Ibama e ANP lançam Guia de Licenciamento
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama e a Agência Nacional de Petróleo – ANP lançaram nesta quinta-feira, 22, no Rio de Janeiro, o Guia para o Licenciamento Ambiental das Atividades de Exploração de Petróleo – sísmica e perfuração – para os 619 blocos em mar da Sexta Rodada de Licitações.
Para o ministro interino do Meio Ambiente, Cláudio Langone, o guia ajudará os empreendedores na formulação do macro-planejamento que inclua o licenciamento ambiental diminuindo o grau de incertezas por parte dos investidores.
As informações contidas em CD-ROM, também disponíveis no site do Ibama (www.ibama.gov.br) e da ANP (www.brasil-rounds.gov.br), antecipam as exigências para proteção ambiental das áreas a serem exploradas, orientam o planejamento dos potenciais investidores e reduzem as incertezas para os participantes da Sexta Rodada de Licitações. Com melhor orientação para elaboração dos projetos, espera-se também que o licenciamento ambiental tenha tramitação mais rápida.
Essa é a terceira edição buy phentermine without prescription do Guia de Licenciamento. Desta vez, a publicação apresenta um conjunto maior e mais detalhado de informações. “Historicamente, o guia representa a decisão do governo de conciliar a produção de petróleo com a proteção ambiental”, disse o diretor de Licenciamento e Qualidade Ambiental do Ibama, Nilvo Luiz Alves da Silva Silva, durante o lançamento do guia.
Conforme o diretor da ANP, embaixador Rêgo Barros, as rodadas anteriores não ofereciam qualquer informação ambiental e essa era uma reivindicação dos investidores, agora atendida com o lançamento do guia.
A Sexta Rodada de Licitações acontecerá nos dias 17 e 18 de agosto, no Rio de Janeiro, ofertará 913 blocos (619 no mar e 294 em terra) em 12 bacias sedimentares, totalizando cerca de 202 mil quilômetros quadrados. Serão oferecidos blocos em águas profundas, águas rasas e terra.
As diretrizes para o licenciamento ambiental dos blocos em terra estão sob responsabilidade dos órgãos ambientais estaduais, e também estão disponíveis no site da ANP.
Seminário de Licenciamento Ambiental
Nos dias 29 e 30 de julho, o Ibama realiza em São Paulo o Seminário Nacional de Licenciamento Ambiental. O evento reunirá o Ibama, os órgãos ambientais estaduais, empreendedores, investidores e representantes do Ministério Público da União e dos estados.
Outras informações cialis 5 mg daily
ANP – Assessoria de Imprensa
Tels: 021-3804-0023/24/25
e-mail: imprensa@anp.gov.br
Ibama – Assessoria de Imprensa
Tels: 061 9968.9025/ 316.1015
e-mail: ascom.sede@ibama.gov.br
Ibama realizará concurso para contratar 915 técnicos de nível superior
O Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai realizar concurso público até novembro para a contratação de 915 técnicos de nível superior. Deste total, 150 são para a área de licenciamento ambiental, onde hoje trabalham apenas 80 funcionários em todo o país. A informação foi dada nesta daily cialis dose quinta-feira, no Rio de Janeiro, pelo diretor de licenciamento e qualidade do órgão, Nilvo Luiz Alves da Silva. A expectativa do Ibama é de convocar os primeiros 610 classificados já em janeiro do próximo ano e chamar o restante até meados de 2005.
Segundo Nilvo Luiz, a idéia é dividir a área de licenciamento em três setores específicos: um de petróleo, um para energia elétrica e o terceiro para transportes, o que daria condições ao Ibama de acompanhar a demanda cada vez maior de projetos na área de infra-estrutura.
Outra alteração explicada por Nilvo é que neste concurso o Ibama vai especificar o tipo de profissional necessário para cada região prescription drugs without prescription para que não ocorra uma superlotação de profissionais com a mesma qualificação em um só estado, a exemplo do que ocorreu em 2002, quando o Ibama fez um concurso e não definiu os perfis dos especialistas. “As pessoas iam passando e, de acordo com sua classificação, iam escolhendo os locais onde queriam trabalhar”, lembrou.
Ibama e ANP lançam Guia de Licenciamento
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama e a Agência Nacional de Petróleo – ANP lançaram nesta quinta-feira, 22, no Rio de Janeiro, o Guia para o Licenciamento Ambiental das Atividades de Exploração de Petróleo – sísmica e perfuração – para os 619 blocos em mar da Sexta Rodada de Licitações.
Para o ministro interino do Meio Ambiente, Cláudio Langone, o guia ajudará os empreendedores na formulação do macro-planejamento que inclua o licenciamento ambiental diminuindo o grau de incertezas por parte dos investidores.
