Estudo de impacto ambiental da hidrelétrica de Ipueiras/TO é rejeitado

novembro 30, 2004 by  
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Por falta de qualidade, o EIA/RIMA – Estudo e Relatório de Impacto Ambiental da Usina Hidrelétrica de Ipueiras (TO) foi rejeitado pelo Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. O estudo continha erros básicos, como a falta de avaliação do impacto sobre a fauna e a flora da construção da usina no rio Tocantins. A hidrelétrica com potência nominal de 480 MW implicará alagamento de 1.100 quilômetros quadrados para criação do reservatório.

A qualidade da água do futuro reservatório também não estava prevista no Eia-Rima. “O caso de Ipueiras não é raro. Os estudos de impacto ambiental precisam de mais qualidade técnica”, advertiu o diretor de Licenciamento do Ibama, Nilvo Silva.

Segundo o diretor, as instituições de meio ambiente devem ser rigorosas quanto ao Eia-Rima  pois erros na fase inicial de licenciamento têm gerado atrasos e impasses judiciais. “Estas situações podem ser evitadas e é isto que o Ibama está buscando.”

Ipueiras tem o maior lago de hidrelétrica em licenciamento no país e afetará extensas áreas preservadas de Cerrado. A hidrelétrica integra online cialis sales o novo modelo do setor elétrico que, em primeiro lugar, analisa a viabilidade ambiental do empreendimento para depois fazer a concessão.

O pedido de licença prévia da usina foi feito pelo Grupo Rede Energia S.A., em abril de 2004. Em junho, o Ibama aprovou o Termo de Referência especificando itens que deveriam diet pills without a prescription constar do Eia-Rima. A resposta chegou ao final de setembro. “Os estudos apresentados deixam de trazer informações essenciais para a correta avaliação da viabilidade ambiental do empreendimento proposto”, diz ofício encaminhado ao Grupo Rede Energia, informando a rejeição do estudo.

O Ibama aguarda a apresentação de novo Eia-Rima, que traga informações confiáveis sobre fauna e flora, qualidade da água, áreas potenciais para criação de unidades de conservação, situação dos corredores ecológicos da bacia, entre outras exigências do termo de referência.

Aterro sanitário no RJ lucra por poluir menos

novembro 30, 2004 by  
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O primeiro projeto baseado no MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto a ter seu registro aprovado no mundo é brasileiro. É o NovaGerar, que está sendo implementado na cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Com a inscrição, ele pode receber recursos por reduzir os danos ao meio ambiente.

O trabalho feito no NovaGerar pretende diminuir duplamente a emissão de gases que reforçam o efeito estufa. Sua primeira tarefa foi a desativação do antigo Lixão da Marambaia, o que ocorreu em julho de 2004. Em seu lugar, foi construído um aterro sanitário. Essa ação não visa melhorar somente o tratamento do lixo de Nova Iguaçu, mas trazer um outro importante benefício.

O metano (CH4) – um dos gases liberados em processos de decomposição de material orgânico e 20 vezes mais poluente que o dióxido de carbono (CO2) – , em vez de ir para a atmosfera, será capturado e usado em uma usina termelétrica what is the price of cialis para geração de energia – substituindo, assim o uso de combustíveis fósseis, mais poluentes. O sistema deverá entrar em funcionamento efetivo em 2006.

“Esse processo ajuda o meio ambiente duas vezes. Primeiro, impede que o metano pills no prescription polua a atmosfera. Depois, o utiliza para gerar energia no lugar de combustíveis fósseis”, explica Flávia Resende, consultora da Ecosecurities, empresa financeira responsável pelo projeto em parceria com a companhia brasileira de engenharia civil S.A. Paulista.

Com o registro no MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, o projeto vai emitir certificados de redução de emissões, que poderão ser negociados pelo Fundo Holandês para o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e adquiridos por países industrializados que não conseguirem cumprir as metas de redução de poluentes previstas no Protocolo de Kyoto.

