Reator Iter busca energia nuclear limpa e ilimitada

junho 28, 2005 by  
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A fusão nuclear controlada, que será pesquisada no Iter – Reator Termonuclear Internacional Experimental, com sede no sul da França, representa a última aventura dos físicos para dotar o mundo de uma energia nuclear mais limpa e ilimitada.

A fusão termonuclear, que pretende imitar o que acontece no interior do Sol, é objeto de profundas pesquisas buying pills online há anos. Os cientistas tentam fazer com que os núcleos de dois isótopos de hidrogênio se unam para formar hélio, e isto gere uma grande quantidade de energia.

Enquanto a fissão nuclear, ou seja, a fragmentação do átomo para obter energia, é perfeitamente controlada há décadas, a fusão é uma técnica que não se domina em absoluto.

Para isso, o programa Iter, que reúne como sócios União Européia, Rússia, China, Japão, Estados Unidos e Coréia do Sul, conta com um orçamento de 10 bilhões de euros para um prazo de 30 anos. A escolha de Cadarache, cidade do sul da França, como sede do projeto foi anunciada nesta terça-feira, depois de meses de negociações.

Décadas

Várias décadas serão necessárias para a execução de numerosos experimentos e a produção de energia graças a esta técnica. Há 46 anos, Cadarache participa ativamente das pesquisas internacionais sobre energia nuclear. No total, 4.300 pessoas trabalham na central, implantada desde 1959 na cidade francesa de Saint Paul les Durance, a 70 km de Marselha.

Além disso, Cadarache abriga desde 1988 o reator experimental Tore Supra, uma espécie de irmão pequeno do Iter, no âmbito de um programa europeu que também inclui o reator Jet, instalado na Grã-Bretanha. O projeto Iter pretende conjugar a potência do Jet e a duração do Tore Supra.

Governo

Ao saber da escolha de Cadarache, o presidente Jacques Chirac afirmou que a decisão é uma vitória para a França, a Europa e o conjunto de sócios do Iter. Já o primeiro-ministro Dominique de Villepin destacou que a opção por Cadarache “ilustra a capacidade dos países da União Européia de executar, unidos, grandes projetos”.

“É um projeto científico com grandes ambições, que permitirá o desenvolvimento de uma energia de futuro sem provocar impactos negativos no meio ambiente e sem esgotar os recursos naturais”, explicou Villepin, garantindo que o projeto significará a criação de 4 mil empregos.

Ecologistas

No entanto, para diversos movimentos ambientalistas, o reator Iter será “perigoso”, “caro” e em nenhum caso “gerador de empregos”. “Somos contrários a este projeto, porque é muito perigoso e não criará empregos na região”, cialis user reviews afirmou Jean Marcon, presidente da associação de defesa do meio ambiente Mediane.

Para a rede Abandonar a Energia Nuclear, que reúne quase 700 associações, o projeto é perigoso porque a manipulação que se pretende realizar com o hidrogênio ainda é desconhecida. Segundo eles, até o Prêmio Nobel de Física em 2002, o japonês Masatoshi Koshiba, advertiu que o Iter não cumpria “um certo número de condições”, a maioria em termos de segurança, para se transformar em uma futura fonte de energia quase inesgotável.

Biodiesel já beneficia 17 mil famílias de agricultores

junho 28, 2005 by  
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Cerca de 17 mil famílias já estão plantando dendê, girassol, mamona e soja para a produção de biodiesel no país. A informação é do coordenador do Programa de Biodiesel do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Arnoldo de Campos, que ressalta que o programa poderá atingir mais de 50 mil famílias. Segundo Campos, o Pronaf – Programa Nacional de Agricultura Familiar dispõe de R$ 100 milhões em créditos para esses produtores.

“O agricultor terá acesso a uma nova linha de crédito para iniciar a cultura de oleaginosas, sem comprometer as lavouras que já trabalha, como prescription pills online milho, arroz ou feijão. O novo empréstimo não comprometerá os recursos que o produtor já vem pedindo para suas culturas tradicionais. É mais uma linha de financiamento”, explicou Campos.

O limite de crédito e as condições do financiamento para o biodiesel vão seguir as mesmas regras do Pronaf. Campos alerta que, antes de decidir fazer parte da cadeia produtiva do biodiesel, é preciso haver integração entre o agricultor e a indústria que vai comprar o produto para transformá-lo em biodiesel.

