Provável escassez de água leva companhias a mapear consumo
A utilização de selos em produtos informando quanto foi emitido de carbono (CO2) na sua produção, conhecida como pegada de carbono, já vem sendo adotada por empresas de diferentes setores, como celulose e papel, química e cosméticos. Mas a mais nova tendência entre as empresas é estampar, na embalagem, a informação sobre a quantidade de água necessária para se fabricar um produto, a chamada pegada hídrica. Read more
Baixo carbono estimula negócios - Entrevista Valor Econômico
Empresas brasileiras, sobretudo as que atuam globalmente, entenderam que o caminho rumo à economia do baixo carbono é inexorável e repleto de oportunidades. Read more
Das 30 maiores companhias de capital aberto, 9 mencionam contingências ambientais
As discussões judiciais ou administrativas relativas a questões ambientais começaram a aparecer com mais frequência entre as contingências das empresas. Das 30 maiores companhias de capital aberto, nove - Petrobras, Vale, Neoenergia, CSN, Eletropaulo, Sabesp, Ultrapar, Cemig e CPFL - mencionam contingências ambientais em seus balanços financeiros. As sete primeiras mantêm provisões. Read more
Ocean Air adere a programa de compensação de carbono
Ao assinar contrato de fretamento de jato executivo do modelo Learjet 45 XR, da fabricante canadense Bombardier, a brasileira Ocean Air passa a ser primeira empresa latino-americana a aderir a um programa de compensação de emissão de carbono. Read more
Normas que determinam compensações ambientais impulsionam novas alternativas
Ipê, pau-brasil, sibipiruna, pau-ferro, paineira, orelha-de-macaco, jatobá, jequitibá, óleo de copaíba e arariba. São todas árvores nativas da Mata Atlântica cujo plantio cresce impulsionado por legislações que determinam compensações ambientais como contrapartida de projetos industriais e de construções de prédios. O movimento já é sentido em Estados do Sudeste do país e dá novo fôlego ao segmento nacional de viveiros. Read more
Terrenos contaminados afetam mercado imobiliário
Durante 55 anos, aEsso Brasileira de Petróleo manteve um terminal de derivados de petróleo que, até 2001, ocupava 98 mil metros quadrados de um terreno próximo da região central da capital paulista, no bairro da Mooca - tradicional reduto de imigrantes italianos que até os anos 40 abrigou a maioria das fábricas da capital. Read more
