Bancos financiam 2º maior parque eólico do mundo

novembro 25, 2005 by  
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Sete bancos em consórcio liderado pelo Banco do Brasil (BB) começaram a liberar recursos para o financiamento do 2º maior projeto do mundo de geração de energia eólica (obtida pelo movimento dos ventos). O projeto, controlado pela empresa Ventos do Sul Energia, do grupo espanhol Elecnor, vai quintuplicar a capacidade de geração do Brasil nesta modalidade de energia limpa.


Segundo Sergio Marcondes, diretor da área Corporate do BB – instituição contratada para estruturar o financiamento – as obras de infraestrutura do Parque Eólico já começaram e a expectativa é iniciar a geração até o fim do ano que vem. Serão três centrais geradoras eólicas denominadas Parque Eólico dos Índios, Parque Eólico Sangradouro e Parque Eólico de Osório, com potência de 50 MW cada.


Formado cialis daily 5mg por 75 aerogeradores de 2.000 kW de potência unitária, o empreendimento terá capacidade potencial de geração total de 150 MW, correspondente à energia de 424.957 MWh/ano. A energia gerada será comprada pela Eletrobrás, dentro do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa).


O investimento total será de R$ 670 milhões, dos quais os sócios vão aportar R$ 205,1 milhões e o restante (R$ 465 milhões) será financiado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), através dos bancos. Fazem parte do consórcio os bancos Santander, Real, Banco Regional de Desenvolvimento Econômico (BRDE) – com R$ 70 milhões cheap generic drugs cada -, Caixa Econômica do Estado do Rio Grande do Sul (R$ 30 milhões) e Banrisul (R$ 20 milhões). O Banco do Brasil entrará com R$ 100 milhões e o próprio BNDES com R$ 105 milhões. O prazo do financiamento é de 12 anos.

País negocia venda de etanol para o Japão

novembro 25, 2005 by  
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Uma missão japonesa está no Brasil para negociar a compra de etanol (álcool cheap prescription drugs without prescription etílico hidratado carburante) produzido pelo Brasil. O governo brasileiro tem interesse em aumentar a venda do produto para o país asiático e por isso busca esclarecer todas as dúvidas da missão, chefiada por Haruhiko Ando, diretor da Agência de Recursos Naturais e Energia do Japão.

“Esse é um processo efetivo onde você tem de informar os japoneses”, disse Antonio Sergio Martins de Melo, secretário de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento.

A principal dúvida dos japoneses é sobre a capacidade do Brasil de produzir etanol e garantir o abastecimento aos japoneses, caso os dois países fechem algum acordo. Em um primeiro momento, a venda seria de 500 milhões de litros.

Hoje, o Brasil produz 15 bilhões de litros de etanol por ano e tem capacidade instalada para produzir 18 bilhões. As exportações até outubro atingiram 2,4 bilhões de litros, um crescimento de 14,4% sobre o mesmo período do ano passado.

Para o secretário, o Brasil tem condições de atender o mercado japonês. Além disso, para ampliar a capacidade de produção, poderá contar com linhas de financiamento japonesas.

Os japoneses querem também saber mais sobre a qualidade do álcool brasileiro e a capacidade logística de entregar a mercadoria no Japão. Outras questões de relevância cialis online overnight são sobre a armazenagem e a questão ambiental.

O interesse japonês em misturar 3% de etanol na gasolina vendida no país aumentou porque o Japão precisa desenvolver formas mais limpas de energia para cumprir o Protocolo de Kyoto –os países que fazem parte desse acordo se comprometem a reduzir gradualmente o seu nível de emissão de gases poluentes na atmosfera.

“Além da questão do Protocolo de Kyoto, há questão da diversificação da matriz energética em razão da volatilidade dos preços do petróleo”, disse o secretário Martins de Melo.

