Economia solar

julho 29, 2005 by ibps  
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O dispositivo desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Guaratinguetá, aparenta ser bastante simples. Uma placa em formato parabólico com 3 metros de comprimento por 1 metro de largura, formada por uma fina folha de aço recoberta por uma película de polietileno refletivo. É a parte mais visível de um novo e eficiente tipo de aquecedor solar.

“Além disso, no foco da placa é fixada uma serpentina formada por cinco canos de cobre enegrecido, com 3 metros de comprimento”, explica Teófilo de Souza, professor da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, responsável pelo invento. “Quando a água passa pelo sistema ela atinge entre 185ºC e 200ºC. Nos produtos similares, a temperatura chega apenas a 60ºC.”

Além da novidade representada pela película, a movimentação do aquecedor no sentido do Sol ao longo do dia é outra das explicações dadas por Souza para justificar o sucesso do dispositivo. “Além do sensor luminoso, existe um pequeno motor, usado em furadeiras, para promover o deslocamento da peça. A energia elétrica necessária nesse caso é bem pequena, mas também estamos desenvolvendo uma bateria para acionar o mecanismo”, disse o pesquisador à Agência FAPESP.

Funcionar sem nenhum tipo de energia elétrica é essencial para que a novidade consiga desempenhar com sucesso uma de suas finalidades, especificamente em ambientes rurais. “O vapor produzido pelo aquecedor pode substituir o querosene e o gás de cozinha no funcionamento de geladeiras”, conta Souza.

Outra utilidade, segundo o responsável pelo projeto que também contou com a participação de alunos da Unesp, seria em residências que têm acesso à energia elétrica. Pelas contas do professor de engenharia, o Brasil tem hoje 30 milhões de casas ligadas à rede elétrica. Com cinco pessoas em média, esses lares gastam em torno de R$ 40 com o chuveiro elétrico, ou 40% da conta de luz.

“A economia indireta total, nesse caso, pode chegar a R$ 1,2 bilhão”, calcula Souza. Segundo o pesquisador, como o preço aproximado do seu aquecedor solar é de R$ 300, não custaria muito para o próprio governo colocar esses dispositivos nas casas dos brasileiros. “Além disso, em um ano e meio de funcionamento, ele ainda não precisou de nenhum tipo de manutenção”, garante Souza, que desenvolveu suas pesquisas no âmbito do Centro de Energias Renováveis da Unesp de Guaratinguetá.

Álcool, estatal japonesa financia tecnologias de certificação

julho 29, 2005 by ibps  
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O diretor da New Energy and Industrial Technology Development Organization (Nedo), Naoki Nishio, visitará na terça-feira (2) o Pólo Nacional de Biocombustíveis, em Piracicaba (SP). Durante a visita será assinado um convênio internacional entre a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) e a organização estatal japonesa para o desenvolvimento de novas energias e tecnologias industriais na área de certificação de álcool, com a contrapartida da Fapesp.

De acordo com o coordenador do pólo, professor Weber Amaral, o projeto permitirá implantar uma estrutura física apropriada para medir a qualidade do etanol. “Será criada uma rede de laboratórios, onde vamos trabalhar na certificação do produto, adequando o álcool produzido no país às condições exigidas pelo Japão”, afirmou. Ele lembrou que o laboratório vai trabalhar em parceria com outras instituições, como a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e a Unicamp.

Para dar suporte às ações, a Nedo está repassando US$ 300 mil ao Pólo de Nacional de Biocombustíveis. Esses recursos estão sendo empregados na contratação de pessoal, equipamentos e infra-estrutura. Também será adquirido um laboratório móvel e adaptada uma área nas dependências da ESALQ, onde funcionará o laboratório de certificação de álcool. Criado em 2004, o Pólo de Biocombustíveis desenvolve um programa de estudos e pesquisas, tendo como foco a utilização de biocombustíveis em substituição, ou associado, ao uso dos combustíveis fósseis, por intermédio do Programa Brasileiro de Agricultura Energética. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura.

Economia solar

julho 29, 2005 by ibps  
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O dispositivo desenvolvido na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Guaratinguetá, aparenta ser bastante simples. Uma placa em formato parabólico com 3 metros de comprimento por 1 metro de largura, formada por uma fina folha de aço recoberta por uma película de polietileno refletivo. É a parte mais visível de um novo e eficiente tipo de aquecedor solar.

