Genro buy rimonabant na solenidade. Ele defendeu a escola como berço da educação ambiental. Na sua opinião, o tema precisa sair da visão superficial para criar mudanças de cultura, comportamento e de hábitos.

Representando os alunos que participaram da versão infanto-juvenil da Conferência do Meio-Ambiente, Lucas Pereira, de 13 anos, morador de Brasília, cursa a 7ª série e pode ser considerado um aluno modelo. Ele admite que é discriminado e muitas vezes chamado de “chato” e “cata-lixo” na escola, mas não desiste de conquistar novos colegas para a causa ambiental. “Eu pretendo fazer uma mini-conferência para preparar o pessoal para a Conferência Nacional do ano que vem”, entusiasma-se.

O desafio do Programa Nacional de Educação Ambiental, em sua concepção, é estimular a ampliação e o aprofundamento da educação ambiental em todos os municípios, setores da sociedade e do ensino no Brasil. Para a Ministra Marina Silva, ele é a oportunidade de se promover o renascimento das relações do homem com ele mesmo e com o seu meio. Ela reconhece que a realização da Conferência é uma tentativa de reposta aos desafios que sociedade e governo têm pela frente na criação de políticas públicas para o setor.

Casca do ovo com cimento vira material de construção

abril 22, 2004 by  
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Desde criança César Hideo Nagumo, 21 anos, quartanista do curso de Engenharia Agrícola da Unicamp, conviveu com o pai em uma granja na cidade de acomplia cheap Lins, interior de São Paulo. Por isso não foi difícil perceber, ao longo dos anos, os problemas acarretados pelo descarte da casca de ovo no solo. Ele estima que 3% do total da produção de ovos em granjas não são aproveitados devido a trincas e má qualidade. Nestes casos, é vendida, apenas a parte líquida do ovo e, a casca não tem qualquer aproveitamento. No incubatório de pintinhos, o problema é ainda mais grave. São geradas, em média, 25 toneladas de casca que não podem online pharmacy without a prescription ser usadas como alimentos ou outro fim.


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Por enquanto, o trabalho ainda precisa de outros testes para se verificar a durabilidade. Mas, Beraldo afirma que este tipo de experiência, ele prefere fazer com produtos prontos. Tanto é, que ao percorrer a Faculdade de Engenharia Agrícola, percebe-se floreiras, áreas de descanso, calçadas e até mesmo estacionamento de bicicletas feitas com os materiais alternativos e pelos próprios alunos. “A calçada, por exemplo, já tem perto de sete anos de uso”, esclarece.


A dificuldade no aproveitamento da casa de ovo está na película interna que não é compatível com o cimento. Por isso, Nagumo teve que realizar diversos tratamentos na casca para obter um material aproveitável. Ele fez pesquisas com o cimento comum utilizado em residências e também um cimento de alta resistência inicial, específico para confecção de placas pré-moldadas.


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Possibilidade de avanços na preservação ambiental, diz Marina

abril 22, 2004 by  
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No Dia da Terra, a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, diz que estamos vivendo a era dos limites no uso dos recursos naturais que podem comprometer a vida dos cidadãos no futuro. Marina Silva participou do lançamento do Programa Nacional de Educação Ambiental e afirmou que o diálogo do governo com a sociedade, organizações e governos estaduais e municipais é um novo momento para o país avançar nas questões ambientais. Ela ressaltou que algumas dificuldades estão sendo vencidas, como a idéia de que meio ambiente não é assunto de interesse social, online pharmacy without prescription ou de desenvolvimento nacional.

Ministério do Meio Ambiente e Ministério da Educação realizaram em novembro do ano passado a I Conferência Nacional do Meio Ambiente. A iniciativa envolveu um total de 4000 municípios e 16 mil escolas do ensino fundamental e médio, além de 6 milhões de pessoas. Entre elas representantes de entidades, pais, alunos, professores e comunidade, que trabalharam diretamente nos debates e propostas para a biodiversidade, o desenvolvimento sustentável, a preservação das florestas, o consumo da água e as próprias condições de vida do homem.

O Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, do Ministério da Educação, Ricardo Henriques, representou o Ministro Tarso Genro na solenidade. Ele defendeu a escola como berço da educação ambiental. Na sua opinião, o tema precisa sair da visão superficial para criar mudanças de cultura, comportamento e de hábitos.

Representando os alunos que participaram da versão infanto-juvenil da Conferência do Meio-Ambiente, Lucas Pereira, de 13 anos, morador de Brasília, cursa a 7ª série e pode ser considerado um aluno modelo. Ele admite que é discriminado e muitas vezes chamado de “chato” e “cata-lixo” na escola, cheap acomplia mas não desiste de conquistar novos colegas para a causa ambiental. “Eu pretendo fazer uma mini-conferência para preparar o pessoal para a Conferência Nacional do ano que vem”, entusiasma-se.

