Caminhão tomba e contamina rio em Caraguatatuba

setembro 14, 2004 by  
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Treze mil litros de um óleo usado na fabricação de asfalto contaminaram o Rio Santo Antonio, em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo O caminhão-tanque cialis instructions que transportava o produto tombou quando descia a Rodovia dos Tamoios, cheap prescription drugs without prescription no trecho de serra. O tanque, com 15 mil litros do produto, se desprendeu do caminhão e rolou por uma ribanceira, atingindo o Córrego Quinhentos Réis, um dos braços do rio. O óleo atingiu o rio e as 500 famílias que moram nas margens estão sendo orientadas a não utilizar a água.

A Cetesb colocou barreiras para impedir que o óleo se espalhe ainda mais e retirou até agora cerca de 15 toneladas de solo contaminado. O trabalho de limpeza deve durar cerca de dois dias.

Caminhão tomba e contamina rio em Caraguatatuba

setembro 14, 2004 by  
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Rigotto assina convênio para diagnóstico da situação de resíduos sólidos em 269 municípios

setembro 13, 2004 by  
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Acordo assinado nesta segunda-feira (13), pelo governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, e representantes do governo da Espanha e da empresa Intecsa-Inarsa, do mesmo país, permitirá a elaboração de um diagnóstico da situação dos resíduos sólidos em 269 municípios com mais de 5 mil habitantes.

Pelo acordo, o governo espanhol compromete-se a repassar 165 mil euros (cerca de R$ 585 mil), a fundo perdido, para o Programa Estadual de Resíduos Sólidos, e a empresa ficará encarregada de identificar as necessidades dos municípios na área.

As informações permitirão a elaboração de projetos e planos visando à ampliação das buy drugs ações de saneamento, em especial dos resíduos sólidos, e facilitarão a obtenção de financiamentos junto a organismos de crédito nacionais e internacionais para a realização das obras.

Os recursos provêm do Fundo de Estudos de Viabilidade (FEV), do Ministério da Economia da Espanha. O tempo estimado para o desenvolvimento do programa é de seis meses, devendo estar concluído até abril do próximo ano.

O convênio assinado nesta segunda-feira contempla municípios que não foram incluídos nos estudos sobre o Programa de Saneamento Ambiental para Municípios, que abrange 227 cidades, todas com menos de 5 mil habitantes. O trabalho, de acordo com o representante da Intecsa-Inarsa no Brasil, Felipe Morales, deverá estar concluído até o final do ano, com aplicação de 350 mil euros (R$ 1,2 milhão) na avaliação de abastecimento de água, esgoto, drenagem urbana e controle de vetores buy cialis 10mg hídricos.

Rigotto assina convênio para diagnóstico da situação de resíduos sólidos em 269 municípios

setembro 13, 2004 by  
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Pelo rx online drugs without prescription cialis low price acordo, o governo espanhol compromete-se a repassar 165 mil euros (cerca de R$ 585 mil), a fundo perdido, para o Programa Estadual de Resíduos Sólidos, e a empresa ficará encarregada de identificar as necessidades dos municípios na área.

As informações permitirão a elaboração de projetos e planos visando à ampliação das ações de saneamento, em especial dos resíduos sólidos, e facilitarão a obtenção de financiamentos junto a organismos de crédito nacionais e internacionais para a realização das obras.

Os recursos provêm do Fundo de Estudos de Viabilidade (FEV), do Ministério da Economia da Espanha. O tempo estimado para o desenvolvimento do programa é de seis meses, devendo estar concluído até abril do próximo ano.

O convênio assinado nesta segunda-feira contempla municípios que não foram incluídos nos estudos sobre o Programa de Saneamento Ambiental para Municípios, que abrange 227 cidades, todas com menos de 5 mil habitantes. O trabalho, de acordo com o representante da Intecsa-Inarsa no Brasil, Felipe Morales, deverá estar concluído até o final do ano, com aplicação de 350 mil euros (R$ 1,2 milhão) na avaliação de abastecimento de água, esgoto, drenagem urbana e controle de vetores hídricos.

