Governo Lula quer transformar biodiesel no segundo combustível da matriz energética do país
Em visita ao Pará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil possui os requisitos necessários para ser o maior fornecedor de combustíveis renováveis do mercado mundial e que o seu governo vai transformar o biodiesel no segundo combustível da matriz energética brasileira. Segundo ele, consolidar o Programa Nacional de Biodiesel é uma política pública de estado.
“Produzir o biodiesel é uma forma de tornar o Brasil mais independente das necessidades do petróleo, que um dia pode acabar. Este projeto era vital para garantir ao país um pouco mais de independência aos olhos do mundo, na medida em que podemos ser um grande exportador de biodiesel”, afirmou.
Lula participou, em Belém (PA), da inauguração da primeira usina de biodiesel da região Norte, do grupo Agropalma. A unidade terá capacidade de produzir 8 milhões de litros de biodiesel por ano. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a produção de biodiesesl significará para o país uma economia anual de US$ 160 milhões com a importação de petróleo. A legislação atual permite a mistura de apenas 2% do biodiesel ao soma online without prescription óleo order cialis without prescription diesel de petróleo, mas em 2013, segundo o governo, o percentual de adição deverá ser de 5%.
O biodiesel é um combustível pouco poluente derivado de fontes renováveis. Ele pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, tais como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, amendoim e soja, substituindo total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores automotivos ou estacionários (geradores de eletricidade e calor). Pode ser usado puro ou misturado ao óleo diesel de petróleo em diversas proporções. A mistura de 2% é chamada de B2 e assim sucessivamente, até o biodiesel puro, denominado B10.
Da ISS, astronautas vêem “triste contaminação” da Terra
Sharipov e Chiao: 7 meses no espaço
“É triste ver o que está ocorrendo na Terra. Era doloroso ver a fumaça das fábricas e a contaminação da natureza”. Foi assim que o russo Salizhan Sharipov definiu a impressão geral que teve de sua missão de quase sete meses na Estação Espacial Internacional (ISS), ao lado do norte-americano Leroy Chiao.
“Vimos a contaminação que a indústria produz. Notamos isso especialmente no Sudeste Asiático, onde a cortina de fumaça nos impedia de fotografar a região”, destacou o russo, na primeira entrevista coletiva que os astronautas deram depois do retorno à Terra, na segunda-feira.
Junto com Sharipov e Chiao estava o italiano Roberto Vittori, astronauta da Agência Espacial Européia (ESA), que esteve oito dias na ISS e voltou com os dois astronautas na nave russa Soyuz TMA-5.
Dentro do programa de observações da Terra, segundo cialis daily generic os astronautas, fracassou a tentativa de fotografar a Grande Muralha da China porque da ISS se vê uma via que se confunde com a construção.
Caminhadas
Os astronautas também contaram detalhes sobre as duas caminhadas espaciais, entre elas o lançamento que o russo fez de um microsatélite, atirado com a mão como se fosse uma bola.
Os astronautas afirmaram que a ISS está em boas condições e que todos os sistemas funcionam perfeitamente, com exceção do que produz o oxigênio para a estação.
Chiao e Sharipov, que integram a 10.ª expedição permanente, e Vittori, que realizou a missão Eneida, afirmaram que durante as missões fizeram experimentos científicos, provas técnicas e observações geofísicas e astronômicas.
Os astronautas disseram que foram bem-sucedidas as experiências biológicas, como o cultivo de plantas no espaço, as pesquisas com caracóis e grilos e as provas de regeneração celular com platelmintos.
O processo de reabilitação para Vittori será muito mais breve do que o de Sharipov cheap pills e Chiao, que ficaram 193 dias no espaço, mas os três dizem que estão bem.
Guia avaliará contribuição de fundos para preservação
Os fundos nacionais de meio ambiente do Brasil, do Equador, da Guatemala e da Bolívia têm quatro meses para elaborar uma proposta de guia para avaliar o quanto fundos públicos e privados da América Latina e do Caribe têm contribuído para a preservação da biodiversidade em áreas protegidas. A proposta será apresentada durante reunião promovida pela Rede Latino americana e Caribenha de Fundos Ambientais, em agosto, no Brasil. A organização do guia foi definida durante reunião da rede nos dias 18 e 19, em Quito, no Equador.