Biossegurança: agora, governo corre

novembro 24, 2005 by  
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Decreto assinado por Lula foi publicado ontem e ministro já editou portaria para que a recomposição da CTNBio ocorra neste ano.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, colocou em prática ontem mesmo a regulamentação da Lei de Biossegurança – que trata da pesquisa com organismos geneticamente modificados e do uso de células-tronco embrionárias. No mesmo dia em que o decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com as novas normas foi publicado, Rezende editou uma portaria que é o ponto de partida para a recomposição da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – o órgão encarregado de analisar projetos de pesquisa e da comercialização de produtos. O ministro espera que a primeira reunião da CTNBio seja realizada ainda neste ano.

‘Temos de andar rápido. Mas estou confiante que vamos cumprir o prazo’, afirmou Rezende em Brasília. Na portaria editada ontem, o ministro criou a comissão encarregada de formar uma lista tríplice com cientistas indicados para integrar a CTNBio. Tal comissão terá um mês para apontar os nomes dos candidatos. Rezende está confiante de que esta etapa será cumprida antes do prazo. Ao mesmo tempo, o ministro deverá enviar hoje um carta para que ministérios indiquem rapidamente seus representantes.

A rapidez desejada por Rezende não é à toa. Em março, quando a Lei de Biossegurança entrou em vigor, a CTNBio foi desativada. Desde então, 417 processos de novas pesquisas, de importações de produtos usados em estudos e relatórios ficaram parados, aguardando uma nova formação da CTNBio. Com a regulamentação, a tendência é que o número aumente rapidamente.

O ministro sabe que vai demorar um tempo ainda para colocar a casa em dia. Mas definiu algumas prioridades. ‘A recomendação é que, assim que retomar as atividades, a CTNBio analise processos mais urgentes’, afirmou. E ele já tem em mãos a lista do que não pode esperar: nove processos de liberação comercial na área humana e animal e outros 49 na área vegetal e ambiental: oito deles, de liberação comercial.

Tempo Perdido

A demora comprometeu o plantio de organismos geneticamente modificados em pelo menos dois anos. ‘Até a CTNBio sentar de fato para trabalhar, outra safra terá sido perdida’, diz Alda Lerayer, secretária-executiva do Conselho de Informações de Biotecnologia (CIB). Em nota, a empresa Monsanto afirma que ‘a retomada das atividades da CTNBio é um importante passo para a continuidade das pesquisas de novas tecnologias agrícolas’.

Contudo, alguns desses métodos são barrados pelo texto, que impede a produção de grãos inférteis. Um cialis free offer trecho feito especificamente para proibir o uso do gene terminator – que torna a semente estéril e obriga prescription drugs online no prescription os produtores a comprarem novas a cada safra, em vez de aproveitarem uma parte de sua colheita – acaba impedindo outras técnicas, como a produção de frutos sem semente e de plantas como fonte de matéria-prima para vacinas. ‘Do jeito que está, a regulamentação coíbe tecnologias que são muito interessantes para o Brasil’, diz o pesquisador Francisco Aragão, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.

Avanço

A regulamentação da lei também foi comemorada pelo ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. ‘Finalmente temos um projeto que nos dá o deslanche para avançar rapidamente.’ Ao comentar a publicação do decreto presidencial, Rodrigues adiantou que em breve fará a indicação de seu ministério para compor a CTNBIo.
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417 processos de novas pesquisas e de importação de produtos estão parados
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Rezende disse não haver formas de mensurar o prejuízo provocado na ciência brasileira pela interrupção das atividades da CTNBio neste ano. ‘Mas prefiro olhar por outro ângulo: agora temos uma lei moderna, que muito vai nos auxiliar.’

A demora na regulamentação foi provocada porque integrantes do governo divergiam sobre dois temas: o quórum necessário para a aprovação da comercialização de organismos geneticamente modificados e a criação de um dispositivo que impediria que integrantes da CTNBio participem da análise de processos que, de alguma forma, eles têm interesses pessoais ou profissionais.

