Fepam vistoria central de reciclagem da Roselândia
A Central de Reciclagem de Resíduos Sólidos de Novo Hamburgo recebeu ontem a visita de uma comissão de técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). O grupo – composto por um geólogo, um engenheiro químico e outro civil – averiguou as informações recentemente divulgadas sobre problemas phentermine online without a prescription de erosão, burocráticos e de danos ambientais no local. Nos próximos dias, a Fepam deve divulgar um juízo sobre as apurações feitas ontem, o que pode resultar em uma autuação ou até interdição do local.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a nova administração, que tomou posse em março passado, vai se pronunciar sobre o assunto após ser oficialmente notificada da visita. O engenheiro químico Álvaro Meneguzzi compôs a comissão que esteve na central, ontem, das 14h30 às 16h30, vistoriando os espaços e fotografando-os. Ele conta que o principal problema detectado no local é o dano ambiental que algumas práticas têm produzido. “O problema maior não é o estrutural e sim ambiental. O chorume (líquido que sai do lixo), por exemplo, está escorrendo no ambiente sem controle, além do sistema de compostagem que está com sua peneira estragada e, por isso, estão colocando os materiais no pátio”, disse o engenheiro.
Entre os problemas burocráticos, os técnicos apuraram uma série de documentos e solicitações não feitas pela Prefeitura à Fepam em 2005. Pela licença que a central possui, deveriam ter sido remetidos à entidade em janeiro uma proposta de nova área, relatório descrevendo a situação do local e o resultado da análise dos poços de monitoramento (laudo que avalia a contaminação das águas). Falta de um responsável técnico para o local e o não-encaminhamento dos documentos necessários à renovação da licença também foram apontados pelo grupo. “Pela licença que a central tem, a prefeitura também deveria ter comunicado imediatamente a Fepam sobre os problemas logo depois de detectados”, disse Mene- guzzi, lembrando que a visita foi motivada pelas reportagens divulgadas inexpensive cialis no Jornal NH.
Possivelmente hoje à tarde, o grupo apresenta ao diretor da Fepam, Mauro Moura, um laudo com as condições apuradas na central de reciclagem. Ele, em conjunto com outros técnicos do órgão, deve decidir o que será aplicado à central de reciclagem. As punições para os problemas apresentados podem ser desde uma autuação até uma interdição.
Mercado de carbono chegará a US$ 3 bilhões
O mercado dos créditos de carbono deve chegar a cerca de US$ 3 bilhões neste ano. A gerente de Projetos da ICF Consulting, Christianne Maroun, acredita que 30% desse mercado pode ser conquistado por empreendimentos brasileiros. buy drugs without prescription “A previsão do Banco Mundial é que em 2012 esse mercado cresça para US$ 10 bilhões”, relata Christianne. A representante da ICF Consulting foi uma das palestrantes do work shop Kyoto: Treinamento em Mudanças Climáticas cialis reactions e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, ocorrido ontem na Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).
O Protocolo de Kyoto determina que quem polui o meio ambiente deve assumir financeiramente as conseqüências disso. Assim, quem mais poluiu desde a Revolução Industrial (os países que hoje são chamados de desenvolvidos) deverá pagar pelos prejuízos causados ao ambiente. Esses países podem compensar essa falta investindo, por exemplo, na recuperação e manutenção de áreas verdes, cuja maior parte ainda está nos países pobres e em desenvolvimento, ou na geração das chamadas energias limpas. Desta compensação é que surgem os créditos de carbono.
A gerente de Projetos da ICF Consulting destaca que já há contratos de aproveitamento de créditos de carbono firmados no Brasil como é o caso do projeto da empresa Nova Gerar que envolve um aterro sanitário no Rio de Janeiro. Na região Sul, Christianne acredita que há um bom potencial em relação ao tratamento de resíduos da suinocultura e bovinocultura.
“A primeira característica que se analisa no processo para a obtenção do crédito é se ele reduz a emissão de gases que provocam o efeito estufa, como o CO2, metano e outros”, informa Christianne. Em segundo lugar, explica ela, é verificado se o projeto não aconteceria dentro do negócio usual da empresa. Ela enfatiza que os créditos de carbono foram criados para viabilizar projetos que não teriam condições de serem concluídos sem apoio.