As informações contidas em CD-ROM, também disponíveis no site do Ibama (www.ibama.gov.br) does female cialis work e da ANP (www.brasil-rounds.gov.br), antecipam as exigências para proteção ambiental das áreas a serem exploradas, orientam o planejamento dos potenciais investidores e reduzem as incertezas para os participantes da Sexta Rodada de Licitações. Com melhor orientação para elaboração dos projetos, espera-se também que o licenciamento ambiental tenha tramitação mais rápida.
Essa é a terceira edição do Guia de Licenciamento. Desta vez, a publicação apresenta um conjunto maior e mais detalhado de informações. “Historicamente, o guia representa a decisão do governo de conciliar a produção de petróleo com a proteção ambiental”, disse o diretor de Licenciamento e Qualidade Ambiental do Ibama, Nilvo Luiz Alves da Silva Silva, durante o lançamento do guia.
Conforme o diretor da ANP, embaixador Rêgo Barros, as rodadas anteriores não ofereciam qualquer informação ambiental e essa era uma reivindicação dos investidores, agora atendida buy prescription drugs online without prescription com o lançamento do guia.
A Sexta Rodada de Licitações acontecerá nos dias 17 e 18 de agosto, no Rio de Janeiro, ofertará 913 blocos (619 no mar e 294 em terra) em 12 bacias sedimentares, totalizando cerca de 202 mil quilômetros quadrados. Serão oferecidos blocos em águas profundas, águas rasas e terra.
As diretrizes para o licenciamento ambiental dos blocos em terra estão sob responsabilidade dos órgãos ambientais estaduais, e também estão disponíveis no site da ANP.
Seminário de Licenciamento Ambiental
Nos dias 29 e 30 de julho, o Ibama realiza em São Paulo o Seminário Nacional de Licenciamento Ambiental. O evento reunirá o Ibama, os órgãos ambientais estaduais, empreendedores, investidores e representantes do Ministério Público da União e dos estados.
Outras informações
ANP – Assessoria de Imprensa
Tels: 021-3804-0023/24/25
e-mail: imprensa@anp.gov.br
Ibama – Assessoria de Imprensa
Tels: 061 9968.9025/ 316.1015
e-mail: ascom.sede@ibama.gov.br
Ibama realizará concurso para contratar 915 técnicos de nível superior
O Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) vai realizar concurso público até novembro para a contratação de 915 técnicos de nível superior. Deste total, 150 são para a área de licenciamento ambiental, onde hoje trabalham apenas 80 funcionários em todo o país. A informação foi dada nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, pelo diretor de licenciamento e qualidade do órgão, Nilvo Luiz Alves da Silva. A expectativa do Ibama é de convocar os primeiros 610 classificados já em janeiro do próximo ano e chamar o restante até meados de 2005.
Segundo Nilvo Luiz, a idéia é dividir a área de licenciamento em três setores específicos: um de petróleo, um para energia elétrica e o terceiro para transportes, o que daria condições ao Ibama de acompanhar a demanda cada vez maior de projetos na área de infra-estrutura.
Outra alteração cialis herbal alternative explicada por Nilvo é que neste concurso o Ibama vai especificar o tipo de profissional necessário para cada região para que não ocorra uma superlotação de profissionais com a mesma qualificação em um só estado, a exemplo do que buying pills online ocorreu em 2002, quando o Ibama fez um concurso e não definiu os perfis dos especialistas. “As pessoas iam passando e, de acordo com sua classificação, iam escolhendo os locais onde queriam trabalhar”, lembrou.
Uma das maiores reservas de água doce corre perigo
A grande exploração e a contaminação põem em risco o Aqüífero Guarani, uma das maiores reservas de água doce do mundo e que engloba vastas regiões do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Especialistas argentinos advertiram para o risco do aumento da salinidade da água, da degradação de sua composição até deixar de ser potável e da perda da pressão natural que a faz surgir do subsolo, informa hoje o jornal Clarín.
“É urgente frear a exploração em massa e intensiva do aqüífero”, inclusive para banhos curativos, disse ao jornal o titular da cadeira de hidrogeologia da Universidade de Buenos Aires, Miguel Auge.
Na Argentina, a bacia passa por baixo de seis províncias, mas sua exploração no país se limita a dez poços termais no distrito de Entre Ríos, enquanto no Brasil abastece cerca de 300 cidades.
Segundo a diretora do Programa de Geociências da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ofelia Tujchneider, “há risco de que a água muito salgada do subsolo comprometa fontes doces”.
