Prêmio José Márcio Ayres – Última semana de inscrições

janeiro 19, 2006 by  
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Encerra-se no próximo dia 20 (sexta-feira) as inscrições para o Prêmio buy pills online with no prescription José Márcio Ayres Para Jovens Naturalistas. A Premiação é uma estratégia adotada pelo Programa de Biodiversidade da Amazônia do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT) para estimular a pesquisa científica sobre biodiversidade no conteúdo liquid cialis programático das escolas paraenses.

Podem concorrer ao Prêmio estudantes de escolas públicas ou privadas do Pará que estejam cursando o ensino fundamental ou médio. Para participar, os estudantes devem escrever um artigo científico tendo como tema Biodiversidade Amazônica. Um professor da instituição de ensino do aluno deve constar como orientador.

Este ano, o Prêmio Márcio Ayres entregará aos vencedores os seguintes valores, além de certificados, troféus e assinatura da revista Ciência Hoje:

Ensino fundamental (equipes de três estudantes): 1º lugar – R$ 3.000,00; 2º lugar- R$ 2.100,00 e 3º lugar – R$ 1.500,00.

Ensino médio: (individual): 1º lugar – R$ 2.000,00; 2º lugar – R$ 1.500,00 e 3º lugar – R$ 1.000,00.

“Como o objetivo é envolver o circuito escolar, o Prêmio Márcio Ayres também premia os orientadores dos jovens naturalistas – todos recebem certificados, os primeiros lugares recebem computadores e os segundo e terceiros, publicações – e as escolas que obtém melhor desempenho”, explica Joice Santos, que coordena o concurso juntamente com a professora Filomena Videira Secco.

O Prêmio José Márcio Ayres Para Jovens Naturalistas é uma iniciativa do MPEG e da organização não governamental Conservação Internacional (CI – Brasil). A 3ª edição do Prêmio conta com o apoio da Embaixada da Holanda, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, do Projeto PIATAM mar, Petrobras, Sol Informática, Rádio e TV Cultura do Pará e Sociedade Zeladora Amigos do Museu Goeldi.

Inscrições e informações: Serviço de Educação e Extensão do MPEG (Parque Zoobotânico).
Telefones: 3249-5524/ 3219-3324.
E-mail: premio@museu-goeldi.br

UnB e Embrapa desenvolvem miniusina de bioóleo

janeiro 19, 2006 by  
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A Universidade de Brasília (UNB) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveram uma miniusina para a fabricação de um biocombustível feito a base de óleos vegetais, ou mesmo de gordura animal, capaz de substituir o óleo diesel tradicional, produzido a partir do petróleo. Segundo um dos coordenadores da pesquisa, o químico Joel Camargo Rubim, da UNB, o equipamento tem capacidade máxima para produzir 500 litros de bioóleo por dia.

Por meio de um processo conhecido como craqueamento, a usina produz biocombustível – que pode ser usado, por exemplo, em um trator ou em um gerador de energia – a partir de substâncias como o óleo de soja ou óleo de dendê.

O objetivo do governo é tornar essa miniusina disponível a comunidades de pequenos produtores rurais de áreas mais isoladas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do País, que têm maior dificuldade de acesso ao diesel tradicional, seja pela distância cialis 10mg price dos centros produtores, seja pelo preço desse combustível. Com a usina, disse Rubim, essas comunidades poderiam ter independência energética”, uma vez que usariam em seus tratores e em seus geradores de energia seu próprio biocombustível.

O desenvolvimento da usina foi financiado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, que aplicou R$ 250 mil no projeto, pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (R$ 200 mil) e pela Fundação Banco do Brasil, que entrou com R$ 400 mil.

A assessoria de imprensa online prescriptions do Ministério do Desenvolvimento Agrário informou que ainda não foi definido como o governo viabilizará o acesso dos pequenos produtores ao equipamento. A alternativa mais provável é que seja criada uma linha de financiamento para a aquisição do equipamento, que deverá custar aproximadamente R$ 15 mil.

Segundo o professor Rubim, já há empresas privadas interessadas em licenciar a patente da usina, que pertence à UNB e à Embrapa. O governo deverá promover uma licitação para escolher as empresas que terão o direito de construir e revender o equipamento.