“Além disso, no foco da placa é fixada uma serpentina formada por cinco canos de cobre enegrecido, com 3 metros de comprimento”, explica Teófilo de Souza, professor da Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, responsável pelo invento. “Quando a água passa pelo sistema ela atinge entre 185ºC e 200ºC. Nos produtos similares, a temperatura chega apenas a 60ºC.”

Além da novidade representada pela película, a movimentação do aquecedor no sentido do Sol ao longo do dia é outra das explicações dadas por Souza para justificar o sucesso do dispositivo. “Além do sensor luminoso, existe um pequeno motor, usado em furadeiras, para promover o deslocamento da peça. A energia elétrica necessária nesse caso é bem pequena, mas também estamos desenvolvendo uma bateria para acionar o mecanismo”, disse o pesquisador à Agência FAPESP.

Funcionar sem nenhum tipo de energia elétrica é essencial para que a novidade consiga desempenhar com sucesso uma de suas finalidades, especificamente em ambientes rurais. “O vapor produzido pelo aquecedor pode substituir o querosene e o gás de cozinha no funcionamento de geladeiras”, conta Souza.

Outra utilidade, segundo o responsável pelo projeto que também contou com a participação de alunos da Unesp, seria em residências que têm acesso à energia elétrica. Pelas contas do professor de engenharia, o Brasil tem hoje 30 milhões de casas ligadas à rede elétrica. Com cinco pessoas em média, esses lares gastam em torno de R$ 40 com o chuveiro elétrico, ou 40% da conta de luz.

“A economia indireta total, nesse caso, pode chegar a R$ 1,2 bilhão”, calcula Souza. Segundo o pesquisador, como o preço aproximado do seu aquecedor solar é de R$ 300, não custaria muito para o próprio governo colocar esses dispositivos nas casas dos brasileiros. “Além disso, em um ano e meio de funcionamento, ele ainda não precisou de nenhum tipo de manutenção”, garante Souza, que desenvolveu suas pesquisas no âmbito do Centro de Energias Renováveis da Unesp de Guaratinguetá.

Álcool, estatal japonesa financia tecnologias de certificação

julho 29, 2005 by ibps  
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O diretor da New Energy and Industrial Technology Development Organization (Nedo), Naoki Nishio, visitará na terça-feira (2) o Pólo Nacional de Biocombustíveis, em Piracicaba (SP). Durante a visita será assinado um convênio internacional entre a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP) e a organização estatal japonesa para o desenvolvimento de novas energias e tecnologias industriais na área de certificação de álcool, com a contrapartida da Fapesp.

De acordo com o coordenador do pólo, professor Weber Amaral, o projeto permitirá implantar uma estrutura física apropriada para medir a qualidade do etanol. “Será criada uma rede de laboratórios, onde vamos trabalhar na certificação do produto, adequando o álcool produzido no país às condições exigidas pelo Japão”, afirmou. Ele lembrou que o laboratório vai trabalhar em parceria com outras instituições, como a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e a Unicamp.

Para dar suporte às ações, a Nedo está repassando US$ 300 mil ao Pólo de Nacional de Biocombustíveis. Esses recursos estão sendo empregados na contratação de pessoal, equipamentos e infra-estrutura. Também será adquirido um laboratório móvel e adaptada uma área nas dependências da ESALQ, onde funcionará o laboratório de certificação de álcool. Criado em 2004, o Pólo de Biocombustíveis desenvolve um programa de estudos e pesquisas, tendo como foco a utilização de biocombustíveis em substituição, ou associado, ao uso dos combustíveis fósseis, por intermédio do Programa Brasileiro de Agricultura Energética. As informações são da assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura.

Biodiesel, mais uma empresa é autorizada pela ANP a operar

julho 28, 2005 by ibps  
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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou hoje que autorizou mais uma empresa a produzir biodiesel, totalizando cinco empresas nessa atividade. Outros sete pedidos de empresas estão em análise na Agência. Desde dezembro de 2004, as distribuidoras de combustíveis e refinarias estão autorizadas a colocar 2% de biodiesel no diesel derivado de petróleo. Para adições superiores a 2% é necessária autorização especial da ANP.