“Isoladamente, o agricultor não deve plantar mamona, dendê, girassol generic cialis soft e soja sem já ter um comprador negociado pela sua cooperativa, associação ou federação. É preciso que ele tenha segurança de que vai plantar, vai colher e vai vender o produto por um bom preço para aumentar a sua renda”, ressaltou.

MPF propõe indenização por danos ambientais no Rio Paraíba do Sul

junho 24, 2005 by  
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O Ministério Público Federal entrou nesta quinta-feira (23) cialis 40 na justiça em Campos dos Goytacazes (RJ) com duas ações civis públicas em que pede indenização de R$ 100 milhões a seis empresas, incluindo os grupos Matarazzo e Cataguazes, além do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, União Federal e Estado de Minas Gerais. A indenização se refere aos danos causados no acidente ocorrido em 2003, quando rejeitos industriais poluíram o Rio Paraíba do Sul e deixaram em estado de calamidade seis cidades fluminenses, além do município mineiro de Cataguazes. Em liminar, o MPF pede ainda a indisponibilidade dos bens de todos os réus citados nas ações.

O procurador da República no município de Campos, Eduardo Santos de Oliveira, disse que “a idéia é que esse dinheiro venha a compor um fundo social que será gerido por um conselho comunitário, sob a fiscalização do Ministério Público e do próprio judiciário”. E que espera uma tramitação rápida do processo, “dada a sua gravidade”.

O processo vai tramitar em Campos porque o MPF já obteve no STF – Superior Tribunal de Justiça decisão unânime no sentido de que ações civis públicas relativas ao acidente da Cataguazes deveriam correr no município. Antes de propor a ação civil pública, o Procurador da República conduziu desde 2003 um inquérito civil antecedente, que reúne depoimentos, laudos e documentos comprovando diet pills online as conseqüências do acidente, como mortandade de animais e poluição das águas.

Eduardo Santos de Oliveira informou ainda que o MPF já havia obtido, em ação cautelar, a indisponibilização dos bens da empresa Cataguazes e de seus sócios. Devido, porém, à dimensão dos danos causados no acidente à população dos municípios situados no entorno do Rio Paraíba do Sul, o Ministério resolveu estender a medida à empresa Matarazzo e seus sócios, além do Ibama, União e governo de Minas.

“Depois desses dois anos de investigação, o Ministério Público Federal concluiu que além das empresas envolvidas, que construíram as barragens e tinham a obrigação de gerir, houve também omissão por parte dos órgãos públicos que não exerceram adequadamente o seu poder de polícia e de fiscalização. Ou seja, em função dessa omissão, eles contribuíram para o acidente”.

Em março de 2003, um reservatório da Indústrias Cataguazes de Papel se rompeu provocando o vazamento de cerca de 20 milhões de litros de resíduos químicos, como soda cáustica e chumbo. Houve contaminação dos rios Pomba e Paraíba do Sul, que abastecem aquelas cidades nos dois estados.

Grandes empresas participam de seminário sobre Resíduos Industriais em BH

junho 24, 2005 by  
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Com a apresentação de estudos de caso das empresas Companhia Vale do Rio Doce, Alcoa, Gerdau e Fagor Ederlan, a IBC realizará o seminário sobre Resíduos Industrias, dia 14 de julho, em Belo Horizonte. O objetivo do encontro é propiciar a troca de experiências where to buy cialis entre executivos da área ambiental, mostrando alternativas para o tratamento e reaproveitamento de resíduos industriais. Além dos casos práticos, o evento contará com palestras sobre legislação ambiental e tecnologias de destinação final.

A coordenadora da área de meio ambiente do centro de desenvolvimento mineral da CVRD, Edna Pereira Nunes, apresentará o programa de gestão de resíduos adotado pela companhia. O engenheiro de controle ambiental da Alcoa, André Luis Hirose, falará sobre a importância da implantação dessa gestão e abordará temas como plano estratégico, alternativas de tratamento de diferentes classes de resíduos e treinamento dos profissionais envolvidos, entre outros.