Questão ambiental chega às pequenas e médias empresas

setembro 8, 2004 by  
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A preocupação com as questões do meio ambiente não está mais restrita apenas às grandes empresas. Cada vez mais as empresas médias e de pequeno porte correm atrás do Selo de Excelência Ambiental (ISO 14001). De acordo com o diretor da certificadora DVDI, Hugo Pacheco, entrevistado no programa Conta Corrente, da Globo News, essa mudança se iniciou desde os movimentos ambientais do início da década de 90 e se acelerou com o advento da norma Iso 14001, no final de 96.

Hugo Pacheco explicou que a norma Iso 14001 faz parte de uma série de diversas normas que se referem às questões ambientais da família Iso 14000. “A Iso 14001 é a norma que estabelece um padrão de como gerenciar as atividades de meio ambiente dentro de uma organização”, explicou.

Ainda durante a explanação, ele disse que uma vez implementado o sistema, a empresa pode chamar uma certificadora que verificará se a empresa efetivamente atende àquele sistema de gerenciamento.

Linguagem universal

O diretor da certificadora ponderou que por se tratar de uma norma internacional padronizada, o selo pode tornar-se um importante cartão de apresentação de empresas brasileiras certificadas junto a seus clientes internacionais.

“Quando uma empresa brasileira vai exportar e fala para qualquer cliente dela, em qualquer lugar do mundo, que ela tem um sistema online prescription cialis de gerenciamento ambiental que atende a Iso 14001 é uma linguagem universal”, ressaltou Hugo Pacheco. “Então qualquer buy prescription drugs without prescription pessoa em qualquer lugar do mundo sabe exatamente o que aquela empresa tem em termos de controle gerencial do meio ambiente.”

Questão ambiental chega às pequenas e médias empresas

setembro 8, 2004 by  
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A preocupação com as questões do meio ambiente não está mais restrita apenas às grandes empresas. Cada vez mais as empresas médias e de pequeno porte correm atrás do Selo de Excelência Ambiental (ISO 14001). De acordo com o diretor da certificadora DVDI, Hugo Pacheco, entrevistado no programa Conta Corrente, da Globo News, essa mudança se iniciou desde os movimentos ambientais do início da década de 90 e se acelerou com o advento da norma Iso 14001, no final de 96.

Hugo Pacheco explicou que a norma Iso cialis discount price 14001 faz parte de uma série de diversas normas que se referem às questões ambientais da família Iso 14000. “A Iso 14001 é a norma que estabelece um padrão de como gerenciar as atividades de meio ambiente dentro de uma organização”, explicou.

Ainda durante a explanação, ele disse que uma vez implementado o sistema, a empresa pode chamar uma certificadora que verificará se a empresa efetivamente atende àquele sistema de gerenciamento.

Linguagem universal

O diretor da certificadora ponderou que por se tratar de uma norma internacional padronizada, o selo pode tornar-se um importante cartão de apresentação de empresas brasileiras certificadas junto a seus clientes internacionais.

“Quando uma empresa brasileira vai exportar e fala para qualquer cliente dela, em qualquer lugar do mundo, que ela tem um sistema de gerenciamento ambiental que atende a Iso 14001 é uma linguagem universal”, ressaltou Hugo Pacheco. “Então qualquer pessoa em qualquer lugar buy drugs online do mundo sabe exatamente o que aquela empresa tem em termos de controle gerencial do meio ambiente.”

Britânicos cada vez mais contra uso de OGM

setembro 3, 2004 by  
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Os britânicos opõem-se cada vez mais à utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) na alimentação e à sua cultura em solo britânico, segundo uma sondagem publicada hoje na revista cialis costs Which?.