O desafio do Programa Nacional de Educação Ambiental, em sua concepção, é estimular a ampliação e o aprofundamento da educação ambiental em todos os municípios, setores da sociedade e do ensino no Brasil. Para a Ministra Marina Silva, ele é a oportunidade de se promover o renascimento das relações do homem com ele mesmo e com o seu meio. Ela reconhece que a realização da Conferência é uma tentativa de reposta aos desafios que sociedade e governo têm pela frente na criação de políticas públicas para o setor.

Conselho aproxima empresários e órgãos ambientais

abril 20, 2004 by  
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O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão consultivo da Presidência da República, convocou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente do Ibama, Marcus Barros, para avaliar obras que dependem de permissão dos órgãos de fiscalização do meio ambiente para ser iniciadas ou concluídas.


No encontro, na segunda-feira, a ministra foi cobrada quanto a possíveis entraves na liberação de licenças ambientais para obras importantes e afirmou que não está havendo demora por parte dos órgãos federais.


Em entrevista após a reunião, a ministra observou que a maior parte dos licenciamentos é concedida pelos Estados. Ela informou que o Ibama, hoje, avalia um total order pills online without prescription de 66 projetos de infra-estrutura. “O processo ambiental é complexo e dele fazem parte outros atores que muitas vezes não são enxergados”, disse.


Sem protelação


Ela destacou que, no governo Lula, o Ibama aumentou o número de analistas ambientais de sete para 72, a fim de analisar os processos. Marina ressaltou que o Ministério não está permitindo “ações protelatórias” e procura atender com urgência os pedidos.


Ela disse que, embora reconheça a pressa de setores econômicos, não pode desconsiderar a legislação ambiental.


Segundo Marina, em 2003 foram concedidas 28 licenças prévias e 37 licenças de instalação. No ano anterior, foram concedidas 32 licenças prévias e 58 de instalação.


reductil acheter color=black>Obras


O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Base, Paulo Godoy, afirmou, por sua vez, que os empresários buscam realismo e uma definição, por parte do governo, nos pedidos de licença. A partir de agora, os encontros dos conselheiros ocorrerão de 15 em 15 dias.


A ministra informou que, até junho, o Ibama fará audiências públicas para avaliar as obras de ampliação e melhoria da BR-163, que liga as cidades de Santarém (PA) e Cuiabá (MT), e em julho o Ibama deverá avaliar uma licença prévia para as obras que poderão ser iniciadas nos primeiros meses de 2005.


O presidente do Ibama, Marcus Barros informou que no ano passado não foi requerida licença para construção de hidrelétrica. Segundo ele, o órgão avalia hoje a possibilidade de conceder licença para 14 hidrelétricas cujos processos de licença são anteriores a 2003.


Entendimento


O ministro Jaques Vagner, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social, disse que há um processo de entendimento de empresários e governo para agilizar as análises ambientais.


“Os empresários e nós queremos urgência de investimentos”, afirmou Vagner. “Há problemas e dificuldades de estrutura, mas os atores desse processo não são apenas o Executivo federal e a iniciativa privada. Também atuam nesse setor o poder Judiciário, o Ministério Público, municípios e estados”, acrescentou. (Leonencio Nossa)

Conselho aproxima empresários e órgãos ambientais

abril 20, 2004 by  
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O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, órgão consultivo da Presidência da República, convocou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o presidente do Ibama, Marcus Barros, para avaliar obras que dependem de permissão dos órgãos de fiscalização do meio ambiente para ser iniciadas ou concluídas.


No encontro, na segunda-feira, a ministra foi cobrada quanto a possíveis entraves na liberação de licenças ambientais para obras importantes e afirmou que não está havendo demora por parte dos órgãos federais.


Em entrevista após a reunião, a ministra observou que a maior parte dos licenciamentos é concedida pelos Estados. Ela informou que o Ibama, hoje, avalia um total de 66 projetos de infra-estrutura. “O processo ambiental é complexo e dele fazem parte outros atores que muitas vezes não são enxergados”, disse.


Sem protelação


Ela destacou que, no governo Lula, o Ibama aumentou o número de analistas ambientais de sete para 72, a fim de analisar os processos. Marina ressaltou que o Ministério não está permitindo “ações protelatórias” e procura atender com urgência os pedidos.


Ela disse que, embora buy medicine online without prescription reconheça a pressa de acheter reductil setores econômicos, não pode desconsiderar a legislação ambiental.