Para falar sobre gerenciamento de resíduos na siderurgia, a IBC convidou o gerente de meio ambiente da Gerdau Açominas, Luis Carlos Tamassia. Ele mostrará o caso prático da usina de Ouro Branco (MG), expondo alguns aspectos como planejamento e sistematização, resultados esperados e desafios futuros. A palestra do diretor de meio ambiente da Fagor Ederlan, phentermine without prescription Fabio Garcia Filho, terá como tema a administração de grandes quantidades de resíduos industriais e mostrará como a empresa conquistou sua certificação ISO 14001.

A legislação ambiental e as tecnologias empregadas na destinação final de resíduos, tanto as regulamentadas como aquelas pendentes de regulamentação, serão temas para a abordagem do especialista em direito industrial ambiental de Gouvêa Vieira Advogados, Alexandre Parigot. O gerente de desenvolvimento e novos negócios da Holcim, Ricardo Faria de Oliveira, apresentará uma análise técnica e jurídica da prática do Co-processamento, considerada pelos especialistas como alternativa de reaproveitamento de resíduos industriais.

Mais informações do seminário sobre Resíduos Industriais estão no site www.ibcbrasil.com.br/residuos ou na Central de Atendimento da IBC, pelo telefone 11-3017-6888.

Agenda:

Seminário sobre Resíduos Industriais
Dia: 14 de julho de 2005.
Local: Mercure BH Lourdes
Avenida do Contorno, 7.315 – Belo Horizonte – MG
Horário: das 8h30 às 18h10
Inscrições: a partir de R$ 2.195,00 (investimento + impostos).
Informações: 11-3017-6888 ou  residuos@ibcbrasil.com.br

MPF propõe indenização por danos ambientais no Rio Paraíba do Sul

junho 24, 2005 by  
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O Ministério Público Federal entrou nesta quinta-feira (23) na justiça em Campos dos Goytacazes (RJ) com duas ações civis públicas em que pede indenização de R$ 100 milhões a seis empresas, incluindo os grupos Matarazzo e Cataguazes, além do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, União Federal e Estado de Minas Gerais. A indenização se refere aos danos causados no acidente ocorrido em 2003, quando rejeitos industriais poluíram o Rio Paraíba do Sul e deixaram em estado de calamidade seis cidades fluminenses, além do município sales cialis mineiro de Cataguazes. Em liminar, o MPF pede ainda a indisponibilidade dos bens de todos os réus citados nas ações.

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Eduardo Santos de Oliveira informou ainda que o MPF já havia obtido, em ação cautelar, a indisponibilização dos bens da empresa Cataguazes e de seus sócios. Devido, porém, à dimensão dos danos causados no acidente à população dos municípios situados no entorno do Rio Paraíba do Sul, o Ministério resolveu estender a medida à empresa Matarazzo e seus sócios, buying drugs online without prescription além do Ibama, União e governo de Minas.

“Depois desses dois anos de investigação, o Ministério Público Federal concluiu que além das empresas envolvidas, que construíram as barragens e tinham a obrigação de gerir, houve também omissão por parte dos órgãos públicos que não exerceram adequadamente o seu poder de polícia e de fiscalização. Ou seja, em função dessa omissão, eles contribuíram para o acidente”.

Em março de 2003, um reservatório da Indústrias Cataguazes de Papel se rompeu provocando o vazamento de cerca de 20 milhões de litros de resíduos químicos, como soda cáustica e chumbo. Houve contaminação dos rios Pomba e Paraíba do Sul, que abastecem aquelas cidades nos dois estados.

Grandes empresas participam de seminário sobre Resíduos Industriais em BH

junho 24, 2005 by  
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Com a apresentação de estudos de caso das empresas Companhia Vale do Rio Doce, Alcoa, Gerdau e Fagor Ederlan, a IBC realizará o seminário sobre Resíduos Industrias, dia 14 de julho, em Belo Horizonte. O objetivo do encontro é propiciar a troca de experiências entre executivos da área ambiental, mostrando alternativas para o tratamento e reaproveitamento de resíduos industriais. Além dos casos práticos, o evento contará com palestras sobre legislação ambiental e tecnologias de destinação final.

A coordenadora da área de meio ambiente do centro de desenvolvimento mineral da CVRD, Edna Pereira Nunes, apresentará o programa de gestão de resíduos adotado pela companhia. O engenheiro de controle ambiental da Alcoa, André Luis Hirose, falará sobre a importância da implantação dessa gestão e abordará temas como plano estratégico, alternativas de tratamento de diferentes classes de resíduos e treinamento dos profissionais envolvidos, entre outros.

