Dano ambiental ameaça combate à pobreza, diz estudo
Estoques de peixes para a pesca estão abaixo do necessário, diz estudo
“Serviços do ecossistema” é uma expressão usada para englobar benefícios prestados pelo meio-ambiente à vida humana, incluindo, por exemplo, a água, a agricultura e as florestas naturais.
De acordo com o estudo preparado pela Junta Coordenadora da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, feito com a participação de mais de 1,3 mil especialistas, dois destes serviços, os estoques de peixes para a pesca e de água, estão em níveis muito menores do que os necessários para suprir as necessidades atuais.
O relatório afirma que a degradação do meio-ambiente constitui um sério obstáculo ao cumprimento das metas de redução da pobreza e da fome estabelecidas pelas Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU.
Funções naturais
O relatório, que se chama Avaliação Ecossistêmica do Milênio, diz que os seres humanos fizeram mais mudanças nos ecossistemas nos últimos 50 anos do que em qualquer outro período da história e prevê que as conseqüências nocivas da degradação podem ficar bem piores no próximo meio século.
“As atividades humanas estão exaurindo as funções naturais da Terra de tal modo que a capacidade dos ecossistemas do planeta de sustentar as gerações futuras já não é mais uma certeza”, diz a mensagem da direção da junta que foi divulgada junto com o estudo.
Os cientistas dizem ter encontrado evidências suficientes para identificar que 15 dos 24 serviços do ecossistema analisados estão sofrendo degradação neste momento.
Apenas quatro deles apresentaram melhoria – a agricultura, a pecuária e a aqüicultura, cujas capacidades de produção aumentaram bastante, e a gestão das mudanças climáticas a nível global.
O resultado, exemplifica o documento, é que entre 10% e 30% das espécies de mamíferos, aves e anfíbios estão hoje ameaçados de extinção.
O documento também alerta que os danos ao meio-ambiente ajudam a difundir doenças como a malária e podem facilitar o surgimento de novas enfermidades capazes de afetar os seres humanos.
Os cientistas elaboraram quatro projeções para o futuro do meio-ambiente, e em todas elas o progresso na eliminação da fome é bem inferior ao necessário para cumprir as Metas do Milênio.
Mas o estudo também diz que é possível reverter a situação, ainda que isso “vá exigir mudanças radicais na forma como se lida com a natureza”.
Curso de Capacitação - Interpretação e Implementação ISO14001
OBJETIVO:
Fornecer subsídios aos participantes para a compreensão da norma, bem como estabelecer uma sistemática prática para implantação do SGA
PÚBLICO-ALVO:
Gerentes, supervisores, líderes e demais pessoas que conduzem normas de certificação ISO.
CONTEÚDO:
Sistema de Gestão Ambiental - Conceitos;
Identificação dos benefícios do SGA ISO14001 para a organização;
Diagnóstico Ambiental para a Implantação;
Plano de Implantação do ISO 14001;
Requisitos do SGA ISO 14001.
DATA: 11 e 12 de abril de 2005
INSTRUTOR: Paulo Pereira - Consultor em Meio Ambiente, diretor técnico da Ecoserviços.
LOCAL: ADVB - Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil
ENDEREÇO: R. Celeste Gobbato, s/nº - Praia de Belas - Porto Alegre - RS
DURAÇÃO: 16 horas
HORÁRIO: das 8:30h às 17:30h
Investimento:
Empresa com adesão ao PGQP: R$247,00
Empresa sem adesão ao PGQP: R$321,00
Profissionais com credenciamento CRBIO3: R$227,00 Inscrições: comercial@sinbrasil.com.br ou pela página www.sinbrasil.com.br Depósito em conta: Banco do Brasil, Agência 0314-x - CC 16827-0 IMPORTANTE: Junto com a sua inscrição não esqueça de enviar o comprovante de depósito.