Câmara dos Deputados aprova regulação do Mercado de Carbono
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira (18) substitutivo ao Projeto de Lei 3552/04, purchase drugs online que define mecanismos para a organização e a regulação do Mercado de Carbono em Bolsa de Valores.
O projeto define que as RCEs possuem natureza jurídica de valor mobiliário para efeito de regulação, fiscalização e sanção por parte da CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Após aprovação pela Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, a CVM ficará responsável pelo registro e validação das entidades operacionais designadas.
Pelo texto, os emitentes dos títulos deverão fornecer todas as informações relevantes, visando à proteção do investidor e para que este possa tomar as decisões de compra ou venda de RCE. Para facilitar a liquidez dos títulos, a CVM padronizará contratos e a concentração das transações em mercado de Bolsa por meio da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), situada na BVRJ – Bolsa de Valores do Estado do Rio de Janeiro.
O substitutivo – Para o cialis tablets for sale relator na Comissão de Meio Ambiente, deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), o PL não traz inovação jurídica em relação às questões ambientais. Segundo ele, o conceito de RCE já consta na Resolução 1/03, da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, conforme definido na COP-7 – 7ª Conferência das Partes, ocorrida em 2001, no Marrocos.
Ele acrescenta que a Comissão Interministerial já é responsável pelas questões relativas ao MDL. “O projeto busca apenas fazer constar em lei federal regras já previstas em outros instrumentos normativos”, afirma.
O substitutivo retira do texto original a responsabilidade da CVM pelo “registro e validação das entidades operacionais designadas”. No parecer do relator, fica determinado que a responsabilidade da Comissão deverá ser de, no máximo, registrar tais entidades operacionais e não fazer a sua validação.
O relator também retira a restrição de local onde o carbono será negociado, no caso a BVRJ. “Não é oportuna essa restrição por lei, pois devem ser criadas condições de pleno desenvolvimento desse mercado no País”, afirma. Dessa forma, o texto do substitutivo determina que a RCE pode ser negociada, como ativo financeiro, em bolsas de mercadorias e futuros, bolsas de valores ou entidade de balcão organizado autorizadas a funcionar pela CVM. A negociação seria feita à vista, a termo, opção ou outra autorizada pela CVM.
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, aguarda designação de relator na Comissão de Finanças e Tributação. Depois, será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovada, seguirá para o Senado Federal.
O Rio e a moeda de Carbono
Ao entrar em vigor no dia 16 de fevereiro, o Protocolo de Kyoto gera obrigações aos países desenvolvidos, que deverão reduzir em 5,2% as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEEs) entre 2008 e 2012, considerando os índices de 1990. Mas não estabelecem metas aos países em desenvolvimento, signatários do Documento, como o Brasil.
Os GEEs são provenientes de atividades industriais, agrícolas, transportes, mineração, entre outras. Responsáveis pelo aquecimento da Terra, esses gases refletem o calor que permanece na atmosfera pela superfície, tal qual os vidros de uma estufa propriamente dita. Caso não haja a redução da emissão desses gases, a vida na Terra se tornará cada vez mais difícil.
No entanto, para diminuir as emissões dos gases poluentes, é preciso investimentos em tecnologia para que as indústrias sejam reestruturadas e adequadas a esta nova forma de produção. Há de se provocar ainda uma mudança profunda nos hábitos de consumo da sociedade.
Os países desenvolvidos que não obedecerem ao Acordo serão denominados países infratores. Como é muito improvável que esses países consigam alcançar os índices estipulados, o Protocolo permite que eles adquiram dos países em desenvolvimento a quantidade de gases poluentes não emitidos. Esses são os tão falados créditos de carbono, gerados com a execução de projetos apoiados nos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL).