Nos últimos três anos, o FNMA investiu cerca de R$ 11 milhões em editais voltados à elaboração e implementação de planos de uso e fortalecimento de conselhos em áreas protegidas no País. Mais informações sobre a rede, que reúne fundos ambientais públicos e privados da América Latina e Caribe, em www.redlac.org/spanish
Prefeitura de Curitiba continuará a cuidar do lixo hospitalar
Por causa de uma liminar judicial, a prefeitura de Curitiba (PR)continuará a ter, ao menos temporariamente, a responsabilidade de coletar, transportar, tratar e dar destino final a todos os resíduos hospitalares produzidos na cidade e em outros 14 municípios da região. A decisão foi tomada menos de 48 horas antes de vencer o prazo de vida útil da vala séptica da capital, utilizada como depósito dos resíduos infectantes produzidos por estabelecimentos de saúde. Com o fechamento anunciado da vala, os geradores deste tipo de dejeto teriam de implantar, já nessa semana, planos próprios de gerenciamento dos resíduos e contratar empresas autorizadas para a realização de todo o serviço de coleta e tratamento, o que mudou com a decisão da Justiça.
A liminar foi obtida pelo Sindipar – Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Paraná. De acordo com a advogada da entidade, Maria Solange Marecki, a decisão não beneficiará apenas aos filiados da entidade, mas também a todos os estabelecimentos da área.
Até o início da noite de segunda-feira (25), a prefeitura ainda não havia sido erectile dysfunction cialis comunicada da decisão da Justiça. Mas a assessora técnica da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, explicou os motivos pelos quais o município não teria condições de continuar se responsabilizando por este tipo de lixo. Segundo ela, a capacidade da vala séptica está esgotada e assumir a coleta, o tratamento e o destino final dos resíduos significaria ferir a legislação municipal, que determina que os geradores são responsáveis pelo gerenciamento do lixo.
Além disso, já existem quatro empresas credenciadas a realizar os serviços no município e região metropolitana. As unidades de saúde de Curitiba, que produzem meia tonelada de resíduos por dia, não utilizam a vala séptica desde o final de janeiro, quando a prefeitura contratou uma empresa para realizar o serviço.
Planos – Até esta segunda-feira, 790 estabelecimentos de saúde da capital – do total de aproximadamente cinco mil – tinham entregue os seus Planos de Gerenciamento à Secretaria Municipal do Meio Ambiente. De acordo com a assessora técnica da secretaria, eles são responsáveis por 80% da produção diária de 14 toneladas de lixo infectante gerado em Curitiba e em 14 municípios da região.
São considerados geradores de lixo infectante: hospitais e online pharmacy without a prescription maternidades, centros e postos de saúde, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios, centros radiológicos, quimioterápicos e de medicina nuclear, clínicas veterinárias, centros de ensino e pesquisa, unidades móveis de saúde, distribuidores de produtos farmacêuticos, necrotérios, funerárias e serviços onde se realizam atividades de embalsamento e serviços de medicina legal, além de farmácias e drogarias, inclusive as de manipulação, serviços de acupuntura e de tatuagem, estabelecimentos comerciais e industriais que possuam serviços ambulatoriais.
Cientistas alertam para efeito de vulcões submarinos
Cientistas que participam da Assembléia Geral da União Européia de Geociência, em Viena (Áustria), advertiram nesta terça-feira online pharmacy without prescription (26) sobre o perigo dos vulcões submarinos que produzem lodo e metano. A especialista em microbiologia aquática Antje Boetius afirmou que estes vulcões podem contribuir para o aquecimento global.
Segundo Antje, que é do Instituto Max Planck, de Bremen (Alemanha), é generic cialis fast delivery importante realizar pesquisas para determinar que quantidade desse metano chega à atmosfera terrestre e que quantidade se transforma através da ação do fitoplâncton.
Os vulcões submarinos têm um ecossistema próprio formado por microorganismos arcaicos e pouco conhecidos. Quando entram em erupção, não liberam lava e fogo, mas muito lodo e gás. Os especialistas afirmam que esse gás é composto principalmente pelo metano que procederia do interior da Terra e que se dispersaria durante a erupção em grandes quantidades de água quente carregadas de produtos químicos, expelidas por gêiseres.