Informações pelo fone/ fax: (51) 3028-5454 ou pelo e-mail:comercial@sinbrasil.com.br
Obs: Será cobrado 50% do valor das inscrições e reservas que não forem canceladas com 48h de antecedência.
Resolução do Conama determina redução do fósforo no sabão em pó
Os fabricantes de sabões e detergentes em pó terão três anos para reduzir em 1,5% a concentração de fósforo na fórmula desses produtos. A medida, aprovada na terça-feira (29) pelo Conama - Conselho Nacional de Meio Ambiente, implicará na redução da quantidade dessa substância nos rios de todo o País, de 64 toneladas por dia para 46 toneladas por dia, melhorando a qualidade da água consumida pela população. Depois de três anos, a medida será reavaliada.
A resolução aprovada pelo Conama passou antes pela avaliação das câmaras técnicas de Controle e Qualidade Ambiental e de Assuntos Jurídicos. Segundo o diretor do Conama, Nilo Diniz, “o grande avanço desta resolução reside no seu caráter preventivo e na representatividade dos interesses de todos os envolvidos”.
A redução do fósforo foi discutida com representantes da indústria, da sociedade, da comunidade científica, inclusive consultores internacionais. “A própria indústria apresentou uma proposta, avaliada pelo grupo de trabalho, das reduções que pudessem atender às questões de qualidade ambiental e que fossem factíveis do ponto de vista tecnológico e comercial”, lembrou Nilo.
A iniciativa de propor uma resolução regulamentando o uso do fósforo nos detergentes em pó, partiu do governo do estado de São Paulo, por meio da Cetesb - Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental, em função dos muitos problemas de poluição detectados nos rios do estado.
O fósforo limita os processos ecológicos. Em excesso, pode levar a eutrofização, ou seja, provoca o enriquecimento da água com nutrientes que favorecem a proliferação de algas tóxicas. Além de servir de criadouros para vetores de doenças, dar gosto ruim e mudar a coloração da água, essas plantas afetam turbinas, hélices de motores e a navegação. “A resolução vai impedir que ocorram, por exemplo, problemas como o que vimos em São Paulo, em 2003″, disse o secretário, lembrando da espuma branca que se formou no Rio Tietê e invadiu a cidade de Pirapora do Bom Jesus, provocada pela grande concentração de poluentes na água.
O fósforo, junto com o nitrogênio, encontrado nos agrotóxicos e nas fezes, despejados sem tratamento nos rios pelos esgotos domésticos, é um dos principais responsáveis pela poluição dos rios brasileiros. A redução do fósforo nas fórmulas de sabões e detergentes em pó é um primeiro passo, no sentido de minimizar essa poluição.
A resolução entra em vigor a partir da data de publicação no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nos próximos dias, depois de concluída a redação final do texto. Caberá ao Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis apurar os limites de concentração do fósforo, mediante apresentação de relatórios fornecidos pelos fabricantes.
Portal reúne informações sobre biodiesel
O Ministério da Ciência e Tecnologia colocou no ar, nesta semana, um portal de internet que concentra todas as informações disponíveis no País sobre biodiesel. O objetivo do MCT é divulgar esta alternativa e criar condições para o aprimoramento tecnológico produto.
O serviço na internet, que nasceu de uma antiga reivindicação de produtores, pesquisadores e centros de pesquisa, pretende centralizar documentos sobre o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), a Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e os programas estaduais desenvolvidos no setor.
O portal traz informações detalhadas sobre o combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, iniciativas regionais e estaduais, legislações e normas sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. Notícias e realização de eventos sobre o assunto também serão divulgadas.
Para visitar o portal, acesse www.biodiesel.gov.br
Dano ambiental ameaça combate à pobreza, diz estudo
Estoques de peixes para a pesca estão abaixo do necessário, diz estudo
“Serviços do ecossistema” é uma expressão usada para englobar benefícios prestados pelo meio-ambiente à vida humana, incluindo, por exemplo, a água, a agricultura e as florestas naturais.