“O biodiesel é um combustível renovável que pode ser produzido a partir de oleaginosas como mamona, soja, dendê, palma e girassol. A adição de 2% de biodiesel não exige alterações nos motores movidos a diesel”, diz a ANP.

A empresa aprovada pela ANP nesta semana é a Brasil Biodiesel, de Floriano (PI). As demais já estão em atividade. São a Soyminas, de Cássia (MG); a Agropalma, de Belém do Pará; a Biolix, de Rolândia (PR) e a Brasil Biodiesel, de Teresina (PI). A regulamentação para a produção do Biodiesel é de dezembro do ano passado.

EUA criam acordo sobre clima paralelo a Quioto

julho 28, 2005 by ibps  
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Nuvem de poluição paira sobre Pequim, na China

Os Estados Unidos e mais cinco países da Ásia anunciaram nesta quinta-feira um acordo paralelo ao Protocolo de Quioto para combater o aquecimento global.


A iniciativa, liderada pelos Estados Unidos e que foi revelada em uma reunião de cúpula dos países da Ásia, visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos países envolvidos e o desenvolvimento de tecnologias mais limpas.

Além dos Estados Unidos, participam do acordo a China, Austrália, Índia, Coréia do Sul e Japão. Juntos, eles são responsáveis por cerca de metade das emissões de gases de efeito estufa do mundo.

Mas, ao contrário do Protocolo de Quioto, o acordo firmado em Vientiane, capital do Laos, não é compulsório e não possui mecanismos para aplicação de suas medidas.

Complementação

O novo acordo vai permitir que os países participantes estabeleçam suas metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa de forma individual.

O Japão afirmou que o pacto não significa uma alternativa, apenas vai “complementar” o Protocolo de Quioto.

Dos países envolvidos no acordo fechado no Laos, apenas o Japão participa do Protocolo de Quioto, firmado em 1997 e que entrou em efeito no começo de 2005 como um pacto internacional que institui metas para os países industrializados cortar suas emissões de gases de efeito estufa.

Estados Unidos e Austrália alegam que o problema da mudança climática só deve ser discutido se o desenvolvimento e o crescimento econômico não forem prejudicados. Os dois governos estavam em busca de um acordo alternativo a Quioto.

O ministro do Exterior australiano, Alexander Downer, descreveu a parceria como a construção de interesses comuns.

Segundo Downer o acordo visa discutir as preocupações com energia, mudança climática e poluição atmosférica de uma forma que faça “sentido económico”.

O ministro australiano anunciou que a primeira reunião de cúpula dos países participantes do acordo deve ocorrer em Adelaide, na Austrália, ainda em 2005.

Biodiesel, mais uma empresa é autorizada pela ANP a operar

julho 28, 2005 by ibps  
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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou hoje que autorizou mais uma empresa a produzir biodiesel, totalizando cinco empresas nessa atividade. Outros sete pedidos de empresas estão em análise na Agência. Desde dezembro de 2004, as distribuidoras de combustíveis e refinarias estão autorizadas a colocar 2% de biodiesel no diesel derivado de petróleo. Para adições superiores a 2% é necessária autorização especial da ANP.

“O biodiesel é um combustível renovável que pode ser produzido a partir de oleaginosas como mamona, soja, dendê, palma e girassol. A adição de 2% de biodiesel não exige alterações nos motores movidos a diesel”, diz a ANP.

A empresa aprovada pela ANP nesta semana é a Brasil Biodiesel, de Floriano (PI). As demais já estão em atividade. São a Soyminas, de Cássia (MG); a Agropalma, de Belém do Pará; a Biolix, de Rolândia (PR) e a Brasil Biodiesel, de Teresina (PI). A regulamentação para a produção do Biodiesel é de dezembro do ano passado.

EUA criam acordo sobre clima paralelo a Quioto

julho 28, 2005 by ibps  
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Nuvem de poluição paira sobre Pequim, na China

Os Estados Unidos e mais cinco países da Ásia anunciaram nesta quinta-feira um acordo paralelo ao Protocolo de Quioto para combater o aquecimento global.