Os OGM são desenvolvidos pelas indústrias de biotecnologia para resistir a doenças, a herbicidas e a insectos. Os alimentos transgénicos são geralmente maiores e têm mais probabilidade de originar uma produção rentável.

Mais de 60 por cento das mil pessoas interrogadas afirmaram sentir-se apreensivas face ao uso de OGM na indústria alimentar, e 58 por cento disseram mesmo fazer os possíveis para evitar todos buy prescription drugs online os OGM na alimentação.

Numa sondagem semelhante realizada há dois anos, 58 por cento dos inquiridos mostrava apreensão face aos OGM e apenas 45 por cento dizia evitá-los.

A sondagem hoje divulgada mostra que apenas 26 por cento dos interrogados apoiam a cultura de OGM, contra 32 por cento em 2002.

Os resultados do inquérito encomendado pela revista Which?, destinada aos consumidores, foram bem vistos pela associação ambientalista britânica Amigos da Terra.

“A oposição do público aos OGM na alimentação não pára de crescer”, salientaram os ambientalistas.

Em Março, a ministra britânica do Ambiente autorizou a cultura de milho geneticamente modificado, mas unicamente para a alimentação animal.

Em Portugal foi criada este ano uma plataforma contra os OGM, que tem alertado para a entrada ilegal no país de alimentos manipulados não aprovados pela União Europeia.

Segundo a “Plataforma Transgénicos Fora do Prato”, as “fronteiras marítimas portuguesas não têm qualquer controlo para os OGM”.

“Muitos navios vindos dos Estados Unidos ou Argentina para descarregar cereais chegam a Portugal e despejam-nos nos silos sem que haja controlo. Esses cereais podem ser legais nos países de origem, mas em Portugal não são, porque muitos não estão sequer autorizados pela União Europeia”, explicam os responsáveis da plataforma.

A nível europeu, a Plataforma portuguesa defende um referendo, para que a população possa mostrar a sua opinião relativamente aos OGM.

Autoridade nacional já tem lei orgânica

setembro 3, 2004 by  
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O Governo aprovou hoje a lei orgânica da autoridade alimentar nacional, quatro anos depois da criação deste organismo, e anunciou a constituição da Inspecção-Geral da Alimentação.

Segundo explicou o secretário de Estado buy drugs online no prescription da Presidência do Conselho de Ministros, com a aprovação deste decreto-lei “cessa o período de instalação” da Agência Portuguesa de Segurança Alimentar, (APSA) IP, anteriormente designada por Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar (AQSA).

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, a ASPA será a partir de agora a “entidade nacional responsável em matéria de avaliação científica e comunicação dos riscos na cadeia alimentar” e torna-se na “interlocutora privilegiada” da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos.

A APSA será, então, um dos organismos “com maior peso na gestão dos riscos no sector alimentar”, a par da futura Inspecção-Geral da Alimentação e da Direcção-Geral de Veterinária e Alimentação.

A futura Inspecção-Geral da Alimentação ficará encarregue do controlo oficial dos géneros alimentícios e alimentação animal, acrescenta o comunicado.

Em Novembro passado, o anterior Governo liderado por Durão Barroso tinha prolongado por mais um cialis buy online ano (até ao fim de Outubro) o prazo de instalação do organismo que até agora se chamava Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar.

Em 2000, o governo socialista de António Guterres criou a AQSA, que deveria estar instalada até ao final de 2002, apesar de se admitir logo a possibilidade de prorrogação desse prazo.

No final de 2002, o Executivo social-democrata, alterou as competências do organismo, retirando-lhe a fiscalização e deixando-o apenas com a avaliação científica e comunicação de riscos alimentares.

A comissão instaladora da Agência, presidida por Isabel Meirelles, concluiu a lei orgânica há mais de um ano, mas só agora esta foi aprovada em Conselho de Ministros.