Essas fontes geotermais abrigam um exército de bactérias capazes de se alimentar do metano e que, ao mesmo tempo, alimentam outros invertebrados. Mas esses organismos só utilizam uma minúscula parte do gás. O restante do metano permanece na água e parte dele se transforma em dióxido de carbono (CO2). Só uma parte se dissolve graças ao fitoplâncton, formado por microorganismos que têm capacidade de fotossíntese.
Aqüífero Guarani é tema de encontro em Curitiba
O Ministério do Meio Ambiente realiza em Curitiba (PR), nesta quarta (27) e quinta-feira (28), o Encontro Nacional de Execução do Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Sistema Aqüífero Guarani (reserva subterrânea de água doce).
O projeto, desenvolvido pelos países por onde passa o aqüífero (Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai), tem como objetivo planejar conjuntamente a gestão e o uso sustentável do maior reservatório de água-doce do planeta. Representantes de oito estados brasileiros beneficiados pelo reservatório irão apresentar as informações reunidas até agora sobre o aqüífero.
Segundo o secretário do Planejamento, Reinhold Stephanes, nos dois dias do encontro serão discutidas questões em torno da utilização e da preservação do Aqüífero Guarani. Para ele, o assunto é de vital importância não só para o Paraná, mas para o Brasil, país que detém a maior concentração de água do planeta. “Do planejamento do uso desses recursos hídricos depende não apenas o crescimento da nossa economia, mas a própria sobrevivência das próximas gerações”, afirmou.
Os recursos hídricos subterrâneos representam cerca de 97% do total de água doce existente no planeta Terra. Aqüífero Guarani é a denominação dada à reserva de água existente em parte do subsolo da região do Mercosul. O Aqüífero Guarani percorre uma área total de 1.200.000 quilômetros order pills online without prescription quadrados, abrangendo os estados do Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Também passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai. generic soft tabs cialis No Brasil, a área do Aqüífero Guarani é de 840.000 quilômetros quadrados e no Paraná, de 131.300 quilômetros quadrados.
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Por causa de uma liminar judicial, a prefeitura de Curitiba (PR)continuará a ter, ao menos temporariamente, a responsabilidade de coletar, transportar, tratar e dar destino final a todos os resíduos hospitalares produzidos na cidade e em outros 14 municípios da região. A decisão cialis instructions foi tomada menos de 48 horas antes de vencer o prazo de vida útil da vala séptica da capital, utilizada como depósito dos resíduos infectantes produzidos por estabelecimentos de saúde. Com o fechamento anunciado da vala, os geradores deste tipo de dejeto teriam de implantar, já nessa semana, planos próprios de gerenciamento dos resíduos e contratar empresas autorizadas para a realização de todo o serviço de coleta e tratamento, o que mudou com a decisão da Justiça.
A liminar foi obtida pelo Sindipar – Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviço de Saúde do Paraná. De acordo com a advogada da entidade, Maria Solange Marecki, a decisão não beneficiará apenas aos filiados da entidade, mas também a todos os estabelecimentos da área.
Até o início da noite de segunda-feira (25), a prefeitura ainda não havia sido comunicada da decisão da Justiça. Mas a assessora técnica da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Marilza Dias, explicou os motivos pelos quais o município não teria condições de continuar se responsabilizando por este tipo de lixo. Segundo ela, a capacidade da vala séptica está esgotada e assumir a coleta, o tratamento e o destino final dos resíduos significaria ferir a legislação municipal, que determina que os geradores são responsáveis pelo gerenciamento do lixo.
Além disso, já existem quatro empresas credenciadas a realizar os serviços no município e região metropolitana. As unidades de saúde de Curitiba, que produzem meia tonelada de resíduos por dia, não utilizam a vala séptica desde o final de janeiro, quando a prefeitura contratou uma empresa para realizar o serviço.
Planos – Até esta segunda-feira, 790 estabelecimentos de saúde da capital – do total de aproximadamente cinco mil – tinham entregue os seus Planos de Gerenciamento à Secretaria Municipal do Meio Ambiente. De acordo buy medicine online without prescription com a assessora técnica da secretaria, eles são responsáveis por 80% da produção diária de 14 toneladas de lixo infectante gerado em Curitiba e em 14 municípios da região.