Começa cobrança de uso da água nas bacias do Piracicaba, Capivari e Jundiaí

janeiro 18, 2006 by  
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Os primeiros boletos de cobrança pelo uso da água nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) serão entregues nesta sexta-feira (20), às 15 horas, na sede da Agência de Água PCJ, em Piracicaba/SP. A estimativa de arrecadação, em 2006, é de R$ 10,9 milhões, que serão administrados pelo Consórcio PCJ e aplicados em obras online pharmacy no prescription de recuperação dos rios que formam a bacia. Os mecanismos e valores da cobrança foram estabelecidos pelos Comitês PCJ e aprovados pelo Conselho Nacional de Recuros Hídricos.

A iniciativa da cobrança é uma parceria entre a Agência Nacional de Águas (ANA), o Departamento de Águas e Esgoto de SP (DAEE), a CETESB e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM-MG), que regularizaram o uso da água nas bacias, no ano passado. Participam da primeira entrega dos boletos o diretor-presidente da ANA, José Machado, e representantes de usuários da bacia, como a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, SABESP, maior pagador, e a Sociedade de Saneamento e Abastecimento de Água de Campinas (Sanasa), o maior usuário industrial, representado pela Rhodia-Poliamida.

As Bacias PCJ abrangem uma área de 15.304 km², sendo 92,6% em São Paulo cialis c20 e 7,4% em Minas Gerais. A cobrança atinge também o uso da água em rios de domínio da União, que banham mais de um Estado, como o Atibaia, Camanducaia, Jaguari e Piracicaba.

Dias sem nuvens elevam risco de tomar sol em SP

janeiro 18, 2006 by  
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Uma massa de ar quente que cobre o Estado de São Paulo há dez dias provocou, além do forte calor, aumento da incidência de raios ultravioleta, o que agrava o risco de doenças de pele.

A massa de ar quente inibe a formação de nuvens e facilita a entrada de raios solares no planeta, o que deixa o céu mais claro.

No início da tarde de ontem, a cidade de São Paulo chegou a registrar índice extremo de radiação ultravioleta, segundo dados do Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), ligado ao Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

A previsão para os próximos dias é que a incidência dessa radiação continue extrema, com índice 13, numa escala de 1 a 14. A temperatura ontem na cidade chegou a 31,8C na estação do Inmet em Santana (zona norte).

De acordo com o professor de meteorologia da USP Augusto José Pereira Filho, as nuvens são capazes de barrar cerca de 30% dos raios solares.

Segundo Viviane Algarve, pesquisadora do Inpe, a intensidade da massa de ar quente que está sobre o Estado é atípica. “Estamos passando pelo que chamamos de episódios de veranico”, disse. Há dez dias não chove na cidade, segundo dados do Cptec/Inpe.

Devido ao aumento da claridade, a compositora Maria Sônia Silva, 33, diz que, mesmo com óculos de sol, sente necessidade de usar a mão como viseira para poder barrar a forte radiação em seus olhos. A compositora afirma também que costuma usar creme hidratante com protetor solar no rosto e nas mãos.

Para o comerciante Ari Barbosa, 61, os óculos de sol bastam. “Fico mais na sombra”, diz.

A previsão é que a massa cialis online prescription drugs pills de ar quente perca força hoje devido à presença de uma frente fria que vem do Rio Grande do Sul e passará pelo oceano Atlântico, provocando efeitos em São Paulo. Pode haver chuva na capital paulista entre hoje e sexta-feira.

Salvador terá trios movidos a biodiesel neste carnaval

janeiro 18, 2006 by  
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Os foliões do Carnaval de Salvador terão um motivo a mais para curtir a festa “atrás do trio elétrico”. O motivo é a utilização do biodiesel, um combustível limpo e não poluente, nos motores de 10 trios que circularão durante a folia. Com isso, os carros emitirão menos gás carbônico na atmosfera, melhorando a qualidade do ar nos circuitos da festa. Um acordo de cooperação para viabilizar a iniciativa será assinado nesta quinta-feira (19), na Governadoria, a partir das 16h30, entre o Governo do Estado, a Prefeitura de Salvador, a Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a Universidade Salvador (UNIFACS), a EMTURSA, a Associação de Produtores de Música do Estado da Bahia e a Transpol, dentre outros diet pills without a prescription parceiros que participam do Probiodiesel Bahia.

O biodiesel tem como matéria prima fontes renováveis como óleos residuais, plantas oleaginosas, a exemplo do algodão, mamona, soja e girassol. Em relação ao diesel extraído do petróleo, os gases de combustão do biodiesel puro (100%) apresentam uma redução média de 35% dos hidrocarbonetos não queimados, precursores do efeito smog, que é o acúmulo de gazes poluentes na atmosfera; 55% dos sistemas particulados, causadores de problemas respiratórios; de 78 a 100% dos gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global; 100% dos compostos sulfurados, precursores do câncer e da chuva ácida; e aromáticos, também cancerígenos. No Carnaval, o biodiesel será misturado ao diesel na proporção de 5%, o que significa a redução de gazes poluentes nas avenidas onde acontece a festa.

