RS inaugura oitava unidade de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos

outubro 28, 2004 by ibps  
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Será inaugurada no próximo dia 04 de novembro, às 11h, a Unidade Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul. Gerenciada pela Associação das Revendas de Defensivos Agrícolas da Região Centro do Estado do Rio Grande do Sul (ARDEC), a unidade, localizada na VRS 809 - KM 04 - Estrada da Ferreira do Sul, Cachoeira do Sul, possui capacidade para o processamento de 120 toneladas de embalagens por ano e uma área construída de 400 m².

Localizada na região central do Rio Grande do Sul, a Central receberá embalagens de aproximadamente 20 municípios da região (Rio Pardo, Pântano Grande, Encruzilhada do Sul, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Candelária, Agudo, Paraíso do Sul, Nova Palma, Faxinal do Soturno, Santa Maria, Restinga Seca, São Sepé, Caçapava do Sul, dentre outros).

Com a inauguração da oitava unidade, o Rio Grande do Sul se aproxima da auto-suficiência, já que 12 centrais serão suficientes para receber todas as embalagens dos produtos que são colocados no mercado no Estado. A estrutura inaugurada ampliará a rede de recebimento gaúcha, o que torna possível elevar os índices de devolução do Estado. As outras Centrais estão localizadas nos municípios de Alegrete, Capão do Leão, Giruá, Dom Pedrito, Palmeiras das Missões, Passo Fundo e São Luis Gonzaga.

Entre os meses de janeiro e setembro de 2004 foram devolvidas pelos agricultores gaúchos 761,6 toneladas de embalagens de agrotóxicos, número 242,9% maior se comparado com o mesmo período do ano anterior (222 toneladas de janeiro a setembro de 2003). Até o fim do ano a estimativa é de que sejam devolvidas 15.300 toneladas de embalagens em todo o Brasil, ou seja, 65% do total de embalagens que são colocadas no mercado nacional anualmente.

Eclipse revelou grave poluição do ar, diz pesquisador

outubro 28, 2004 by ibps  
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Santiago

O eclipse lunar da noite passada deixou especialistas alarmados com a qualidade do ar no planeta. “Foi um dos eclipses mais escuros dos últimos tempos”, disse o foto-astrônomo Arturo Gómez, do Observatório Cerro Tololo, no norte de Chile, que produziu imagens de alta resolução do fenômeno.

Segundo Gómez, a poluição na atmosfera reduz a quantidade de luz que tangencia a Terra, adensando a sobra sobre a Lua. “Quando há menos contaminação do ar, os eclipses são mais transparentes, mais claros e rosados”, explicou o pesquisador, que trabalha numa das regiões do planeta que têm o céu mais límpido.

Gómez lembrou que um eclipse tão escuro assim ocorreu em 1992, depois da erupção do vulcão Pinatubo, nas Filipinas, que jogou milhões de toneladas de cinzas e gases na atmosfera terrestre.(AP)

Publicada Instrução Normativa que regulamenta a pesca na bacia do Rio Tramandaí/RS

outubro 28, 2004 by ibps  
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O Ibama publicou no Diário Oficial da União, no último dia 17, a Instrução Normativa n° 17, que regulamenta a pesca na bacia hidrográfica do Rio Tramandaí. A IN n° 17, além de estabelecer o ordenamento pesqueiro, institui a licença ambiental da pesca.

As mudanças contidas na Instrução Normativa foram debatidas inicialmente nas comunidades de base (pescadores, técnicos, fiscais), na Câmara Técnica da Pesca e, finalmente, no Fórum de Gestão da Pesca da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí e Região Costeira Adjacente. Desta forma, o documento é resultado de um processo, coordenado pelo Ibama, de gestão compartilhada entre governo e usuários.

Grupo criará norma para medição de poluentes atmosféricos

outubro 28, 2004 by ibps  
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O Ministério do Meio Ambiente formou um grupo de trabalho para elaborar um método básico de cálculo para o nível de poluição causada por fontes móveis, como carros, ônibus e caminhões. Além disso, o GT deverá fomentar e acompanhar a elaboração de inventários estaduais de poluição atmosférica, bem como avaliar esses e outros estudos para a implementação de um Inventário Nacional sobre Emissões de Poluentes por Fontes Móveis. A criação do grupo cumpre o determinado pela Resolução 05/1989 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que institui o Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (Pronar), e pela Lei 6.938/1981, que instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente


O objetivo do MMA é construir uma metodologia básica para a medição da poluição atmosférica. Para isso, aproveitará o trabalho e a experiência de alguns estados que já desenvolvem programas de controle e medição da qualidade do ar, com metodologias próprias mas diferentes entre si. Com um método básico e acessível, outros estados poderão elaborar seus inventários sobre poluição atmosférica. Esse é um dos passos fundamentais para que o país tenha um inventário nacional sobre poluentes lançados por fontes móveis.


Vale ressaltar que a elaboração do inventário nacional e inclusive a implementação do Pronar estão relacionadas com a capacidade técnica dos órgãos estaduais de meio ambiente e com o desenvolvimento tecnológico na área de poluição do ar. 