Segundo Marina, em 2003 foram concedidas 28 licenças prévias e 37 licenças de instalação. No ano anterior, foram concedidas 32 licenças prévias e 58 de instalação.


Obras


O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Base, Paulo Godoy, afirmou, por sua vez, que os empresários buscam realismo e uma definição, por parte do governo, nos pedidos de licença. A partir de agora, os encontros dos conselheiros ocorrerão de 15 em 15 dias.


A ministra informou que, até junho, o Ibama fará audiências públicas para avaliar as obras de ampliação e melhoria da BR-163, que liga as cidades de Santarém (PA) e Cuiabá (MT), e em julho o Ibama deverá avaliar uma licença prévia para as obras que poderão ser iniciadas nos primeiros meses de 2005.


O presidente do Ibama, Marcus Barros informou que no ano passado não foi requerida licença para construção de hidrelétrica. Segundo ele, o órgão avalia hoje a possibilidade de conceder licença para 14 hidrelétricas cujos processos de licença são anteriores a 2003.


Entendimento


O ministro Jaques Vagner, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Social, disse que há um processo de entendimento de empresários e governo para agilizar as análises ambientais.


“Os empresários e nós queremos urgência de investimentos”, afirmou Vagner. “Há problemas e dificuldades de estrutura, mas os atores desse processo não são apenas o Executivo federal e a iniciativa privada. Também atuam nesse setor o poder Judiciário, o Ministério Público, municípios e estados”, acrescentou. (Leonencio Nossa)

Brasil quer gerar energia elétrica a partir do etanol

abril 19, 2004 by  
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O governo brasileiro quer utilizar etanol como combustível para energia elétrica. Foi o que informou a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, à saída do Ministério das Relações Exteriores, após encontro com o ministro Celso Amorim e o secretário de Energia dos Estados Unidos, Spencer Abraham.

O Brasil participou da assinatura de um acordo multilateral de cooperação na área de energia em novembro do ano passado, quando a ministra Dilma Rousseff esteve nos Estados Unidos. O grupo é formado por 15 países. O Brasil é o único país signatário na América Latina.

Agora à tarde, a ministra recebe o secretário americano Spencer Abraham para acertarem detalhes sobre o acordo, em especial a questão de desenvolvimento da tecnologia do hidrogênio, biodiesel e etanol. “Vamos propor a eles um workshop para o segundo semestre deste ano sobre biomassa. A questão-chave é desenvolver a tecnologia do hidrogênio, cheap pills online que possui nível zero de emissão de gases e é mais eficiente”, afirmou Dilma.

Segundo a ministra, a tecnologia de hidrogênio poderá substituir gás, diesel e gasolina em térmicas e automóveis, mas deverá ser necessário um prazo de 20 anos, em média, para que ela seja introduzida. “Isso é uma evolução tecnológica do porte da introdução da gasolina, que transformou todo o cenário tecnológico. Ao Brasil interessa estabelecer estudos comuns, projetos e trocar conhecimento. Para se desenvolver na área de energia, é preciso atuar em todas as temporalidades, no curto, médio e longo prazo. Fazer isso, é preparar o Brasil para essa tendência de desenvolvimento tecnológico que, na área de energia, é o que há de mais novo”, diz Dilma.

Dilma Rousseff anunciou que o próximo passo será definir um cronograma de pesquisa e desenvolvimento técnico nos dois países para que o intercâmbio de tecnologia tenha início. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Spencer Abraham, afirmou no início do encontro no Itamaraty, que desde julho do ano passado vem tentando agendar uma visita ao Brasil e que o
presidente americano George W. Bush “tem dado atenção especial ao Brasil na área de energia”.

A cooperação na área de energia foi acertada em junho do ano passado entre os presidentes George W. Bush e Luiz Inácio Lula cheapest acomplia da Silva.

Brasil quer gerar energia elétrica a partir do etanol

abril 19, 2004 by  
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O governo brasileiro quer utilizar drugs online without prescription etanol como combustível para energia elétrica. Foi o que informou a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, à saída do Ministério das Relações Exteriores, após encontro com o ministro Celso Amorim e o secretário de Energia dos Estados Unidos, Spencer Abraham.

O Brasil participou da assinatura de um acordo multilateral de cooperação na área de energia em novembro do ano passado, quando a ministra Dilma Rousseff esteve nos Estados Unidos. O grupo é formado por 15 países. O Brasil é o único país signatário na América Latina.