São considerados geradores de lixo infectante: hospitais e maternidades, centros e postos de saúde, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios, centros radiológicos, quimioterápicos e de medicina nuclear, clínicas veterinárias, centros de ensino e pesquisa, unidades móveis de saúde, distribuidores de produtos farmacêuticos, necrotérios, funerárias e serviços onde se realizam atividades de embalsamento e serviços de medicina legal, além de farmácias e drogarias, inclusive as de manipulação, serviços de acupuntura e de tatuagem, estabelecimentos comerciais e industriais que possuam serviços ambulatoriais.
Cientistas alertam para efeito de vulcões submarinos
Cientistas que participam da Assembléia Geral da União Européia de Geociência, em Viena (Áustria), advertiram nesta terça-feira (26) sobre o perigo dos vulcões submarinos que produzem lodo e metano. A especialista em microbiologia aquática Antje Boetius afirmou que estes vulcões cheap pills online podem contribuir para o aquecimento global.
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Essas fontes geotermais abrigam um exército de bactérias capazes de se alimentar do metano e que, ao mesmo tempo, alimentam outros invertebrados. Mas esses organismos só utilizam uma minúscula parte do gás. O restante do metano permanece na água e parte dele se transforma em dióxido de carbono (CO2). Só uma parte se dissolve graças ao fitoplâncton, formado por microorganismos que têm capacidade de fotossíntese.
Aqüífero Guarani é tema de encontro em Curitiba
O Ministério do Meio Ambiente realiza em Curitiba (PR), nesta quarta (27) e quinta-feira (28), o Encontro Nacional de Execução do Projeto de Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável do Sistema Aqüífero Guarani (reserva subterrânea de água doce).
O projeto, desenvolvido pelos países por onde passa o aqüífero (Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai), tem como objetivo planejar conjuntamente a gestão e o uso sustentável do maior reservatório de água-doce do planeta. Representantes de oito estados brasileiros beneficiados pelo reservatório irão apresentar as informações reunidas até agora sobre o aqüífero.
Segundo o secretário do Planejamento, Reinhold Stephanes, nos dois dias do encontro serão discutidas questões em torno da utilização e da preservação do Aqüífero Guarani. Para ele, o assunto é de vital importância não só para o Paraná, mas para o Brasil, país que detém a maior concentração de água do planeta. “Do planejamento do uso desses recursos hídricos depende não apenas o crescimento da nossa economia, mas a própria drugs online without prescription sobrevivência das próximas gerações”, afirmou.
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Técnico diz que 80% das cidades lançam esgoto a céu aberto
Cerca de 80% dos municípios brasileiros lançam esgoto diretamente em cursos de água ou a céu aberto, informou o assessor técnico da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Luiz Carlos Fonseca, que participou do seminário “Gestão Ambiental para o Setor da Saúde”, nesta manhã, na Câmara.
Segundo ele, essa situação ocorre tanto nas palafitas de Manaus (AM) quanto no bairro da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Durante sua exposição, Fonseca exibiu várias fotografias que ilustram o problema e também alertou para a necessidade de proteger os catadores de lixo, que trabalham sob uma situação buy drugs online without prescription sanitária crítica.
Projeto de Lei
Para amenizar o problema, o deputado Luciano Zica (PT-SP), autor do requerimento para realização do Seminário, anunciou que espera para o mês que vem o envio, por parte do Governo Federal, de um projeto de lei que regulamente o processamento e o tratamento do lixo no País. “Os debates no Seminário foram importantes para que nós tenhamos condições de receber o projeto que está em fase de elaboração no Executivo, pelo Ministério do Meio Ambiente, que propõe a criação de uma política nacional para dos resíduos”, definiu.
Esse projeto, continuou o deputado, permitirá a “cobertura legal e constitucional para que sejam criados os mecanismos necessários para desenvolver uma política nacional de resíduos rx cialis low price que funcione”.
Hospitais
Atualmente, o processamento dos resíduos sólidos é regulamentado por resoluções da Anvisa e do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), que não têm força de lei. Com a nova política, os deputados esperam reduzir o impacto ambiental dos resíduos, especialmente dos hospitalares, no meio ambiente.
Durante o seminário, também foi discutida a situação das famílias que vivem nos lixões em péssimas condições sanitárias e em contato com resíduos tóxicos. O desafio assumido pelos órgãos do Governo que participaram do debate é buscar locais seguros para o depósito desses resíduos, de forma que eles não afetem o meio ambiente ou a saúde das pessoas.