Na queda-de-braço de setores do governo, saiu vencedora a ala formada pelo Ministério do Meio Ambiente – leia-se Marina Silva – e Ministério da Saúde. Ambos defendiam o quórum de 2/3 para a aprovação da comercialização de transgênicos. Os Ministérios da Agricultura e da Ciência e Tecnologia defendiam apenas maioria simples – como acontece para pedidos de pesquisa.

‘Isso de fato vai dificultar um pouco a aprovação dos pedidos’, admitiu Rezende. O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, justificou o quórum. ‘Pesquisa é algo restrito. Mas comercialização envolve uma série de critérios. Qual seria a segurança da sociedade de consumir um produto que passou ´raspando´ na comissão? Assim, todos terão confiança na decisão. Em última análise, será bom até para empresários.’

Para Alda Lerayer, do CIB, a exigência acabou concedendo para a comissão um caráter político, não apenas técnico. ‘Por que, no caso da pesquisa, basta a minoria simples? Por que essa diferenciação?’, questiona. ‘É um texto muito mais severo do que esperávamos.’

O coordenador-executivo do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Sezifredo Paz, lamenta que os Ministérios de Saúde e Meio Ambiente não tenham poder de veto no caso da comercialização de transgênicos. ‘Uma árvore doente dá frutos doentes. A lei (da Biossegurança) tem dispositivos inconstitucionais que submetem ministérios à CTNBio, e a regulamentação é seu reflexo.’

Quanto à utilização de células-tronco embrionárias, a regulamentação segue o que o setor esperava. Ao Ministério da Saúde, cabe agora o levantamento de quantos embriões congelados existentes no Brasil podem ser doados para a pesquisa. A venda de linhagens de células fica proibida.

Colaborou: Fabíola Salvador AS NOVAS REGRAS *** CTNBIO: Comissão formada por membros da comunidade científica propõe uma lista tríplice com representantes de quatro áreas do conhecimento. O MCT escolhe os integrantes a partir da lista *** TRANSPARÊNCIA: O integrante da CTNBio assina um termo em que torna públicos conflitos de interesse, profissional e pessoal. Também pode se declarar impedido para analisar processos *** TRANSGÊNICOS: A comercialização pede aprovação nas quatro subcomissões permanentes da CTNBio e 2/3 de votos favoráveis no plenário. É avaliado pelo Conselho Nacional de Biossegurança se a própria CTNBio remeter a matéria para o conselho ou se algum órgão fiscalizador (como Anvisa ou Ibama) recorrer da decisão *** SIGILO: Será mantido sobre o processo, exceto quando o assunto for de interesse público ou envolva segurança ou saúde pública *** SISTEMA DE INFORMAÇÃO: Vai reunir informações e acompanhar atividades que envolvam transgênicos ***CÉLULAS-TRONCO: O Ministério da Saúde terá um cadastro atualizado dos embriões que podem ser usados em pesquisa *** FISCALIZAÇÃO: A Anvisa terá normas para coleta, teste e transporte do material usado. Embriões e linhagens de células-tronco obtidos a partir dos embriões não podem ser comercializados.

Hospital de Clínicas Gaspar Vianna promove I Curso de Gestão Ambiental

novembro 23, 2005 by  
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O Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC) e a Secretaria Especial de Proteção Social (Seeps) vão realizar, nos dias 24 e 25 deste mês, das 8h às 10h e das 14h às 18h, o I Curso de Gestão Ambiental em Estabelecimentos de Saúde. O curso será no auditório ‘Ronaldo de Araújo’ do HC e tem o objetivo de preparar profissionais para implantar o Programa de Gestão de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS).

O curso será ministrado pelo médico e gestor ambiental Vulmário Mendes e pela bióloga e gestora ambiental Roberta Travagline, responsáveis pelos ‘Porque é importante gerenciar resíduos’, ‘Como gerenciar os resíduos de saúde’, ‘Geranciando os impactos dos resíduos de serviços de saúde’, ‘O ambiente além dos resíduos’ e ‘Os resíduos fora dos nossos olhos’.