Portanto, empresas que criarem projetos que ajudem a mitigar a emissão dos GEEs na atmosfera poderão se beneficiar vendendo os créditos de carbono na Bolsa de Valores aos países desenvolvidos. Quer dizer, o carbono virou moeda. E esse cenário é bastante positivo para o Brasil e em especial para o Estado do Rio de Janeiro, que poderá se transformar num centro internacional de atração de recursos provenientes do mercado de crédito-carbono com a execução de projetos de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL).
A governadora Rosinha Garotinho instituiu a Comissão Estadual do Protocolo de Kyoto – composta por sete secretarias de governo, empresários e técnicos – que irá em breve editar um livro com orientação para elaboração de projetos, indicando a melhor maneira de credencia-los como projetos de créditos na bolsa de valores.
Através da Comissão, o governo já está estudando formas de oferecer incentivos fiscais aos projetos que contribuam para conter a emissão dos gases poluentes na atmosfera e captem recursos no mercado internacional, como também está recomendando que os municípios do estado façam o mesmo. Será feito um inventário para mapear quais são e onde estão os maiores agentes emissores de Gases do Efeito Estufa (GEEs), para que o Estado identifique as áreas prioritárias para investimentos.
Mas além dessas metas, o estado do Rio já tem exemplos práticos de iniciativas que podem se transformar em projetos de MDL. Como afirmou José Domingos Gonzalez Miguez, da Comissão Interministerial de Mudança do Clima (MCT) – ”o estado do Rio se encontra na vanguarda na elaboração dos projetos candidatos ao MDL no Brasil”. generic drugs without prescription
Desde 1999, dominamos toda a tecnologia para a produção de biodiesel e também somos o estado que mais usa o gás natural veicular. Hoje em dia são 350 mil veículos, ajudando a deslocar 350 mil toneladas de gás carbônico (CO2) por ano da atmosfera.
O projeto ”Nova Gerar” – um aterro sanitário que aproveita o gás metano liberado na decomposição do lixo para a geração de energia elétrica – foi o primeiro no mundo a ser oficialmente inscrito como projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) do Protocolo de Kyoto. O Projeto foi implantado em Nova Iguaçu (Baixada Fluminense) e é uma experiência das mais bem sucedidas no manejo de resíduos sólidos e reaproveitamento do biogás dos aterros sanitários. Possivelmente será um exemplo a ser copiado em outros municípios.
A governadora Rosinha também criará em breve dois primeiros centros de energia renovável do Brasil, que funcionarão na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e na Uenf (Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro), em Campos, Região Norte. Esses centros desenvolverão pesquisas de energias alternativas, que estarão diretamente ligadas à redução dos GEEs.
Nosso estado, assim, dá a sua contribuição para que os efeitos do aquecimento global – sentidos há décadas – não nos levem a condições climáticas catastróficas. Pode parecer um tanto trágico, mas a verdade é que estamos indo cada generic brand for cialis vez mais para uma situação de risco. A Terra sinaliza com a ocorrência de tempestades, furacões, desertificações, e a elevação do nível dos oceanos, todos fatos diretamente relacionados com o aumento de temperatura em nosso planeta.
Portanto, já está mais do que na hora do mundo inteiro agir. Para a preservação da natureza e pelo bem dessa e das próximas gerações.
Fepam vistoria central de reciclagem da Roselândia
A Central de Reciclagem de Resíduos Sólidos de Novo Hamburgo recebeu ontem a visita de uma comissão de técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). O grupo – composto por um geólogo, um engenheiro químico e outro civil – averiguou as informações recentemente divulgadas sobre problemas de erosão, burocráticos e de danos ambientais no local. Nos próximos dias, a Fepam deve divulgar um juízo sobre as apurações feitas ontem, o que pode resultar em uma autuação ou até interdição do local.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que a nova administração, que tomou posse em março passado, vai se pronunciar sobre o assunto após ser oficialmente notificada da visita. O engenheiro químico Álvaro Meneguzzi compôs a comissão que esteve na central, ontem, das 14h30 às 16h30, vistoriando os espaços e fotografando-os. Ele conta que o principal problema detectado no local é o dano ambiental que algumas práticas têm produzido. “O problema maior não é o estrutural e sim ambiental. prescription drugs without prescription O chorume (líquido que sai do lixo), por exemplo, está escorrendo no ambiente sem controle, além do sistema de compostagem que está com sua peneira estragada e, por isso, estão colocando os materiais no pátio”, disse o engenheiro.