O GT será formado por especialistas em poluição atmosférica, com representantes do MMA, do Ibama, de órgãos ambientais do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e de São Paulo, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisas e Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lima/Coppe/UFRJ).

Proconve


http://www.ibama.gov.br/proconve/

RS inaugura oitava unidade de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos

outubro 28, 2004 by ibps  
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Será inaugurada no próximo dia 04 de novembro, às 11h, a Unidade Central de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos de Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul. Gerenciada pela Associação das Revendas de Defensivos Agrícolas da Região Centro do Estado do Rio Grande do Sul (ARDEC), a unidade, localizada na VRS 809 - KM 04 - Estrada da Ferreira do Sul, Cachoeira do Sul, possui capacidade para o processamento de 120 toneladas de embalagens por ano e uma área construída de 400 m².

Localizada na região central do Rio Grande do Sul, a Central receberá embalagens de aproximadamente 20 municípios da região (Rio Pardo, Pântano Grande, Encruzilhada do Sul, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Candelária, Agudo, Paraíso do Sul, Nova Palma, Faxinal do Soturno, Santa Maria, Restinga Seca, São Sepé, Caçapava do Sul, dentre outros).

Com a inauguração da oitava unidade, o Rio Grande do Sul se aproxima da auto-suficiência, já que 12 centrais serão suficientes para receber todas as embalagens dos produtos que são colocados no mercado no Estado. A estrutura inaugurada ampliará a rede de recebimento gaúcha, o que torna possível elevar os índices de devolução do Estado. As outras Centrais estão localizadas nos municípios de Alegrete, Capão do Leão, Giruá, Dom Pedrito, Palmeiras das Missões, Passo Fundo e São Luis Gonzaga.

Entre os meses de janeiro e setembro de 2004 foram devolvidas pelos agricultores gaúchos 761,6 toneladas de embalagens de agrotóxicos, número 242,9% maior se comparado com o mesmo período do ano anterior (222 toneladas de janeiro a setembro de 2003). Até o fim do ano a estimativa é de que sejam devolvidas 15.300 toneladas de embalagens em todo o Brasil, ou seja, 65% do total de embalagens que são colocadas no mercado nacional anualmente.

Eclipse revelou grave poluição do ar, diz pesquisador

outubro 28, 2004 by ibps  
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Santiago

O eclipse lunar da noite passada deixou especialistas alarmados com a qualidade do ar no planeta. “Foi um dos eclipses mais escuros dos últimos tempos”, disse o foto-astrônomo Arturo Gómez, do Observatório Cerro Tololo, no norte de Chile, que produziu imagens de alta resolução do fenômeno.

Segundo Gómez, a poluição na atmosfera reduz a quantidade de luz que tangencia a Terra, adensando a sobra sobre a Lua. “Quando há menos contaminação do ar, os eclipses são mais transparentes, mais claros e rosados”, explicou o pesquisador, que trabalha numa das regiões do planeta que têm o céu mais límpido.

Gómez lembrou que um eclipse tão escuro assim ocorreu em 1992, depois da erupção do vulcão Pinatubo, nas Filipinas, que jogou milhões de toneladas de cinzas e gases na atmosfera terrestre.(AP)

Publicada Instrução Normativa que regulamenta a pesca na bacia do Rio Tramandaí/RS

outubro 28, 2004 by ibps  
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O Ibama publicou no Diário Oficial da União, no último dia 17, a Instrução Normativa n° 17, que regulamenta a pesca na bacia hidrográfica do Rio Tramandaí. A IN n° 17, além de estabelecer o ordenamento pesqueiro, institui a licença ambiental da pesca.

As mudanças contidas na Instrução Normativa foram debatidas inicialmente nas comunidades de base (pescadores, técnicos, fiscais), na Câmara Técnica da Pesca e, finalmente, no Fórum de Gestão da Pesca da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí e Região Costeira Adjacente. Desta forma, o documento é resultado de um processo, coordenado pelo Ibama, de gestão compartilhada entre governo e usuários.

Grupo criará norma para medição de poluentes atmosféricos

outubro 28, 2004 by ibps  
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O Ministério do Meio Ambiente formou um grupo de trabalho para elaborar um método básico de cálculo para o nível de poluição causada por fontes móveis, como carros, ônibus e caminhões. Além disso, o GT deverá fomentar e acompanhar a elaboração de inventários estaduais de poluição atmosférica, bem como avaliar esses e outros estudos para a implementação de um Inventário Nacional sobre Emissões de Poluentes por Fontes Móveis. A criação do grupo cumpre o determinado pela Resolução 05/1989 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que institui o Programa Nacional de Controle da Qualidade do Ar (Pronar), e pela Lei 6.938/1981, que instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente


O objetivo do MMA é construir uma metodologia básica para a medição da poluição atmosférica. Para isso, aproveitará o trabalho e a experiência de alguns estados que já desenvolvem programas de controle e medição da qualidade do ar, com metodologias próprias mas diferentes entre si. Com um método básico e acessível, outros estados poderão elaborar seus inventários sobre poluição atmosférica. Esse é um dos passos fundamentais para que o país tenha um inventário nacional sobre poluentes lançados por fontes móveis.