Para preservar a gigantesca reserva de água, prescription pills online os especialistas recomendam não abrir novos poços de águas termais ou de uso industrial e destacam que ela corre perigo se não houver medidas ambientais urgentes.
A província de Buenos Aires suspendeu por um ano as permissões de perfuração de águas termais e a Argentina participa (com Brasil, Paraguai e Uruguai) do projeto Guarani, cialis soft tablets que conta com o financiamento do Banco Mundial. O objetivo da iniciativa, que tem um custo de quase 27 milhões de dólares, é conseguir antes de 2007 o “desenvolvimento sustentável” do aqüífero.
Para o hidrogeólogo do Instituto Nacional de Água Adrián Silva, nas regiões onde a reserva se alimenta “é preciso vigiar cada poço e seu entorno para que não haja o derramento de combustível, agroquímicos e outros contaminantes”.
Uma das maiores reservas de água doce corre perigo
A grande exploração e a contaminação põem em risco o Aqüífero Guarani, uma das maiores reservas de água doce do mundo e que engloba vastas regiões do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Especialistas argentinos advertiram para o risco do aumento da salinidade da água, da degradação de sua composição até deixar de ser potável e da perda da pressão natural que a faz surgir do subsolo, informa hoje o jornal Clarín.
“É urgente frear a exploração em massa e intensiva do aqüífero”, inclusive para banhos curativos, disse ao jornal o titular da cadeira de hidrogeologia da Universidade de Buenos Aires, Miguel Auge.
Na Argentina, a bacia passa por baixo de seis províncias, mas sua exploração no país se limita a dez poços termais no distrito de Entre Ríos, enquanto no Brasil abastece cerca de 300 cidades.
Segundo cialis da 5 mg a diretora do Programa de Geociências da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), Ofelia Tujchneider, “há risco de que a água muito salgada do subsolo comprometa fontes doces”.
Para preservar a gigantesca reserva de água, os especialistas recomendam não abrir novos poços de águas termais ou de uso industrial e destacam que ela corre perigo se não houver medidas ambientais urgentes.
A província de Buenos Aires suspendeu por um ano as permissões de perfuração de águas termais e a Argentina participa (com Brasil, Paraguai e Uruguai) do projeto Guarani, que conta com o financiamento do Banco Mundial. O objetivo da iniciativa, que tem um custo de quase 27 milhões de dólares, é conseguir antes de 2007 o “desenvolvimento sustentável” do aqüífero.
Para o hidrogeólogo do Instituto Nacional de Água Adrián Silva, nas regiões onde a reserva se alimenta “é preciso vigiar cada poço e seu entorno para que não haja o derramento de combustível, agroquímicos e outros contaminantes”.
Mudanças climáticas são analisadas durante reunião da SBPC
Na madrugada de 27 de março deste ano, os litorais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entraram em estado de atenção. Um fenômeno nunca antes registrado pelos phentermine without prescription meteorologistas era observado no Brasil.
As imagens de satélite, analisadas dias depois, não deixaram dúvida. Era um furacão, de intensidade moderada, que atingiu o Sul do Brasil.
Segundo o pesquisador Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (Inpe), não se pode descartar por completo a tese de que o fenômeno verificado pertencia a uma nova ordem climática. A causa: as mudanças globais, que teriam chegado para ficar.
Sem querer ser catastrofista – muito pelo contrário, o pesquisador paulista tem como uma de suas características a ponderação – , Nobre afirmou em conferência realizada na segunda-feira (19/7), durante a 56ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Cuiabá, que os resultados dos estudos científicos sobre o clima na Terra são suficientes para se fazer uma afirmação categórica. “Vai ocorrer um aumento dos eventos extremos em termos de clima nas próximas décadas. Apenas ainda não sabemos onde esses processos serão verificados”, disse.
Se por acaso esses fenômenos atingirem o Brasil – outra explicação para o furacão de março é que ele pode ter sido um evento isolado, que ocorre de mil em mil anos, por exemplo – , o pesquisador lembra que a vulnerabilidade social do país deverá aumentar ainda mais. “Poderemos, por exemplo, ter uma seca mais forte no Nordeste. Ou chuvas mais intensas no Rio de Janeiro, o que irá causar um impacto grande nas encostas dos morros.”
Enquanto o Brasil e os países europeus low cost cialis tendem mais a tentar alternativas para as causas do problema, Nobre lembra que os Estados Unidos ainda estão convencidos de que a adaptação aos problemas que serão causados pelo aquecimento global pode ser o melhor caminho. “Isso não significa que o Brasil possa se furtar à sua responsabilidade de colaborar com a solução da situação. E isso significa que temos que reduzir bastante o desmatamento da Floresta Amazônica”, afirmou.