Como o terreno onde o aterro sanitário está instalado é uma concessão da Prefeitura de Nova Iguaçu, a Ecosecurities e a S.A. Paulista vão doar uma parte da energia gerada com o metano para as escolas e hospitais próximos. O restante da energia será utilizado nas empresas.

No Brasil, o PNUD tem apoiado projetos que contribuam com as metas de seqüestro de gases que reforçam o aquecimento global. Para mostrar que o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto é viável, o PNUD forneceu ajuda no ano passado a um projeto parecido, o da Usina São Francisco, do grupo Balbo, em Sertãozinho, no interior de São Paulo. Ali, o bagaço de cana não era queimado, como é comum na maioria das usinas, mas utilizado para gerar energia. Da mesma maneira que no aterro do NovaGerar, o uso do resíduo substituiu os combustíveis fósseis, colaborando para combater o aumento das taxas de aquecimento global.

O trabalho do PNUD foi auxiliar os organizadores do projeto com a documentação necessária para apresentá-lo ao Conselho Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Com isso, o Programa esperava dar um exemplo para o mundo mostrando que o desenvolvimento limpo é possível.

Óleo do navio Vicuña continua vazando na baía de Paranaguá

novembro 30, 2004 by  
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A explosão do navio chileno Vicuña completa, nesta terça-feira (30), 15 dias e o óleo armazenado is generic cialis available pills without prescription nas duas partes da embarcação naufragadas no porto de Paranaguá, no litoral paranaense, continua vazando. Embora técnicos garantam que o desastre ambiental está sob controle, a contenção do produto ainda não é totalmente eficiente. Por outro lado, a coleta do material que se alastrou pela baía tem sido mais eficaz e as manchas são cada vez menos visíveis.

No fim de semana, uma comissão representando a Assembléia Legislativa esteve na baía, vistoriou as conseqüências do desastre, e os deputados intermediaram a assinatura de um termo de compromisso, o documento garante que a seguradora do navio será responsável pelo pagamento às empresas de limpeza que estão trabalhando no local.

O panorama faz com que o Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, o IAP – Instituto Ambiental do Paraná e o Cenacid/UFPR – Centro de Apoio Científico em Desastres da Universidade Federal do Paraná comecem a planejar medidas de médio e longo prazo para recuperação dos locais contaminados.

“Esse será um passo importante e complicado. Vamos ter que seguir com os trabalhos de retenção do óleo enquanto avaliamos e trabalhamos para reduzir os impactos nas áreas afetadas, principalmente as praias e costões”, diz o coordenador do Cenacid, Renato Lima.

Segundo o chefe do IAP em Paranaguá, Sebastião Carvalho, o vazamento só pode piorar durante a retirada do navio. “Não sabemos ao certo quanto óleo ainda está dentro do Vicuña”, justifica.

A Defesa Civil estipula que um terço da carga inicial de 1,5 mil tonelada de óleos bunker, diesel e lubrificante ainda esteja na embarcação. Nesta segunda-feira (29), engenheiros da UFPR estiveram no local para avaliar a melhor maneira para deslocar os destroços.

A tendência é que eles sejam partidos em pedaços menores. Cada um deles seria puxado do mar com a ajuda de guindastes. Esse trabalho, porém, deve começar apenas daqui a dois meses.

De acordo com o biólogo Lício Domit, do Ibama, a limpeza mais difícil no momento é a dos costões rochosos e manguezais. Se esses locais permanecerem com óleo, há risco de contaminação especialmente de moluscos.

Por isso, o processo para limpá-los precisa ser urgente e, ao mesmo tempo, bem planejado para que a reação não cause ainda mais danos ambientais.

Na vistoria feita pelo instituto, foi verificado que os pontos mais atingidos são a Ilha da Cotinga, Amparo e Piaçaguera, Ilha Rasa da Cotinga, Ponta Oeste da Ilha do Mel, Parque Nacional do Superagüi, Ilha das Peças e Praia Deserta, e Ilha das Cobras. A área que apresentou os problemas mais recentes foi Medeiros, incluída ontem no grupo de trabalho ambiental.