A iniciativa, liderada pelos Estados Unidos e que foi revelada em uma reunião de cúpula dos países da Ásia, visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos países envolvidos e o desenvolvimento de tecnologias mais limpas.

Além dos Estados Unidos, participam do acordo a China, Austrália, Índia, Coréia do Sul e Japão. Juntos, eles são responsáveis por cerca de metade das emissões de gases de efeito estufa do mundo.

Mas, ao contrário do Protocolo de Quioto, o acordo firmado em Vientiane, capital do Laos, não é compulsório e não possui mecanismos para aplicação de suas medidas.

Complementação

O novo acordo vai permitir que os países participantes estabeleçam suas metas para reduzir a emissão de gases de efeito estufa de forma individual.

O Japão afirmou que o pacto não significa uma alternativa, apenas vai “complementar” o Protocolo de Quioto.

Dos países envolvidos no acordo fechado no Laos, apenas o Japão participa do Protocolo de Quioto, firmado em 1997 e que entrou em efeito no começo de 2005 como um pacto internacional que institui metas para os países industrializados cortar suas emissões de gases de efeito estufa.

Estados Unidos e Austrália alegam que o problema da mudança climática só deve ser discutido se o desenvolvimento e o crescimento econômico não forem prejudicados. Os dois governos estavam em busca de um acordo alternativo a Quioto.

O ministro do Exterior australiano, Alexander Downer, descreveu a parceria como a construção de interesses comuns.

Segundo Downer o acordo visa discutir as preocupações com energia, mudança climática e poluição atmosférica de uma forma que faça “sentido económico”.

O ministro australiano anunciou que a primeira reunião de cúpula dos países participantes do acordo deve ocorrer em Adelaide, na Austrália, ainda em 2005.

STF concede liminar contra MP que altera Código Florestal

julho 27, 2005 by ibps  
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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Nelson Jobim, concedeu liminar que suspende a norma que possibilitava a retirada de vegetação de Área de Preservação Permanente (APP) mediante autorização de um órgão ambiental. Jobim atendeu a um pedido do procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, que na segunda-feira protocolou uma ação direta de inconstitucionalidade (adin) no STF contra a medida provisória (MP) que flexibiliza a exploração das APPs.

Souza sustentou que somente uma lei formal poderia autorizar a alteração dos espaços territoriais especialmente protegidos. Segundo ele, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estaria prestes a votar projeto de resolução que permite mineração em APPs.

Em seu despacho, Nelson Jobim afirmou que a Constituição Federal estabelece que o poder público tem do dever de defender e proteger o meio ambiente para a presente e as futuras gerações. Ele também reconheceu que a decisão deveria ser tomada urgentemente porque a reunião do Conama está programada para estas quarta e quinta-feira.

Conforme o ministro, a extração de minério “causa danos irreparáveis e irreversíveis ao meio ambiente, eis que a área em que a atividade for desenvolvida não voltará ao seu estado anterior, presente o periculum in mora (perigo da demora)”.

PUC(PR) - Prorrogadas até 04 de agosto as inscrições para a Especialização em Direito Socioambiental - 2005

julho 27, 2005 by ibps  
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Em vista da crescente demanda de profissionais especializados na área ambiental, e diante do grande sucesso da primeira e segunda edições do curso, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná, seguindo a linha de pesquisa já sedimentada no Mestrado em Direito Econômico e Social, oferece a terceira edição do Curso de Especialização em Direito Socioambiental.

A Coordenação da Especialização está a cargo do Professor Msc. José Gustavo de Oliveira Franco, contando com um renomado Corpo Docente, dentre os quais figuram nomes como o dos Professores Paulo Affonso Leme Machado, Vladimir Passos de Freitas, Celso Antonio Pacheco Fiorillo, Carlos Frederico Marés de Souza Filho, dentre muitos outros destacados juristas e operadores do Direito Ambiental.

Diante da característica multidisciplinar das questões ambientais o curso é destinado a todos os profissionais com formação de nível superior com atuação e/ou interesse na área ambiental, não sendo restrito a bacharéis em direito.

Inscrições e maiores informações, inclusive quanto a custos, Corpo Docente e Disciplinas estão disponíveis em:

www.pucpr.br/sistemas_nsi/especializacao/mostra_curso.php?codcurso=232

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