De acordo com o estudo preparado pela Junta Coordenadora da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, feito com a participação de mais de 1,3 mil especialistas, dois destes serviços, os estoques de peixes para a pesca e de água, estão em níveis muito menores do que os necessários para suprir as necessidades atuais.
O relatório afirma que a degradação do meio-ambiente constitui um sério obstáculo ao cumprimento das metas de redução da pobreza e da fome estabelecidas pelas Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU.
Funções naturais
O relatório, que se chama Avaliação Ecossistêmica do Milênio, diz que os seres humanos fizeram mais mudanças nos ecossistemas nos últimos 50 anos do que em qualquer outro período da história e prevê que as conseqüências nocivas da degradação podem ficar bem piores no próximo meio século.
“As atividades humanas estão exaurindo as funções naturais da Terra de tal modo que a capacidade dos ecossistemas do planeta de sustentar as gerações futuras já não é mais uma certeza”, diz a mensagem da direção da junta que foi divulgada junto com o estudo.
Os cientistas dizem ter encontrado evidências suficientes para identificar que 15 dos 24 serviços do ecossistema analisados estão sofrendo degradação neste momento.
Apenas quatro deles apresentaram melhoria – a agricultura, a pecuária e a aqüicultura, cujas capacidades de produção aumentaram bastante, e a gestão das mudanças climáticas a nível global.
O resultado, exemplifica o documento, é que entre 10% e 30% das espécies de mamíferos, aves e anfíbios estão hoje ameaçados de extinção.
O documento também alerta que os danos ao meio-ambiente ajudam a difundir doenças como a malária e podem facilitar o surgimento de novas enfermidades capazes de afetar os seres humanos.
Os cientistas elaboraram quatro projeções para o futuro do meio-ambiente, e em todas elas o progresso na eliminação da fome é bem inferior ao necessário para cumprir as Metas do Milênio.
Mas o estudo também diz que é possível reverter a situação, ainda que isso “vá exigir mudanças radicais na forma como se lida com a natureza”.
Curso de Capacitação - Interpretação e Implementação ISO14001
OBJETIVO:
Fornecer subsídios aos participantes para a compreensão da norma, bem como estabelecer uma sistemática prática para implantação do SGA
PÚBLICO-ALVO:
Gerentes, supervisores, líderes e demais pessoas que conduzem normas de certificação ISO.
CONTEÚDO:
Sistema de Gestão Ambiental - Conceitos;
Identificação dos benefícios do SGA ISO14001 para a organização;
Diagnóstico Ambiental para a Implantação;
Plano de Implantação do ISO 14001;
Requisitos do SGA ISO 14001.
DATA: 11 e 12 de abril de 2005
INSTRUTOR: Paulo Pereira - Consultor em Meio Ambiente, diretor técnico da Ecoserviços.
LOCAL: ADVB - Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil
ENDEREÇO: R. Celeste Gobbato, s/nº - Praia de Belas - Porto Alegre - RS
DURAÇÃO: 16 horas
HORÁRIO: das 8:30h às 17:30h
Investimento:
Empresa com adesão ao PGQP: R$247,00
Empresa sem adesão ao PGQP: R$321,00
Profissionais com credenciamento CRBIO3: R$227,00 Inscrições: comercial@sinbrasil.com.br ou pela página www.sinbrasil.com.br Depósito em conta: Banco do Brasil, Agência 0314-x - CC 16827-0 IMPORTANTE: Junto com a sua inscrição não esqueça de enviar o comprovante de depósito.
Informações pelo fone/ fax: (51) 3028-5454 ou pelo e-mail:comercial@sinbrasil.com.br
Obs: Será cobrado 50% do valor das inscrições e reservas que não forem canceladas com 48h de antecedência.