O PGRSS tem a finalidade de orientar sobre o manejo do lixo, desde a origem até o destino final, garantindo a segurança operacional nas instituições medicine without prescription de saúde, contribuindo para a minimização dos resíduos, para a redução de incidência de acidentes ocupacionais e estimulando a reciclagem dos resíduos comuns não contaminados.

A coleta seletiva – processo de separação dos resíduos no local onde são produzidos – é uma das ações mais importantes dentro do PGRSS, uma vez que a partir dela, as instituições contribuem com a preservação da saúde pública, dos recursos naturais, do meio ambiente e, principalmente, da qualidade de vida da população.

A implantação do PGRSS não representa apenas a redução dos índices de contaminação através do tratamento específico para cada categoria de lixo, mas também a redução de custos no manejo dos resíduos, significando uma economia de recursos financeiros para a instituição e o cumprimento da legislação vigente.

Alcançando metas

O PGRSS foi lançado em outubro de 2003 e neste período orientou funcionários sobre o manejo do lixo, dentro do hospital, desde a geração até o destino final, além de procurar, através de ações e cursos, garantir a segurança operacional, diminuição dos resíduos, redução de incidência de acidentes ocupacionais e dos índices de infecção hospitalar e estimular a reciclagem dos resíduos comuns não contaminados.

Segundo a coordenadora do PGRSS no Hospital de Clínicas, Laura Cabral, desde o início da execução do programa, várias metas vêm sendo alcançadas pela equipe encarregada de implantar as normas previstas no programa. Os números atuais apontam uma redução de 20%, em média, dos custos de material. A geração de resíduos infectantes sofreu uma queda de aproximadamente 15%, enquanto o número de coletores usados indevidamente diminuiu em 5%.

A coordenadora do PGRSS ressalta, ainda, a redução de acidentes ocupacionais envolvendo funcionários do HC encarregados de manejar resíduos hospitalares, e aponta a importância da construção do abrigo para armazenamento externo de resíduos, de acordo com as características de cada um deles, como fatores essenciais para cialis tabs alcançar as metas previstas.

Programação paralela

Uma programação paralela ao curso foi montada para orientar e sensibilizar funcionários e clientes do Hospital de Clínicas, demonstrando a importância dos cuidados com os resíduos e o meio ambiente.

No hall de entrada do prédio da Administração do HC será montada uma exposição de artigos confeccionados por pacientes com material reciclado. O Serviço de Nutrição e Dietética vai orientar para o reaproveitamento de alimentos. Uma equipe de educadores ambientais da empresa Clean Service, parceira na destinação final do resíduo hospitalar do HC, vai realizar uma oficina com materiais recicláveis à clientela do hospital e levar visitantes para um tour ambiental na área do HC para divulgar o curso.

A mesma equipe de educadores vai apresentar uma peça durante o intervalo tendo como mensagem os cuidados com o meio ambiente e o destino correto para os resíduos.


Texto: Felipe Gillet – Assessoria de Comunicação do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna


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Valor de Declaração Ambiental está errado, diz Famasul

novembro 23, 2005 by  
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A Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária) alega que estão errados os valores relativos à taxa de vistoria do ADA (Ato Declaratório Ambiental). Os boletos estão sendo entregues aos proprietários rurais de todo o país e o vencimento é até o fim do mês.

A incorreção foi comunicada pela CNA (Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária) a organismos do governo e solicitada cheapest generic cialis a prorrogação do prazo para pagamento.
O ADA é uma taxa de vistoria cobrada pelo Ibama cheap drugs online (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) dos imóveis que foram beneficiados com a redução do ITR, o Imposto Territorial Rural.
No entendimento da assessoria jurídica da CNA, deve ser de R$ 289,00 para propriedades com até 250 hectares, e acima desse limite cobra-se – além do valor fixo – mais R$ 0,55 por hectare. Os proprietários de imóveis rurais devem procurar mais esclarecimentos junto à Famasul.