Xerém vai reciclar tampa de embalagem de agrotóxicos

novembro 30, 2004 by  
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O Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV) inaugura amanhã (1º/12), em Xerém, no Rio de Janeiro, a unidade recicladora ReciCap. A nova unidade possui área construída de 1.940m² e vai reciclar 60 toneladas de tampas de embalagens de agrotóxicos por mês. Com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a iniciativa surgiu para solucionar um problema constante no sistema de destinação final de embalagens: as tampas tinham que ser incineradas por falta de alternativa.

Atualmente estas tampas voltam a entrar no sistema de produção de embalagens de defensivos agrícolas com custo reduzido: após passar pelo processo de reciclagem são compostas 50% por material virgem e 50% por material reciclado. É um produto agro que volta a ser produto agro em atendimento aos princípios da reciclagem (volta para seu produto de origem).  O pain pills online no prescription projeto de reciclagem de tampas de agroquímicos é uma iniciativa resultante da parceria entre o inpEV e uma empresa produtora de tampas.

O inpEV é a entidade criada para gerir o sistema de destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas. O instituto representa a indústria produtora de agrotóxicos em sua responsabilidade de conferir a correta destinação final às embalagens dos agrotóxicos que são aplicados na agricultura do Brasil.

Dados do daily cialis review evento

Data: 01/12/2004

Horário: a partir das 13h

Local: Fábrica Recicap

Endereço: Estrada Beira Rio s/n – Galpão Industrial – Xerém, RJ.

Detergente biológico para limpar petróleo

novembro 29, 2004 by  
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Surge um detergente biológico que pode ser utilizado na recuperação de solos contaminados por derramamento de petróleo. A substância, desenvolvida no Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro, é um biosurfactante que se mostrou capaz de remover o óleo negro de amostras de areia.

O processo de desenvolvimento do produto envolve a utilização de resíduos de óleos vegetais da indústria, como de soja, de milho, de babaçu e de algodão. Tais resíduos servem como meio de cultivo para a Pseudomonas aeruginosa, bactéria responsável pela produção online pills no prescription do biosurfactante.

“A bactéria precisa de fontes de carbono para sobreviver. Quando ela está em contato com os resíduos de óleos vegetais, a Pseudomonas adquire o carbono necessário e, ao mesmo tempo, produz o biosurfactante”, explicou à Agência FAPESP o coordenador da pesquisa, Jonas Contiero.

Durante os experimentos, desenvolvidos no Laboratório de Microbiologia Industrial em parceria com a cientista Marcia Mitschke, também do IB, uma amostra de areia foi misturada com petróleo. Em seguida, adicionou-se o detergente biológico na mistura para que a reação fosse observada.

“Depois de duas aplicações do biosurfactante, um composto biodegradável e não tóxico, a areia ficou praticamente idêntica à original e todo o petróleo foi recuperado”, disse Contiero. Ele acredita que o biosurfactante pode ser utilizado ainda como agente de biorremediação de solos e águas contaminadas, e no combate a poluentes cialis soft tabs como querosene, gasolina e óleo diesel.

Além disso, segundo Contiero, o detergente pode auxiliar no processo de extração de petróleo. “Se de um poço, por exemplo, não for possível extrair a quantidade desejada de petróleo, basta jogar cultura da bactéria Pseudomonas aeruginosa no local para que ela produza o biosurfactante e facilite a retirada do óleo bruto aderido na rocha”, disse o pesquisador. “O composto diminui a tensão superficial, fazendo com que o petróleo aflore com mais facilidade”.

R$ 3,5 milhões para o Sistema Nacional de Recursos Hídricos

novembro 29, 2004 by  
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A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) acaba de lançar uma chamada pública da série de Ações Transversais dos Fundos Setoriais. A iniciativa, desta vez, é implementar um sistema de informação para o gerenciamento dos recursos hídricos no país. Serão selecionadas instituições científicas e tecnológicas atuantes na área para a formação de uma rede responsável pelo Sistema Nacional de Informações de Recursos Hídricos (SNIRH).