Vale ressaltar que a elaboração do inventário nacional e inclusive a implementação do Pronar estão relacionadas com a capacidade técnica dos órgãos estaduais de meio ambiente e com o desenvolvimento tecnológico na área de poluição do ar. 


O GT será formado por especialistas em poluição atmosférica, com representantes do MMA, do Ibama, de órgãos ambientais do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e de São Paulo, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e do Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente do Instituto de Pesquisas e Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lima/Coppe/UFRJ).

Proconve


http://www.ibama.gov.br/proconve/

Furacões podem se intensificar com aquecimento global

outubro 27, 2004 by ibps  
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O aquecimento global pode estar rompendo o padrão climático de forma mais drástica do que acreditavam cientistas. A intensa ocorrência de furacões, por exemplo, é apontada como uma das conseqüências do aquecimento acelerado.

Modelos matemáticos de um estudo, publicado em setembro, mostram que os furacões vão se tornar ligeiramente mais intensos nos próximos cem anos. É o que afirmam o pesquisador da Administração Nacional Atmosférica e Oceânica, Thomas Knutson, e o professor da Universidade Old Dominion, Robert Tuleya no estudo.

Aquecimento do mar

O aumento da temperatura na superfície do mar cria mais vapor de água nas partes baixas da atmosfera, o que pode estar ligado aos severos eventos climáticos, disse o líder da seção de análise climática do Centro Nacional para Pesquisas Atmosféricas, Kevin Trenberth, ao jornal norte-americano New York Times.

Mas o professor da universidade de Virgínia, Patrick Michaels, minimiza a influência dos mares em entrevista ao mesmo jornal. Para ele, a relação entre a temperatura da superfície do mar e a atividade de furacões no Atlântico não é tão forte como se pensava inicialmente.

Além dos furacões, outros exemplos da ruptura do padrão climático pelo aquecimento global foram a onda de calor na Europa em 2003, o elevado índice de chuvas em três dias que acompanharam o furacão Mitch em 1998 e também as 36 horas de tempestade no Haiti em maio.

PNUMA pede regulamentação de emissões tóxicas na atmosfera

outubro 27, 2004 by ibps  
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Especialistas em meio ambiente da América Latina e do Caribe pediram nesta terça-feira (26), em Assunção (Paraguai), que sejam adotadas medidas legais para frear a produção, o uso e o consumo de substâncias que danificam a camada de ozônio, como os CFC (clorofluorocarbonos).

“A gestão governamental deve estar orientada para a criação de um ambiente propício à eliminação do consumo de CFC, seja por reconversão ou substituição direta dos refrigeradores”, afirmou parte das conclusões de uma reunião regional do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A uruguaia Miriam Vega, coordenadora do escritório regional do PNUMA, explicou à Agência EFE que os CFC são gases sintéticos empregados nos refrigeradores dos aparelhos de ar condicionado das casas e dos veículos, e por isso sua incidência é imperceptível.

“As substâncias que prejudicam a camada de ozônio têm um amplo uso pela população. E no setor da refrigeração é clara a importância de seus efeitos”, indicou Vega, no fim de um encontro no qual participaram especialistas de 20 países. Ela acrescentou que existe um compromisso dos governos da região para reduzir, em 2005, o uso de refrigeradores não permitidos “a 50% dos valores médios dos anos de 1995 e 1997″.

Disse ainda que um dos principais problemas ambientais é produzido pelo uso de refrigeradores individuais ou domésticos de condicionado de ar, que gera graves danos ao meio ambiente e representa um risco quando o gás, por defeito ou má manipulação, se dispersa no ar. “É mais difícil controlar as unidades individuais que as dos setores produtivos ou industriais, já que os governos têm algumas ferramentas para proibir a importação de equipamentos de tecnologias agressoras”, garantiu.

Nas conclusões do encontro, que começou na última sexta-feira (22), foi destacada a viabilidade de usar alternativas a essas substâncias com hidrocarbonetos de diferentes graus de pureza para algumas aplicações, embora para isso ressalte a importância de uma capacitação prévia dos recursos humanos.

O uso e a redução dos compostos nos refrigeradores está regulado pelos compromissos assumidos no Protocolo de Montreal em 1987, mas Vega reconheceu que a realidade socioeconômica de muitos países impede um cumprimento mais rigoroso desse acordo. Nesse sentido, informou que os sistemas de refrigeração dos veículos de modelos anteriores aos de 1995 vêm com os componentes proibidos. Por isso, se um país admite o ingresso de carros usados, deveria impedir que entrassem com esses equipamentos.

Desde a assinatura do Protocolo de 1987, “a produção e o consumo de CFC estão diminuindo. Na América Latina e no Caribe, entre 1986 e 2000, a produção chegou a 342.034 toneladas, equivalente a 5,8% da produção mundial”, segundo um relatório do PNUMA.  ”México, Brasil, Venezuela e Argentina foram os únicos produtores da região. O Brasil deixou de produzir CFC em 2000, enquanto os outros países têm acordos de eliminação”, afirmou o organismo das Nações Unidas.

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