Entre os problemas burocráticos, os técnicos apuraram uma série de documentos e solicitações não feitas pela Prefeitura à Fepam em 2005. cialis 20mg tablets Pela licença que a central possui, deveriam ter sido remetidos à entidade em janeiro uma proposta de nova área, relatório descrevendo a situação do local e o resultado da análise dos poços de monitoramento (laudo que avalia a contaminação das águas). Falta de um responsável técnico para o local e o não-encaminhamento dos documentos necessários à renovação da licença também foram apontados pelo grupo. “Pela licença que a central tem, a prefeitura também deveria ter comunicado imediatamente a Fepam sobre os problemas logo depois de detectados”, disse Mene- guzzi, lembrando que a visita foi motivada pelas reportagens divulgadas no Jornal NH.
Possivelmente hoje à tarde, o grupo apresenta ao diretor da Fepam, Mauro Moura, um laudo com as condições apuradas na central de reciclagem. Ele, em conjunto com outros técnicos do órgão, deve decidir o que será aplicado à central de reciclagem. As punições para os problemas apresentados podem ser desde uma autuação até uma interdição.
Brasil é pioneiro no mercado de carbono
O Brasil está muito bem no mercado de carbono, sendo inclusive pioneiro na América Latina. A análise é da consultora Christianne Maroun, gerente de projetos da IFC Consulting, do Rio de Janeiro e instrutora do Workshop Kyoto: Treinamento em Mudanças Climáticas e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, que está acontecendo nesta terça-feira (24), na sede da FIERGS. Ela destacou que aterros sanitários e agroindústria têm mais projetos viáveis atualmente no Brasil, mas que há vários segmentos industriais com grande potencial para entrar no mercado. O Tratado de Kyoto foi assinado em fevereiro deste ano e o mercado de carbono está em funcionamento desde então e, conforme Maroun, já movimenta cerca de US$ 3 bilhões no mundo.
O coordenador do Conselho de Infra-estrutura da FIERGS, Humberto Busnello, afirmou que o workshop é uma oportunidade de conhecer mais sobre o Tratado de Kyoto. “É um treinamento, que dá maiores condições para análise do assunto”, explicou ele, lembrando que o Comitê de Mercado de Carbono da FIERGS, formado pelos conselhos de Fomento e Expansão Industrial, de Comércio Exterior, de Infra-estrutura e de Meio Ambiente, lançou hoje a cartilha A Indústria e o Protocolo de Kyoto. A publicação está sendo enviadas às indústrias do Estado.
Christianne Maroun disse ainda que o Japão é hoje o maior parceiro do Brasil no mercado e que o Rio Grande do Sul tem um grande potencial na matriz energética e na agroindústria. O instrutor Carlos Balthazar, da IFC Consulting, cialis order drugs online dosage options afirmou que o Brasil é hoje o segundo produtor de projetos para o mercado de carbono. “A Índia é o primeiro, o Brasil, o segundo e o Chile, o terceiro”, elencou, destacando que a viabilidade do projeto depende de algumas prioridades: reduzir a emissão de gases do efeito estufa, ser voluntário e ter viabilidade econômica pelo crédito de carbono.
O evento, realizado pela FIERGS através dos conselhos de Fomento e Expansão Industrial, de Comércio Exterior, de Infra-estrutura e de Meio Ambiente em parceria com o Projeto Gerbi, contou ainda com as presenças do coordenador do Confem, Cezar Codorniz, do Codema, Paulo Muller, do coordenador em exercício do Concex, Frederico Dürr e do coordenador do Projeto Gerbi, Pedro Paulo da Silva Filho.
UFRJ promove MBA sobre meio ambiente
A Universidade Federal do Rio de Janeiro, através do instituto Cetem (Centro de Tecnologia Mineral) e em parceria com Cage (Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial), promoverá o curso MBA sobre Meio Ambiente – Gestão, Impactos e Soluções Tecnológicas.