O valor alocado para mais esse processo público é de R$ 3,5 milhões. O CT-Hidro vai desembolsar R$ 1,5 milhão. Os R$ 2,5 milhões restantes serão de responsabilidade da Agência Nacional de Águas, por meio de recursos economicamente mensuráveis – financeiros ou não.

O SNIRH terá várias funções. pills without prescription Entre as principais está a de cadastrar os usuários de água, a de fornecer informações price of cialis físicas e socioeconômicas sobre as bacias e a de facilitar a integração das ações relacionadas à gestão de recursos hídricos nos três níveis de governo.

Poderão apresentar candidatura universidades e outras instituições de ensino e pesquisa, até o dia 6 de dezembro. A contratação das instituições para a realização do projeto compreende três etapas. Na primeira, objeto da chamada pública lançada, será avaliada a qualificação das instituições para desenvolverem as atividades descritas.

Na segunda etapa será formada a rede, constituída pelas instituições previamente qualificadas, e decidido, em conjunto, o conteúdo dos projetos a serem desenvolvidos por cada instituição. Na terceira etapa, de seleção de projetos, estes serão analisados sob os aspectos técnico e financeiro e submetidos à aprovação da Finep.

Detergente biológico para limpar petróleo

novembro 29, 2004 by  
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Durante os experimentos, desenvolvidos no Laboratório de Microbiologia Industrial em parceria com a cientista Marcia Mitschke, também do IB, uma amostra de areia foi misturada com petróleo. Em seguida, adicionou-se o detergente biológico na mistura para que a reação fosse observada.

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R$ 3,5 milhões para o Sistema Nacional de Recursos Hídricos

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O valor alocado para mais esse processo público é de R$ 3,5 milhões. O CT-Hidro vai desembolsar R$ 1,5 milhão. Os R$ 2,5 milhões restantes serão de responsabilidade best price on cialis da Agência Nacional de Águas, por meio de recursos economicamente mensuráveis – financeiros ou não.

O SNIRH terá várias funções. Entre as principais está a de cadastrar os usuários de água, a de fornecer informações físicas e socioeconômicas sobre as bacias e a de facilitar a integração das ações relacionadas à gestão de recursos hídricos nos três níveis de governo.

Poderão apresentar candidatura universidades e outras instituições de ensino e pesquisa, até o dia 6 de dezembro. A contratação das instituições para a realização do projeto compreende três etapas. Na primeira, objeto da chamada pública lançada, será avaliada a qualificação das instituições para desenvolverem as atividades descritas.

Na segunda etapa será formada a rede, constituída pelas instituições previamente qualificadas, e decidido, em conjunto, o conteúdo dos projetos a serem desenvolvidos por cada instituição. Na terceira etapa, de seleção de projetos, estes serão analisados sob os aspectos técnico e financeiro e submetidos à aprovação da Finep.

Alemanha aprova lei mais severa sobre plantio de transgênicos

novembro 28, 2004 by  
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O Parlamento da Alemanha aprovou, na sexta-feira (26), uma controversa lei que prevê regras mais severas para o plantio de alimentos geneticamente modificados. A medida foi elogiada por grupos ambientalistas, phentermine online without a prescription mas não foi bem aceita por fazendeiros e empresas de biotecnologia.

A lei, que deve entrar em vigor no dia primeiro de janeiro, prevê que os fazendeiros que plantarem alimentos transgênicos serão vistos como responsáveis pela contaminação de lavouras convencionais. Eles terão também que registrar toda a terra usada para o plantio de produtos online pharmacy cialis geneticamente modificados.

A nova legislação surge num momento que a União Européia concordou em suspender uma longa moratória com relação aos transgênicos.

Alemanha aprova lei mais severa sobre plantio de transgênicos

novembro 28, 2004 by  
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O Parlamento da Alemanha aprovou, na sexta-feira drugs without prescription (26), uma controversa lei que prevê regras mais severas para o plantio de alimentos geneticamente modificados. A medida foi elogiada por grupos ambientalistas, mas não foi bem aceita por fazendeiros e empresas de biotecnologia.

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