Para falar sobre gerenciamento de resíduos na siderurgia, a IBC convidou o gerente de meio ambiente da Gerdau Açominas, Luis Carlos Tamassia. Ele mostrará o caso prático da usina de Ouro Branco (MG), expondo alguns aspectos como planejamento e sistematização, resultados esperados e desafios futuros. A palestra do diretor de meio ambiente da Fagor Ederlan, Fabio Garcia Filho, terá como tema a administração de grandes quantidades de resíduos industriais cialis online sale e mostrará como a empresa conquistou meds online without prescription sua certificação ISO 14001.

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Mais informações do seminário sobre Resíduos Industriais estão no site www.ibcbrasil.com.br/residuos ou na Central de Atendimento da IBC, pelo telefone 11-3017-6888.

Agenda:

Seminário sobre Resíduos Industriais
Dia: 14 de julho de 2005.
Local: Mercure BH Lourdes
Avenida do Contorno, 7.315 – Belo Horizonte – MG
Horário: das 8h30 às 18h10
Inscrições: a partir de R$ 2.195,00 (investimento + impostos).
Informações: 11-3017-6888 ou  residuos@ibcbrasil.com.br

China corre risco de desastre ambiental

junho 20, 2005 by  
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Segundo cálculos da Administração Estatal medicine online without prescription mail order cialis de Proteção Ambiental publicados nesta segunda-feira, a China sofrerá uma grave crise ambiental até 2020 se não mudar seu modelo de desenvolvimento Econômico. “A carga da contaminação ambiental será quadruplicada em 2020, se o ritmo de poluição for mantido”, declarou Pan Yua, subdiretor da Administração Estatal de Proteção ambiental (Saiba, na sigla em inglês).

“Nesse mesmo ano, a China terá consumido quase todas as suas reservas minerais e só restarão seis dos atuais 45 principais recursos minerais existentes no país”, advertiu Pan durante um fórum ambiental realizado no fim de semana. “O país está utilizando seus recursos e contaminando seu meio ambiente (ar e água) para fabricar bens destinados a todos os países do mundo”, prosseguiu.

Segundo ele, a contaminação na China é muito pior do que a que sofreram os países ocidentais durante sua decolagem econômica, já que a renda per capita dos chineses oscila entre 400 e 1.000 dólares anuais, enquanto nos países mais desenvolvidos a poluição piorou ao subir de 3.000 a 10.000 dólares.

A China é o primeiro país do mundo em consumo de água, e o segundo em consumo de energia e emissão de dióxido de carbono, segundo a agência de notícias Xinhua. O consumo de energia total da China é sete vezes maior que o do Japão, seis vezes o dos EUA e 2,8 vezes o da Índia, cuja população em breve alcançará a chinesa.

O atual modelo de desenvolvimento chinês aposta primeiro na edificação e industrialização, em conseqüência todos os principais rios e 25 dos 27 maiores lagos da China já estão contaminados.

“A chuva ácida, a desertificação e a erosão fizeram com que a terra habitável se reduzisse de seis milhões de quilômetros quadrados em 1949 para apenas três milhões hoje”, acrescentou Pan.

O especialista concluiu que a China deveria mudar já o rumo de seu desenvolvimento, na busca de um “crescimento verde”, ou ecológico, para evitar a degradação ainda maior de seus recursos.

China corre risco de desastre ambiental

junho 20, 2005 by  
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“Nesse mesmo ano, a China terá consumido quase todas as suas reservas minerais e só restarão seis dos atuais 45 principais recursos minerais existentes no país”, advertiu Pan durante um fórum ambiental realizado no fim de semana. “O país está utilizando seus recursos e contaminando seu meio ambiente (ar e água) para fabricar bens destinados a todos os países do mundo”, prosseguiu.

Segundo ele, a contaminação na China é muito pior do que a que sofreram os países ocidentais durante sua decolagem econômica, já que a renda per capita dos chineses oscila entre 400 e 1.000 dólares anuais, enquanto nos países mais desenvolvidos a poluição piorou ao subir de 3.000 a 10.000 dólares.