Britânicos cada vez mais contra uso de OGM

setembro 3, 2004 by  
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Os britânicos opõem-se cada vez mais à utilização de organismos geneticamente modificados (OGM) na alimentação e à sua cultura em solo britânico, segundo uma sondagem publicada hoje na revista Which?.

Os OGM são desenvolvidos pelas indústrias de biotecnologia para resistir a doenças, a herbicidas e a insectos. Os alimentos transgénicos são geralmente maiores e têm mais probabilidade de originar uma produção rentável.

Mais de 60 por cento das mil pessoas interrogadas afirmaram sentir-se apreensivas face ao uso de OGM na indústria alimentar, e 58 por cento disseram mesmo fazer os possíveis para evitar todos os OGM na alimentação.

Numa sondagem semelhante realizada há dois anos, 58 por cento dos inquiridos mostrava apreensão face aos OGM e apenas 45 por cento dizia evitá-los.

A online pills no prescription sondagem hoje divulgada mostra que apenas 26 por cento dos interrogados apoiam a cultura de OGM, contra 32 por cento em 2002.

Os resultados do inquérito encomendado pela revista Which?, destinada aos consumidores, foram bem vistos pela associação ambientalista britânica Amigos da Terra.

“A oposição do público aos OGM na alimentação não pára de crescer”, salientaram os ambientalistas.

Em Março, a ministra britânica do Ambiente autorizou a cultura de milho geneticamente modificado, mas unicamente para a alimentação animal.

Em Portugal foi criada este ano uma plataforma contra os OGM, que tem alertado para a entrada ilegal no país de alimentos manipulados não aprovados pela União Europeia.

Segundo a “Plataforma Transgénicos Fora do Prato”, as “fronteiras marítimas portuguesas não têm qualquer controlo para os OGM”.

“Muitos navios vindos dos Estados Unidos ou Argentina para descarregar free cialis coupon cereais chegam a Portugal e despejam-nos nos silos sem que haja controlo. Esses cereais podem ser legais nos países de origem, mas em Portugal não são, porque muitos não estão sequer autorizados pela União Europeia”, explicam os responsáveis da plataforma.

A nível europeu, a Plataforma portuguesa defende um referendo, para que a população possa mostrar a sua opinião relativamente aos OGM.

Autoridade nacional já tem lei orgânica

setembro 3, 2004 by  
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O Governo aprovou hoje a lei orgânica da autoridade alimentar nacional, quatro anos depois da criação deste organismo, e anunciou a constituição da Inspecção-Geral da Alimentação.

Segundo explicou o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, com a aprovação deste decreto-lei “cessa o período de instalação” da Agência Portuguesa de Segurança Alimentar, (APSA) IP, anteriormente designada por Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar (AQSA).

De acordo com o comunicado do Conselho de Ministros, a ASPA será a partir de agora a “entidade nacional responsável em matéria de avaliação científica e comunicação dos riscos na cadeia alimentar” e torna-se na “interlocutora privilegiada” da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos.

A APSA será, então, um dos organismos “com maior peso na gestão dos riscos no sector alimentar”, a par da futura Inspecção-Geral da Alimentação e da Direcção-Geral de Veterinária e Alimentação.

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Em Novembro passado, o anterior Governo liderado por Durão Barroso tinha prolongado por mais um ano (até ao fim de Outubro) o prazo de instalação do organismo que até agora se chamava Agência para a Qualidade e Segurança Alimentar.

Em 2000, o governo socialista de António Guterres criou a AQSA, que deveria estar instalada até ao final de 2002, apesar de se admitir logo a possibilidade de prorrogação desse prazo.

No final de 2002, o Executivo social-democrata, alterou as competências do organismo, retirando-lhe a fiscalização e deixando-o apenas cialis cheapest price com a avaliação científica e comunicação de riscos alimentares.

A comissão instaladora da Agência, presidida por Isabel Meirelles, concluiu a lei orgânica há mais de um ano, mas só agora esta foi aprovada em Conselho de Ministros.

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