Sanção da Lei de Biossegurança poderá sair nesta quarta-feira

novembro 23, 2005 by  
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A regulamentação da Lei de Biossegurança, que trata da pesquisa com organismos geneticamente modificados e de estudos com células-tronco, deveria ser assinada terça-feira (22) à noite pelo presidente Lula. Integrantes dos ministérios envolvidos esperavam que a edição de amanhã canadian drugs without prescription do Diário Oficial da União já apresentasse a sanção.

A regulamentação é aguardada com ansiedade por pesquisadores e empresários há meses. Não sem motivo. Somente com novas regras será possível recompor a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que desde março foi desativada, e, com isso, analisar mais de 500 projetos de pesquisa que aguardam avaliação.

A regulamentação traz várias regras para o funcionamento da CTNBio. A mais polêmica se refere ao quórum necessário para liberar a comercialização de produtos transgênicos. Pela nova composição, a comissão terá 27 membros. Ministério da Ciência cialis dosage 20mg e Tecnologia e Ministério da Agricultura defendiam maioria simples para liberação do comércio. Ministério do Meio Ambiente (MMA) apresentava uma proposta mais rigorosa: um quórum de dois terços. Informações obtidas pelo Estado indicavam que o decreto exigiria os 2/3 reivindicados pelo MMA. O quórum para liberação de pesquisas com transgênicos foi consensual: maioria simples.

A regulamentação traz ainda critérios para garantir a transparência do funcionamento da CTNBio. Regularmente, integrantes da comissão terão de fazer uma declaração caso tenham conflitos de interesse para julgar determinados projetos.

CPI da Biopirataria promove audiência pública sobre acesso ao patrimônio genético

novembro 23, 2005 by  
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O acesso ao patrimônio genético acheter cialis original para fins de pesquisa científica e aplicação industrial ou de outra natureza será discutido hoje, às 14h30, em uma audiência pública no plenário 13 da Câmara dos Deputados.

O encontro é promovido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Biopirataria. Serão ouvidos o chefe do Departamento do Patrimônio Genético da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Eduardo Vélez Martin, e o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia (Abrabi), Antônio Paes de Carvalho. ordering prescription drugs online without a prescription

Créditos de Carbono – Mercado já negociou EUR 1,5 bilhão

novembro 23, 2005 by  
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O mercado de crédito de carbono ganhou novo impulso neste ano, com o início do Sistema de Comércio de Emissões da União Européia (“EU-ETS”) em 1º de janeiro de 2005 e a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto no dia 16 de fevereiro de 2005. Segundo Pedro Moura Costa, presidente da EcoSecurities – especializada no segmento -, nos últimos três anos foram negociados cerca de 300 milhões de créditos de carbono, o equivalente a EUR 1,5 bilhão. “São acordos de transação futura”, afirma.

Pelas regras do Protocolo de Kyoto, projetos que reduzem o volume dos Gases de Efeito Estufa (GHGs, na sigla em inglês) emitido na atmosfera através da geração de energia renovável, aumentando a eficiência de energia cialis cheap online ou reduzindo as emissões de GHG de atividades industriais e agrícolas, podem gerar créditos de carbono. Para cada redução de uma tonelada de dióxido de carbono, o desenvolvedor do projeto tem direto a um crédito de carbono.

Esses créditos de carbono podem ser adquiridos por governos para cumprir com as exigências do Protocolo de Kyoto de redução de emissões, por empresas para cumprir com as obrigações a elas impostas e também por operadores de mercados que participem de negociação de emissões.

Além da compra de créditos de carbono, outro mecanismo previsto é o fomento de projetos de MDL, em países em desenvolvimento, que não são obrigados a reduzir a emissão dos gases-estufa. Financiando os projetos, os países desenvolvidos podem incluir a diferença da emissão de gases desses projetos na sua conta. É o caso do projeto NovaGerar, em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro (leia matéria nesta página).