Agora à tarde, a ministra recebe o secretário americano Spencer Abraham para acertarem detalhes sobre o acordo, em especial a questão de desenvolvimento da tecnologia do hidrogênio, biodiesel e etanol. “Vamos propor a eles um workshop para o segundo semestre deste ano sobre biomassa. A questão-chave é desenvolver a tecnologia do hidrogênio, que possui nível zero de emissão de gases e é mais eficiente”, afirmou Dilma.

Segundo a ministra, a tecnologia de hidrogênio poderá substituir gás, diesel e gasolina em térmicas e automóveis, mas deverá ser necessário um prazo de 20 anos, em média, para que ela seja introduzida. “Isso é uma evolução tecnológica do porte da introdução da gasolina, que transformou todo o cenário tecnológico. Ao Brasil interessa estabelecer estudos comuns, projetos e trocar conhecimento. Para se desenvolver na área de energia, é preciso atuar em todas as temporalidades, no curto, médio e longo prazo. Fazer isso, é preparar o Brasil para essa tendência de desenvolvimento tecnológico que, na área de energia, é o que há de mais novo”, diz Dilma.

Dilma Rousseff anunciou que o próximo passo será definir um cronograma de pesquisa e desenvolvimento técnico nos dois países para que o intercâmbio de tecnologia tenha online rimonabant início. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Spencer Abraham, afirmou no início do encontro no Itamaraty, que desde julho do ano passado vem tentando agendar uma visita ao Brasil e que o
presidente americano George W. Bush “tem dado atenção especial ao Brasil na área de energia”.

A cooperação na área de energia foi acertada em junho do ano passado entre os presidentes George W. Bush e Luiz Inácio Lula da Silva.

Município paulista proíbe transgênicos em merenda

abril 16, 2004 by  
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A merenda escolar de Lençóis Paulista, município a 290 km de São Paulo, não poderá conter alimentos transgênicos. A proibição está em lei, de autoria do vereador Paulo Lydio Temer Feres (PMN), sancionada pelo prefeito José Antonio Marise (PSDB). Ela deve ser regulamentada pelo Executivo num prazo máximo de 60 dias.


O projeto estabelece que caberá aos próprios rimonabant online fornecedores declarar, por escrito, que seus produtos não contêm elementos geneticamente modificados. Em caso de desrespeito à determinação, o fornecimento será suspenso e o responsável pagará multa de R$ 3 mil.


Feres disse que fez o projeto pelo fato de o governo federal e os mais importantes centros científicos não disporem de informações sobre quais os efeitos e conseqüências que a ingestão de transgênicos pode buy drugs online without prescription causar. A prefeitura serve diariamente 15 mil refeições aos estudantes da rede pública e crianças em creches. (Jair Aceituno)

Brasil bate novo recorde no recolhimento de embalagens de agrotóxicos

abril 16, 2004 by  
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O Brasil continua a bater recordes no recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos. Nos três primeiros meses deste ano, o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev) recolheu aproximadamente 3,8 mil toneladas de material, reductil bestellen alcançando o mesmo volume recolhido em 2002. Na comparação com 2003, quando foram coletadas 1,25 mil toneladas, o volume do primeiro trimestre deste ano cresceu 200%.


Somente no mês de março foram retiradas do meio ambiente 1,5 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos. Em março, os estados do Paraná, São Paulo e Minas Gerais obtiveram os melhores índices de recolhimento. Juntos, conseguiram atingir a marca de 825 toneladas. Os três Estados representam 53% de todo o volume coletado buy pills online without prescription no país.


Os números foram apresentados nesta quinta-feira, dia 15, durante reunião no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O presidente do Inpev, João César Rando, comemorou a expressiva evolução do volume de embalagens coletadas no Brasil.


- Os números são resultados da integração de esforços de todos os agentes ligados ao agronegócio. Todo esse processo assegura eficiência e segurança ao sistema de devolução, desde a retirada até a correta destinação final – avaliou.


Somente em 2004, o Inpev aplicará R$ 27 milhões neste trabalho, incluindo a construção de galpões de armazenamento no campo, custos de logística, desenvolvimento tecnológico e campanhas de educação voltadas aos produtores rurais. Entre os meses de abril e maio serão implantadas mais cinco centrais de recolhimento de embalagens.


Quando o projeto começou, em março de 2002, o instituto contabilizava 33 centrais e um posto de recebimento no país. Em 2003, fechou com 230 unidades – 100 centrais e 130 postos de recebimento. A previsão para 2004 é de chegar a 400 unidades, gerando cerca de 3 mil empregos diretos.


De acordo com o Inpev, o Brasil hoje tem mais de 80 mil metros quadrados de área construída com centrais e postos de recebimento e outros 700 mil metros quadrados de terrenos dedicados ao recebimento das embalagens.

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