A cultura das matérias primas para a produção do combustível será uma alternativa para a geração de renda e ocupação para a população de todo o semi-árido, através de grandes plantações de mamona e dendê, cujo óleo é a principal matéria prima para a produção do biodiesel. De acordo com dados da Secretaria de Agricultura do Estado, a Bahia é o estado que mais possui mamona, com mais de 90% da produção nacional. Segundo o vice-governador e secretário de Infra-Estrutura, Eraldo Tinoco, a produção da mamona como matéria-prima do biodiesel ainda vai crescer na Bahia, em escala industrial, com a tecnologia melhorando a produtividade e a assistência técnica sendo oferecida aos produtores rurais.

Segundo buying cialis o secretário de CT&I da Bahia, Rafael Lucchesi, o programa Probiodiesel Bahia conta com um conjunto de ações voltadas para a melhoria da oferta agrícola e do pacote tecnológico, a partir do desenvolvimento das decisões industriais. Para Lucchesi, “a idéia dessa atividade é estimular a agricultura familiar, a partir dos pequenos produtores, o que é extremamente representativo e caracteriza este investimento também como um programa social”.

Ainda este ano, o biocombustível será adicionado ao diesel nos postos de combustíveis na proporção de 2%. Atualmente, cerca de 7% do diesel produzido no Brasil é importado. O uso do diesel em transportes de cargas e passageiros representa um consumo anual de 38 bilhões de litros, sendo este o combustível líquido mais utilizado no país, representando 58% da matriz. Com isso, em termos monetários haveria uma economia, anual, de cerca de 160 milhões de dólares pela redução das importações de diesel com a utilização da mistura com o biodiesel.

A ação “Biodiesel- Carnaval 2006” vem no momento em que o estado prepara suas bases para abrigar diversas indústrias de biodiesel, que começam a ser construídas ainda este ano em diversos municípios. Somente para atender esta demanda no Carnaval, serão produzidos cerca de 7,2 mil litros de biodiesel na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus, mas as indústrias que se instalarão na Bahia pretendem suprir a demanda nacional e ainda exportar o combustível principalmente para países europeus. Para se ter uma idéia do que será a produção do biodiesel na Bahia, apenas uma das empresas que se instalará no território baiano pretende produzir 13 milhões de litros por ano.

Governo incentiva produtor de soja a respeitar lei ambiental

janeiro 17, 2006 by  
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O secretário de Política Agrícola e Pecuária do Ministério da Agricultura, Ivan Wedequin, afirmou que o governo espera neste ano verificar a “efetividade” do incentivo de crédito. O benefício começou a ser dado nesta safra aos agricultores que comprovem estar respeitando order cialis without prescription a legislação ambiental principalmente na monocultura da soja. Ele acrescentou que o incentivo é uma medida importante por estar sendo dado durante uma “crise que ocorreu na agricultura de grãos, quando diminuiu a disponibilidade de crédito”.

O incentivo, que está sendo apresentado na reportagem de hoje (17) na série “Soja – um grande negócio” transmitida pela Rádio Nacional, permite ao agricultor sacar 15% a mais do crédito ambiental a que tiver direito. O candidato ao benefício só precisa comprovar que respeita a lei ambiental. Para tanto, ele precisa apresentar documentação comprovando que a reserva ambiental está sendo respeitada na sua propriedade.

Wedequin acrescentou a possibilidade, dentro da nova política adotada pelo governo, de o benefício ser estendido àqueles que estiverem com o “objetivo de recuperar uma área degradada e se enquadrar, portanto, na legislação ambiental”. Neste caso, será necessário apresentar ao banco onde for sacar o crédito rural os documentos que comprovem o acordo feito com o órgão ambiental do estado.

Com essa nova política de incentivo, Wedequin garante que começa “uma caminhada de incentivo de créditos para aquele que estiver cada vez mais e mais na procura de uma agricultura sustentável”. O secretário advertiu, pills no prescription no entanto, que não se pode “desmerecer a soja porque é um produto campeão que a cada dia se descobre mais um uso para seus derivados”.