A China é o primeiro país do mundo em consumo de água, e o segundo em consumo de energia e emissão de dióxido de carbono, segundo a agência de notícias Xinhua. O consumo de energia total da China é sete buy meds online without prescription vezes maior que o do Japão, seis vezes o dos EUA e 2,8 vezes o da Índia, cuja população em breve alcançará a chinesa.

O atual modelo de desenvolvimento chinês aposta primeiro na edificação e industrialização, em conseqüência todos os principais rios e 25 dos 27 maiores lagos da China já estão contaminados.

“A chuva ácida, a desertificação e a erosão fizeram com que a terra habitável se reduzisse de seis milhões de quilômetros quadrados em 1949 para apenas três milhões hoje”, acrescentou Pan.

O especialista concluiu que a China deveria mudar já o rumo de seu desenvolvimento, na busca de um “crescimento verde”, ou ecológico, para evitar a degradação ainda maior de seus recursos.

EUA enfraquecem documentos do G8 sobre clima

junho 17, 2005 by  
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O governo dos EUA conseguiu “enfraquecer seções estratégicas” de uma proposta de ação conjunta do G8 (os sete países mais ricos e a Rússia) sobre mudanças climáticas, informou nesta sexta-feira The Washington Post.

O jornal teve acesso a documentos e informou que, “sob pressão dos EUA”, os negociadores do G8 “eliminaram textos que detalhavam a forma como o aumento das temperaturas afeta o planeta”.

O governo americano questionou os argumentos dos cientistas sobre um aquecimento da prescription drugs without a prescription atmosfera causado, em grande parte, pela queima de combustíveis fósseis. A cúpula do G8, que será realizada cialis non prescription entre os próximos dias 6 e 8 em Glenagles (Escócia), pode definir medidas para reduzir as emissões de dióxido de carbono.

“A pressão do governo (de Bush) para alterar o plano do G8 sobre aquecimento global marca o esforço para modificar documentos científicos para que eles se adaptem à posição (americana) de que as reduções na emissão de dióxido de carbono não são necessárias”, diz o jornal.

Na semana passada, o New York Times informou que o chefe do Conselho da Casa Branca sobre Qualidade Ambiental, Phillip Cooney, tinha alterado documentos científicos para que enfatizassem as incertezas nas conclusões sobre mudanças climáticas.

Cooney, ex-lobista da indústria petrolífera americana, deixou o posto na Casa Branca na sexta-feira passada e passou a trabalhar em relações públicas da Exxon Mobil, uma das empresas que mais se opõem aos limites de emissões de gases poluentes.

Segundo o Washington Post, “em preparação para a cúpula (do G8) os negociadores buscam redigir as declarações sobre a mudança climática e outros assuntos de modo que os oito presidentes e primeiros-ministros possam assiná-las”.

“Os textos redigidos até agora não são definitivos, mas os documentos mostram que foram eliminados muitos parágrafos por insistência dos Estados Unidos”, informou o jornal.

Todos os países signatários do Protocolo de Kyoto se comprometeram a baixar, até 2012, as emissões de gases poluentes. Em 2001, Bush decidiu não ratificar o protocolo que o governo americano já tinha assinado.

EUA enfraquecem documentos do G8 sobre clima

junho 17, 2005 by  
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O governo dos EUA conseguiu “enfraquecer seções estratégicas” de uma proposta de ação conjunta do G8 (os sete países mais ricos e a Rússia) sobre mudanças climáticas, informou nesta sexta-feira The Washington Post.

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Cooney, ex-lobista da indústria petrolífera americana, deixou o posto na Casa Branca na sexta-feira passada e passou a trabalhar em relações públicas da Exxon Mobil, uma das empresas que mais se opõem aos limites de emissões de gases poluentes.

Segundo o Washington Post, “em preparação para a cúpula (do G8) os negociadores buscam redigir as declarações sobre a mudança climática e outros assuntos de modo que os oito presidentes e primeiros-ministros possam assiná-las”.

“Os textos redigidos até agora não são definitivos, mas os documentos mostram que foram eliminados muitos parágrafos por insistência dos Estados Unidos”, informou o jornal.

Todos os países signatários do Protocolo de Kyoto se comprometeram a baixar, até 2012, as emissões de gases poluentes. Em 2001, Bush decidiu não ratificar o protocolo que o governo americano já tinha assinado.

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