Resolução do Conama determina redução do fósforo no sabão em pó
Os fabricantes de sabões e detergentes em pó terão três anos para reduzir em 1,5% a concentração de fósforo na fórmula desses produtos. A medida, aprovada na terça-feira (29) pelo Conama - Conselho Nacional de Meio Ambiente, implicará na redução da quantidade dessa substância nos rios de todo o País, de 64 toneladas por dia para 46 toneladas por dia, melhorando a qualidade da água consumida pela população. Depois de três anos, a medida será reavaliada.
A resolução aprovada pelo Conama passou antes pela avaliação das câmaras técnicas de Controle e Qualidade Ambiental e de Assuntos Jurídicos. Segundo o diretor do Conama, Nilo Diniz, “o grande avanço desta resolução reside no seu caráter preventivo e na representatividade dos interesses de todos os envolvidos”.
A redução do fósforo foi discutida com representantes da indústria, da sociedade, da comunidade científica, inclusive consultores internacionais. “A própria indústria apresentou uma proposta, avaliada pelo grupo de trabalho, das reduções que pudessem atender às questões de qualidade ambiental e que fossem factíveis do ponto de vista tecnológico e comercial”, lembrou Nilo.
A iniciativa de propor uma resolução regulamentando o uso do fósforo nos detergentes em pó, partiu do governo do estado de São Paulo, por meio da Cetesb - Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental, em função dos muitos problemas de poluição detectados nos rios do estado.
O fósforo limita os processos ecológicos. Em excesso, pode levar a eutrofização, ou seja, provoca o enriquecimento da água com nutrientes que favorecem a proliferação de algas tóxicas. Além de servir de criadouros para vetores de doenças, dar gosto ruim e mudar a coloração da água, essas plantas afetam turbinas, hélices de motores e a navegação. “A resolução vai impedir que ocorram, por exemplo, problemas como o que vimos em São Paulo, em 2003″, disse o secretário, lembrando da espuma branca que se formou no Rio Tietê e invadiu a cidade de Pirapora do Bom Jesus, provocada pela grande concentração de poluentes na água.
O fósforo, junto com o nitrogênio, encontrado nos agrotóxicos e nas fezes, despejados sem tratamento nos rios pelos esgotos domésticos, é um dos principais responsáveis pela poluição dos rios brasileiros. A redução do fósforo nas fórmulas de sabões e detergentes em pó é um primeiro passo, no sentido de minimizar essa poluição.
A resolução entra em vigor a partir da data de publicação no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nos próximos dias, depois de concluída a redação final do texto. Caberá ao Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis apurar os limites de concentração do fósforo, mediante apresentação de relatórios fornecidos pelos fabricantes.
Portal reúne informações sobre biodiesel
O Ministério da Ciência e Tecnologia colocou no ar, nesta semana, um portal de internet que concentra todas as informações disponíveis no País sobre biodiesel. O objetivo do MCT é divulgar esta alternativa e criar condições para o aprimoramento tecnológico produto.
O serviço na internet, que nasceu de uma antiga reivindicação de produtores, pesquisadores e centros de pesquisa, pretende centralizar documentos sobre o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB), a Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel e os programas estaduais desenvolvidos no setor.
O portal traz informações detalhadas sobre o combustível biodegradável derivado de fontes renováveis, iniciativas regionais e estaduais, legislações e normas sobre a introdução do biodiesel na matriz energética brasileira. Notícias e realização de eventos sobre o assunto também serão divulgadas.
Para visitar o portal, acesse www.biodiesel.gov.br
Dano ambiental ameaça combate à pobreza, diz estudo
Um estudo divulgado nesta quarta-feira afirma que 60% dos serviços de ecossistema do mundo estão sendo degradados ou usados de forma insustentável.
De acordo com o estudo preparado pela Junta Coordenadora da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, feito com a participação de mais de 1,3 mil especialistas, dois destes serviços, os estoques de peixes para a pesca e de água, estão em níveis muito menores do que os necessários para suprir as necessidades atuais.
O relatório afirma que a degradação do meio-ambiente constitui um sério obstáculo ao cumprimento das metas de redução da pobreza e da fome estabelecidas pelas Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU.