Seminário apresenta avanços na área da previsão climática

janeiro 17, 2006 by  
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Organização prevê reunir em Fortaleza 60 especialistas representantes de 25 instituições mundiais. A previsão climática da quadra chuvosa do Nordeste, no período de fevereiro a maio de deste ano, vai ser divulgada nesta semana, em Fortaleza, durante o VIII Workshop Internacional de Avaliação Climática para o Semi-Árido Nordestino e o I Encontro Internacional de Estudos Climáticos Aplicados ao Nordeste Brasileiro. A estimativa é reunir no hotel Colonial, na praia de Iracema, até sexta-feira, 60 especialistas e estudiosos de cerca de 25 instituições, entre universidades, institutos e centros de pesquisa do Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, China e Inglaterra. A abertura foi ontem à noite.

O presidente da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), Francisco de Assis de Souza Filho, diz que o encontro, realizado antes do workshop, busca apresentar os novos desenvolvimentos na área de previsão. “O esforço é de ampliar a previsão também para outras áreas de conhecimento, além dos aspectos da meteorologia”, diz. Na próxima sexta-feira, os especialistas pretendem divulgar os resultados da estação chuvosa para o Ceará e demais estados da Região.

O foco das avaliações contempla a modelagem de clima e a aplicação em recursos hídricos e a agricultura, e a comunicação da informação climática para os usuários. “Pretendemos acompanhar os desdobramentos da previsão do clima em outras áreas, pois o impacto de distribuição das chuvas é diferente”, assinala. O presidente da Funceme observa que a questão não se resume a aspectos atmosféricos, mas o que vai gerar em outras áreas. Isso significa, por exemplo, acompanhar o nível de reservatório, ou se a agricultura será submetida a um estresse hídrico e, com isso, cialis daily generic registrar maiores perdas.

A investida dos especialistas representa possibilidade verificar a evolução de conhecimentos técnicos e científicos, buscando a troca informações sobre os diferentes modelos de previsão rodados na Funceme e em outras instituições do Brasil e do exterior, com base em informações como temperatura do oceano, vento e pressão atmosférica.

O evento, organizado pela Funceme, com apoio do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe) reúne representantes dos institutos Max-Plank (Alemanha), pills without prescription Astronômico e Geofísico da Universidade de São Paulo – IAG-USP, da Aeronáutica e Espaço/Centro Técnico Aeroespacial – São José dos Campos (SP), Institut de Recherche Pour Le Developpement – IRD – França, Nacional de Meteorologia (Inmet)- Brasília, Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe-SP), Oceanográfico da Universidade de São Paulo – (IO-USP). Também integram o grupo chineses, norte-americanos, ingleses. Institutos de vários estados, como o Simepar, do Paraná, participam.

Rio Grande do Sul é primeiro estado a ter mapa hidrogeológico

janeiro 16, 2006 by  
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O governo do Rio Grande do Sul e o Ministério de Minas e Energia anunciaram hoje a conclusão do primeiro mapa hidrogeológico estadual do país. O trabalho foi realizado pelo Serviço Geológico do Brasil,com investimentos de R$ 1,45 milhão do ministério, por meio da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), e R$ 750 mil do governo do estado.

Segundo dados do governo do estado, o mapa levou dois anos para ficar pronto e identificou 7.692 poços tubulares na região costeira e na faixa de afloramento do Aqüífero Guarani. Essa reserva subterrânea de água é uma das maiores do mundo e abrange vários estados do centro-sul brasileiro, chegando até Paraguai, Argentina e Uruguai.

O novo mapa, segundo o governo gaúcho, permitirá a identificação e situação dos recursos hídricos subterrâneos cheap cialis soft em todas as regiões do estado, potencial ,quantidade qualidade das águas. O governo pretende realizar um plano diretor para definir a perfuração de novos poços artesianos, além de políticas específicas para as bacias hidrográficas da região.

O mapa está disponível na internet, nos sites www.sema.rs.gov.br e www.cprm.gov.br. O documento será entregue em versão impressa a órgãos públicos estaduais e municipais, universidades e comitês de gerenciamento de bacias hidrográficas. pain pills online no prescription

Produtores de soja afirmam que protegem o meio ambiente

janeiro 16, 2006 by  
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O secretário-geral da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Fábio Trigueirinho, rebateu as críticas feitas por ambientalistas ouvidos na série de reportagens especiais “Soja, um grande negócio”, de que a monocultura provoca impactos ambientais e que avança agora para a floresta amazônica. O documentário está sendo veiculado na programação da Rádio Nacional (Brasília, Rio e Amazônia) a partir desta segunda-feira (16) e o áudio está disponível na Agência Brasil.