As aulas, teóricas e práticas, serão ministradas por profissionais altamente qualificados (DSc; MSc; PhD; Mestres: Doutores; Especialistas e Pesquisadores) nas diversas áreas que compõem o quadro de disciplinas do curso.
As empresas que encaminharem mais de três funcionários terão desconto de até 20%. Os profissionais prescription drugs online without a prescription registrados nos conselhos de Química, Biologia e Engenharia terão desconto de 10% nas mensalidades.
Mais informações com a Profª Patrícia Souza pelo telefone (21) 2424-7225 ou e-mail profpatriciasouza@yahoo.com.br
Assentados de Tapes inauguram agroindústria de beneficiamento e embalagem de arroz ecológico
Projeto foi viabilizado pelo Incra/RS através do Programa Terra Sol
Programa Terra Sol
Lançado no ano passado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Incra, o Programa Terra Sol tem como uma de suas metas o aumento da renda das famílias assentadas, através do incremento de atividades econômicas sustentáveis e a valorização de características regionais, recortes de gênero e geração, experiências e potencialidades locais, diversidade sócio-econômica e cultural. O programa apóia atividades de agroindustrialização e comercialização da produção; agroextrativismo; capacitação de técnicos e assentados; eventos que promovam a interligação solidária dos assentamentos; e divulgação e venda dos produtos da reforma agrária.
Novos projetos
Para este ano, já estão previstas outras quatro obras em assentamentos da reforma agrária viabilizadas pelo Incra/RS através do Terra Sol, todas em andamento: uma agroindústria de classificação, polimento e empacotamento de produtos, uma agroindústria de leite (queijaria), uma unidade de beneficiamento de sementes e um entreposto de resfriamento de leite. No total, o investimento atinge cerca de R$ 700 mil.
Biomassa poderá ser considerada energia nova
O Ministério de Minas e Energia pretende atribuir à biomassa o status de matriz energética prioritária no parque gerador nacional. Segundo a ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, a iniciativa tem o objetivo de colocar drugs without prescription a bioenergia em um quadro diferenciado em relação às outras fontes alternativas. A ministra ressaltou que as outras fontes não terão papel reduzido no plano buy tadalafil cialis energético, apenas quer aproveitar o potencial da biomassa, tanto na produção de etanol e biodiesel como combustíveis, quanto na geração elétrica por meio do bagaço de cana-de-açúcar, da casca do arroz e dos resíduos de madeira.
Política ambiental em busca de alternativas anti-poluição
A Heliotek Máquinas e Equipamentos Ltda, fabricante de aquecedores solares e aquecedores de piscina, tem uma política ambiental na qual se compromete a atender os requisitos legais e a buscar alternativas tecnológicas para a prevenção da poluição ambiental, bem como destinar adequadamente seus resíduos, reciclar e beneficiar os materiais e buscar alternativas para reuso.
“Somos pioneiros no nosso setor em ter ISO14001. O fato de sermos certificados por essas normas transmite a imagem de uma empresa que vende produtos voltados à economia de energia elétrica, ou seja, ecologicamente corretos e que, além disso, tem preocupação com o desenvolvimento sustentável e com o futuro do planeta. Temos que corresponder a esta imagem”, afirma o coordenador da qualidade, Raymundo Magno Tenório, em entrevista ao Portal Francal.
Magno explica que a própria norma ISO14001 policia, através de auditorias periódicas pelo órgão certificador, a busca da melhoria contínua do Sistema de Gestão Ambiental. “Por exemplo, uma de nossas matérias-primas é o poliuretano, cujo resíduo atualmente é destinado aos aterros sanitários. Acontece que os aterros sanitários são um problema mundial. Por isso, estamos realizando, em parceria com nosso fornecedor, um estudo para a reutilização do resíduo na injeção de poliuretano”, cialis soft tabs online diz o coordenador de qualidade.
Se o resultado da pesquisa for positivo, a solução poderá contribuir com o meio ambiente e também gerar economia para a empresa. Para Magno, a importância do prescription drugs without a prescription projeto está em contribuir para a uma vida melhor e um meio ambiente mais saudável no planeta.