Funções naturais
O relatório, que se chama Avaliação Ecossistêmica do Milênio, diz que os seres humanos fizeram mais mudanças nos ecossistemas nos últimos 50 anos do que em qualquer outro período da história e prevê que as conseqüências nocivas da degradação podem ficar bem piores no próximo meio século.
“As atividades humanas estão exaurindo as funções naturais da Terra de tal modo que a capacidade dos ecossistemas do planeta de sustentar as gerações futuras já não é mais uma certeza”, diz a mensagem da direção da junta que foi divulgada junto com o estudo.
Os cientistas dizem ter encontrado evidências suficientes para identificar que 15 dos 24 serviços do ecossistema analisados estão sofrendo degradação neste momento.
Apenas quatro deles apresentaram melhoria - a agricultura, a pecuária e a aqüicultura, cujas capacidades de produção aumentaram bastante, e a gestão das mudanças climáticas a nível global.
O resultado, exemplifica o documento, é que entre 10% e 30% das espécies de mamíferos, aves e anfíbios estão hoje ameaçados de extinção.
O documento também alerta que os danos ao meio-ambiente ajudam a difundir doenças como a malária e podem facilitar o surgimento de novas enfermidades capazes de afetar os seres humanos.
Os cientistas elaboraram quatro projeções para o futuro do meio-ambiente, e em todas elas o progresso na eliminação da fome é bem inferior ao necessário para cumprir as Metas do Milênio.
Mas o estudo também diz que é possível reverter a situação, ainda que isso “vá exigir mudanças radicais na forma como se lida com a natureza”.
Dano ambiental ameaça combate à pobreza, diz estudo
Um estudo divulgado nesta quarta-feira afirma que 60% dos serviços de ecossistema do mundo estão sendo degradados ou usados de forma insustentável.
De acordo com o estudo preparado pela Junta Coordenadora da Avaliação Ecossistêmica do Milênio, feito com a participação de mais de 1,3 mil especialistas, dois destes serviços, os estoques de peixes para a pesca e de água, estão em níveis muito menores do que os necessários para suprir as necessidades atuais.
O relatório afirma que a degradação do meio-ambiente constitui um sério obstáculo ao cumprimento das metas de redução da pobreza e da fome estabelecidas pelas Metas de Desenvolvimento do Milênio da ONU.
Funções naturais
O relatório, que se chama Avaliação Ecossistêmica do Milênio, diz que os seres humanos fizeram mais mudanças nos ecossistemas nos últimos 50 anos do que em qualquer outro período da história e prevê que as conseqüências nocivas da degradação podem ficar bem piores no próximo meio século.
“As atividades humanas estão exaurindo as funções naturais da Terra de tal modo que a capacidade dos ecossistemas do planeta de sustentar as gerações futuras já não é mais uma certeza”, diz a mensagem da direção da junta que foi divulgada junto com o estudo.
Os cientistas dizem ter encontrado evidências suficientes para identificar que 15 dos 24 serviços do ecossistema analisados estão sofrendo degradação neste momento.
Apenas quatro deles apresentaram melhoria - a agricultura, a pecuária e a aqüicultura, cujas capacidades de produção aumentaram bastante, e a gestão das mudanças climáticas a nível global.
O resultado, exemplifica o documento, é que entre 10% e 30% das espécies de mamíferos, aves e anfíbios estão hoje ameaçados de extinção.
O documento também alerta que os danos ao meio-ambiente ajudam a difundir doenças como a malária e podem facilitar o surgimento de novas enfermidades capazes de afetar os seres humanos.
Os cientistas elaboraram quatro projeções para o futuro do meio-ambiente, e em todas elas o progresso na eliminação da fome é bem inferior ao necessário para cumprir as Metas do Milênio.
Mas o estudo também diz que é possível reverter a situação, ainda que isso “vá exigir mudanças radicais na forma como se lida com a natureza”.