De acordo com Fábio Trigueirinho, os produtores brasileiros de soja passaram por um longo “processo de aprendizagem” e, por isso, não repetem mais os erros cometidos quando começaram no Rio Grande do Sul. Ele assegura que os produtores estão hoje “num estágio de bastante integração com o meio ambiente” e que existe “consenso nos aspectos da conservação do solo” lembrando ainda que ele é “o maior bem onde o produtor tem que investir pesado na correção online pills no prescription antes dos primeiros plantios”.

O secretário da Abiove advertiu os ambientalistas para que também busquem o que classificou de “equilíbrio” entre os três pilares que sustentam a produção de soja no Brasil. Segundo ele, é preciso manter os aspectos “sociais, econômicos e ambientais” que a soja proporciona. Ele citou os US$ 10 bilhões que o complexo soja (farelo, óleo e grãos) trouxe para o Brasil, no ano passado, transformando o país no maior exportador mundial e no segundo produtor, atrás dos Estados Unidos.

Sobre o avanço da soja em direção à floresta amazônica, Fábio Trigueirinho rebateu as acusações dizendo que “não correspondem à realidade”, mas aceitou que existem “casos isolados, em escala relativamente pequena, de plantio de soja em áreas de erectile dysfunction cialis floresta”. Ele citou dados do governo que garantem que a cultura da soja ocupa apenas 1,2% da área da Amazônia Legal, formada por nove estados. Lembrou que 30% da área amazônica são de cerrado, onde ele defendeu o aumento do plantio de soja e outros produtos agrícolas.

O secretário-geral da Abiove rebateu também a crítica de que os produtores de soja não teriam interesse em comprar terras e por isso estariam usando os pecuaristas na Amazônia para seguirem na frente, devastando a floresta. Ele explicou que o produtor de soja precisa investir pesado na correção do solo e por isso não interessa a ele, por exemplo, comprar terras na Amazônia onde, segundo afirmou, “mais de 50% não tem documentação de propriedade”. Por isso, ele aconselha uma ocupação “racional” na região a fim de se evitar ‘muita ocupação desenfreada”.

Governo quer ampliar debate sobre meio-ambiente, reforma agrária e combate à fome

janeiro 15, 2006 by  
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No 6º Fórum Social Mundial, que será realizado no final do mês, em Caracas, na Venezuela, generic cialis fast delivery os representantes do governo brasileiro devem buscar a ampliação dos debates sobre questões ligadas ao combate à fome e à miséria mundial, ao meio ambiente e à reforma agrária. Esses são pontos destacados como ações prioritárias do governo Lula e de interesse dos movimentos sociais, segundo o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci.

- Vamos participar deste fórum com o espírito de contribuir para o movimento social e aprender com os participantes – afirmou em entrevista à Radiobrás.

A sexta edição do Fórum Social Mundial será policêntrica, ou seja, ocorrerá de forma descentralizada, em diferentes lugares do mundo: África, América do Sul e Ásia. O encontro na África será em Bamako, capital do Mali, entre os dias 19 e 23 de janeiro. Na seqüência, o fórum será em Caracas, de 24 a 29 de janeiro. Já o evento asiático, que será em Karachi, no Paquistão, estava previsto para as mesmas datas de Caracas, mas foi adiado por dois meses.

Na avaliação do ministro, foi justa esta descentralização para tornar o processo mais participativo e democrático. Assim, segundo o ministro, há mais chances de os representantes dos movimentos sociais participarem do encontro. Dulci acrescentou que daqui para frente a idéia da organização da Fórum é adotar os dois modelos.

Em Caracas, por estar na América do Sul, a delegação brasileira estará presente em numero maior. Devem comparecer, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rosseto. Na África, quem vai representar o governo brasileiro será a ministra da Secretaria Especial para Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro. Na Ásia, certamente o governo brasileiro também estará representado, adiantou Luiz Dulci.

O Fórum Social Mundial, realizado anualmente desde 2001, é o principal encontro organizado pela sociedade civil para discutir a luta pela democratização da política e da economia. Ele ocorre sempre em janeiro, na mesma data em que, na Suíça, ocorre o Fórum Econômico Mundial de Davos. Por isso, nos primeiros anos, ele ficou conhecido como anti-Davos.

O Fórum é resultado da articulação de organizações da sociedade civil e movimentos sociais de todo o planeta. Quatro de suas cinco primeiras edições pills without prescription ocorreram no Brasil, em Porto Alegre. Em 2004, o encontro foi realizado em Mumbai, na Índia. Esta foi a única edição que o presidente Lula não compareceu.

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