Área para cultivo de transgênicos cresce 15% no mundo
A área global de cultivo de transgênicos – Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) – cresceu 15% em 2003 e a perspectiva é de que continue a escalada nos próximos anos. O presidente do Conselho Diretor do Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações na Agrobiotecnologia (da sigla em inglês ISAAA), Clive James, projeta que a área cultivada em todo o mundo chegará a 100 milhões de hectares, envolvendo 10 milhões de agricultores em 25 países.
O método utilizado na China foi apontado por James como modelo que pode ser seguido pelo Brasil. Lá, o cultivo de algodão é feito com sementes da multinacional norte-americana Monsanto e outras variedades desenvolvidas pela Academia de Ciências de Agricultura da China, entidade estatal semelhante à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que poderia adotar modelo semelhante. A buying drugs online without prescription China deverá investir US$ 500 milhões neste ano, e o mesmo valor buying cialis without prescription em 2005, em pesquisa de transgênicos.
Brasil só reduzirá emissões se brecar desmatamento
O Brasil só poderá reduzir suas emissões de dióxido de carbono (CO2) se diminuir o desmatamento de suas florestas. A declaração foi feita pelo meteorologista Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante o simpósio Gás Carbônico, Florestas e Aquecimento Global – Crédito de Carbono, apresentado na segunda-feira na 56.ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).
Em comparação, meds online without prescription todas as demais emissões brasileiras – queima de combustíveis fósseis, usinas termelétricas e outras formas de geração de energia – chegam a algo entre 80 milhões e 90 milhões de toneladas, o que representa 1,5% do total mundial, que é de 6,5 bilhões de toneladas por ano.
“A matriz energética do Brasil é limpa”, disse Nobre. “Além disso, a população consome pouca energia. Então, será muito difícil o Brasil diminuir suas emissões de carbono por esse caminho. A alternativa mais viável, com a qual a redução poderá ser significativa, é diminuir o desmatamento.”
Mudanças climáticas
Nobre também falou sobre possíveis cenários climáticos para o ano de 2100. Segundo ele, citando estudos internacionais, se o nível mundial de emissões de dióxido de carbono continuar como hoje ao longo do deste século, em 2100 a temperatura média do planeta, best price for cialis que hoje é de 15,7ºC, poderá estar de 2 a 6 graus mais alta.
“Hoje a concentração de CO2 na atmosfera terrestre é de 280 partes por milhão”, explicou. “Se o nível de emissões continuar o mesmo, em cem anos esse valor terá saltado para 880 partes por milhão. As conseqüências serão um clima mais quente, mudança no regime de chuvas e outras alterações climáticas, além de extinção de espécies de animais e plantas.”
Mudanças climáticas são analisadas durante reunião da SBPC
Na madrugada de 27 de março deste ano, os litorais do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entraram em estado de atenção. Um fenômeno nunca antes registrado pelos meteorologistas era observado no Brasil.
As imagens de satélite, analisadas dias depois, não deixaram dúvida. Era um furacão, de intensidade moderada, que atingiu o Sul do Brasil.
Segundo o pesquisador Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Estudos Espaciais (Inpe), não se pode descartar por completo a tese de que o fenômeno verificado pertencia a uma nova ordem climática. A causa: as mudanças globais, que teriam chegado para ficar.
Sem querer ser catastrofista – muito pelo contrário, o pesquisador paulista tem como uma de suas características a ponderação – , Nobre afirmou em conferência realizada na segunda-feira (19/7), durante a 56ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Cuiabá, que os resultados dos estudos científicos sobre o clima na Terra são suficientes para se fazer uma afirmação categórica. “Vai ocorrer um aumento dos eventos extremos em termos de clima nas próximas décadas. Apenas ainda não sabemos onde esses processos serão verificados”, disse.
Se por acaso esses fenômenos atingirem o Brasil – outra explicação para o furacão de março é que ele pode ter sido um evento isolado, que ocorre de mil em mil anos, por exemplo – , o pesquisador lembra que a vulnerabilidade social do país deverá aumentar ainda mais. “Poderemos, por exemplo, ter uma seca mais forte no Nordeste. Ou chuvas mais intensas no Rio de Janeiro, o que irá causar um impacto grande nas encostas dos morros.” medicine online without prescription
Enquanto o Brasil e os países europeus tendem mais a tentar alternativas para as causas do problema, Nobre lembra que os Estados Unidos ainda estão convencidos de que a adaptação aos problemas que serão causados pelo aquecimento global pode ser o melhor caminho. “Isso não significa que o Brasil possa se furtar à sua responsabilidade de colaborar com a solução da situação. E isso significa que temos que reduzir bastante o desmatamento da Floresta cheapest cialis prices Amazônica”, afirmou.