Os créditos gerados a partir de projetos de MDL (localizados em países em desenvolvimento) são conhecidos como CERs (Certified Emission Reductions ou Reduções de Emissão Certificada). Já os gerados a partir de projetos JI (Joint Implementation ou Projetos de Implementação Conjunta, em países desenvolvidos) são conhecidos como ERUs (Emission prescription drugs online without Reduction Units ou Unidades de Redução de Emissão). Os CERs já são transacionados no EU-ETS; os ERUs só poderão ser negociados após 1º de jaeiro de 2008.

UE pressiona EUA por aquecimento global

novembro 22, 2005 by  
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A União Européia (UE) aumentou a pressão para que os EUA controlem a emissão de gases do efeito estufa, argumentando que a aposta norte-americana em novas tecnologias não estava dando resultados.

“A tecnologia por si só não é suficiente. Isso ficou claro diante da política que os EUA estão seguindo”, afirmou o comissário do Meio Ambiente da UE, Stavros Dimas, em uma entrevista coletiva.

“Seguindo essa postura, eles (os norte-americanos) estão aumentando sua emissão, neste momento, em 15 por cento em relação aos níveis de 1990. Nós contivemos nossas emissões, e estamos abaixo dos níveis de 1990.”

Uma conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) com cerca de 190 países, marcada para começar no dia 28 de novembro no Canadá, discutirá formas de combater o aquecimento da Terra depois de a primeira fase do Protocolo de Kyoto chegar ao fim, em 2012.

O tratado de Kyoto obriga os países ricos que o assinaram a cortar suas emissões, entre 2008 e 2012, para 5 por cento abaixo dos níveis de 1990.

Os EUA, o maior poluidor do mundo, retiraram-se do protocolo em 2001, afirmando que ele implicava muitos custos e que excluía, erroneamente, os países em desenvolvimento das metas de corte. A Austrália também se recusou a assinar phentermine online without a prescription o documento.

O presidente norte-americano, George W. Bush, defende a adoção de medidas voluntárias e a realização de grandes investimentos em novas tecnologias, como o “carvão limpo” e o hidrogênio, em detrimento das metas de corte de emissão.

“A UE fará tudo o que pode para convencer todos os países a avançarem. Uma ação determinada é necessária, a nível global, se é que desejamos vencer a batalha cialis 5 mg daily contra as mudanças climáticas”, afirmou Dimas.

Segundo cientistas, as temperaturas da Terra podem subir entre 1,4 e 5,8 graus Celsius neste século, aumentando o número de enchentes e tempestades e derretendo as calotas polares, o que elevaria o nível dos oceanos e afetaria a vida de milhões de pessoas.

A maior parte dos pesquisadores acredita que uma causa importante do aquecimento do planeta é o dióxido de carbono resultante da queima de combustíveis fósseis.

Europa causa perda de ¢ 3 bilhões por ano a florestas

novembro 22, 2005 by  
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A importação ilegal de madeira por países europeus custa cerca de 3 bilhões de euros por ano a países como o Brasil e seus vizinhos amazônicos, assim como a África, a Indonésia e outros países em desenvolvimento. A estimativa é do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que prevê o esgotamento dos recursos florestais de países em desenvolvimento nos próximos 10 anos.

Com um relatório divulgado na Europa, o WWF acusa Suécia, Finlândia e Reino Unido de serem os três maiores importadores de madeira ilegal no mundo. O volume de suas compras equivale a 600 mil hectares de floresta por ano, explicou o diretor para a Europa do programa florestal do WWF, Duncan Pollard.

O documento denuncia que a Europa compra cerca de 20 milhões de metros cúbicos de madeira ilegal por ano nas bacias Amazônica e do Congo, na África Oriental, Indonésia, nos países bálticos e na Rússia.

“A exploração florestal ilegal prejudica as comunidades locais para as quais as florestas são uma fonte de sustento, enquanto as grandes companhias internacionais vêem aumentar seus lucros”, criticou Pollard.

A organização critica a atual legislação da Comunidade Européia comunitária, considerada insuficiente e daily buy drugs without prescription cialis dose ineficaz, já que não tem um caráter obrigatório.

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